Consumimos 25% a mais dos recursos naturais do que a capacidade de renovação que a Terra tem. Se os padrões de consumo e produção se mantiverem, em menos de 50 anos serão necessários dois planetas para atender necessidades como: água, energia e alimentos. Situação já refletida no mundo.
Não precisamos dizer que esta situação certamente dificultará a vida dos nossos netos: Kauâne, Bianca, João Pedro, Mariana, Miguel, Lukas e outros netos no mundo.
Como mudamos isso? A partir das escolhas de consumo.
Claro que todo consumo causa impacto positivo ou negativo na economia, nas relações sociais, na natureza e em nós. Ao conscientizarmos na hora de escolher o que comprar, de quem comprar como usar e *descartar podemos maximizar os impactos positivos e minimizar os negativos contribuindo para construir o futuro melhor.
Em outras palavras, consumir com consciência busca o equilíbrio entre a satisfação pessoal com a sustentabilidade e promove em pequenos gestos grandes transformações.
O consumo consciente se pratica no dia-a-dia, gestos simples no uso, no descarte, na escolha das empresas da qual comprar. Logo, o consumo consciente é uma contribuição voluntária, cotidiana e solidária para garantir o sustento nosso e do planeta.
http://is.gd/hAlnW
*Descartar – relato pessoal
Outro dia, Ivone e eu fomos a uma empresa e deixamos o carro em um espaço bastante sujo que nos disseram ser estacionamento. Além de uns carros e árvores havia algumas pedras pelo chão, buracos e muito lixo como: embalagens plásticas, latas, papéis, matos e etc.
Por mais que eu tenha feito trabalhos e visto artigos que me indignaram sobre a má conservação do meio ambiente, por mais esclarecimento que eu tenha sobre o assunto, mesmo assim cometi gravíssima falta de educação.
Voltamos ao estacionamento e num ato inconsciente entramos no carro liguei e defenestrei uma goma de mascar que ganhei minutos antes, naquele espaço sujo, o qual não justifica e nem me inocenta de tão grosseiro ato.
Quando olhei, um pássaro bem observando o que joguei. Rapidamente recuperei a consciência, desliguei o carro e comecei a procurar pelo chão a goma. Até a Ivone saiu do carro para me ajudar.
Não o encontramos naquela sujeira toda, então espantamos o pássaro, por que ele estava vendo o lugar exato comentávamos nós. Removemos algumas coisas de lugar e saímos de lá com um fundo musical na voz bem baixinha da Ivone [... ela não tem educação, ela joga coisas no chão, ela não tem educação...]
E eu? Morta de vergonha, claro!
Aproveito aqui para pedir desculpas a todos e principalmente à natureza!
Miriam
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segunda-feira, 22 de novembro de 2010
terça-feira, 20 de abril de 2010
Sustentabilidade
Rever nossos hábitos no modo de consumir é preservar inteligentemente os sustentos naturais não os disperdiçando. A capacidade de compreensão neste processo é limitada, para isso escutamos, aprendemos e nos transformamos querendo ser ponte para o desenvolvimento e não barreiras.Consumir com responsabilidade encanta, portanto se educarmos crianças, não puniremos adultos e tão pouco seremos punidos.É a mistica (força divina que move nossa vontade) da vida nos ensinando.
Perseverar requer condições restritas nos excessos, atitude difícil ou menos fácil e a reflexão nos leva a própria lapdação da certeza de não perdermos a oportunidade de criar e desenvolver o espaço onde possamos crescer.
Perspectiva que concilia esperança na educação e o contexto da espera nos torna paciente, solidário, enfim, analisar melhor os valores e o direito que pertence a todos.
Na arte da convivência não podemos exigir a extraordinariedade só do outro. È muito mais do que a palavra sugere. É o descomprometimento com a irresponsabilidade. A cada manhã nos contextualizamos e recebmos a oportunidades de sermos gente. É assim que escolhemos o momento.
Afinal, somos caminho ou obstáculo? O importante é que o assunto é antigo, mas ainda podemos insistir nele. http://is.gd/bAQVW
Mi – Base:FM
Cps, 19/02/10
segunda-feira, 12 de abril de 2010
Consumo ético
Consumo éticoé ter consciência de que tudo que se compra
quando necessário para o uso
e não para o desperdício.
Então usamos o relativismo, razões para justificar nossas vidas.
Mi – Base: FM
Cps, 21/01/10
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
Nós e as tragédias
Comunhão é quando estamos conectados ao Cristo, assim vivemos bem conosco e com o outro.Ser solidário, repartir com os necessitados sem importar em quais condições em que o outro chegou neste ponto é característica de um cristão.
Como equilibrar e crer no Deus misericordioso em tempos de tantas tragédias?
O desafio consiste em não ter resposta, mas ter fé, a confiança nasce enquanto esperamos a resposta de quem acreditamos.
Quanto à sensação de dúvida, ou não entendermos os desígnios de Deus é natural e nas maiorias das vezes não entendemos mesmo.
Agora não termos capacidade de entender conseqüências dos nossos atos.É incidência, ignorância.
Nossa vida segue seu curso natural com toda a liberdade e todos os ensinamentos que nos foram dados.
Mas quem os pratica ou pelo menos que os lê?
Temos dois exemplos em Mateus 6 48:49 e Mateus 7 24:28, de como os prudentes e os insensatos constroem suas casas, aliás nos ensina até como projetá-las em Lucas 14 28:29.
E nós, sem um pingo de responsabilidade avançamos no espaço que pertence a natureza, as vezes por ignorância, outras vezes por ganância.
Modificamos rios, construímos em solos impróprios, em áreas de riscos, encostas e etc., sem contar com os lixos que jogamos por todos os lados, poluímos o ar, rios, mares e ainda por cima esquecemos o sinônimo de competência.
Devastamos tudo e quando chegam, às inevitáveis tragédias culpamos Deus e ainda, queremos que Ele se explique, caso contrário duvidamos do Seu amor por nós.
Pode isso? Coisas do ser humano! http://is.gd/74Jbm
Mi – Base: FM
Cps, 21/01/10
quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
O desafio de ser pessoa com notícias ruins
Efeito de uma má notícia gera impacto que nos paralisa, causa dores difíceis para continuar a caminhada.
Perdemos o chão e as palavras diante de um quadro tão arrasador, onde restam apenas lágrimas e a impotência.
O grande desafio é acharmos a travessia, a ponte para irmos além.
E o desafio de ser pessoa é quando ainda desnorteados emprestarmo-nos ao outro.
Todos nós estamos abatidos com as tragédias que assolam nossas cidades e nossos irmãos.
Mas, o homem tem livre arbítrio.
Age sabendo que o arbítrio da natureza é superior.
Mesmo assim ele a provoca gananciosamente.
Para satisfazer seus desejos desenfreados.
Que por conseqüência paga preços altíssimos.
Quase sempre com vidas humanas.
Um absurdo é ver a história se repetindo.
Deus não interfere na lei que Ele criou, mas não cansa de nos oferecer a melhor saída sempre.
Perdemos muitas pessoas e dentro deste triste episódio encontramos também boas notícias, que nos fazem bem e nos trazem um pouco de alegria.
Que são os sobreviventes! http://is.gd/5O2ZC
Por Mi – Base: FM
Cps, 06/01/10
Perdemos o chão e as palavras diante de um quadro tão arrasador, onde restam apenas lágrimas e a impotência.
O grande desafio é acharmos a travessia, a ponte para irmos além.
E o desafio de ser pessoa é quando ainda desnorteados emprestarmo-nos ao outro.
Todos nós estamos abatidos com as tragédias que assolam nossas cidades e nossos irmãos.
Mas, o homem tem livre arbítrio.Age sabendo que o arbítrio da natureza é superior.
Mesmo assim ele a provoca gananciosamente.
Para satisfazer seus desejos desenfreados.
Que por conseqüência paga preços altíssimos.
Quase sempre com vidas humanas.
Um absurdo é ver a história se repetindo.
Deus não interfere na lei que Ele criou, mas não cansa de nos oferecer a melhor saída sempre.
Perdemos muitas pessoas e dentro deste triste episódio encontramos também boas notícias, que nos fazem bem e nos trazem um pouco de alegria.
Que são os sobreviventes! http://is.gd/5O2ZC
Por Mi – Base: FM
Cps, 06/01/10
sábado, 19 de dezembro de 2009
Terra, nossa casa!
"Os céus são de Deus, mas a terra foi dada aos homens" (Sal 115:16)"Viu Deus que tudo era bom" (Gen 1:31) - Onde? Na terra!
"Cuide, produza e não disperdice" (Gen 2:15) - Onde? Na terra!
"O problema é o amor ao dinheiro e não o dinheiro" ((I Tim 6:10/11)
Assim sendo, o planeta Terra nos pertence, portanto, nossa responsabilidade é de protegê-lo e se o fizermos sua beleza se recriará por si só.
Mas, o resultado do nosso comportamento dos últimos 200 anos, adoeceu a terra. Insistentemente ela nos avisa que não agüenta mais e nós fingimos não perceber seu apelo.
Governos, empresas e sociedade falam em comprometimento, mas em Copenhague selaram acordo imperfeito.
Terra! És o mais bonito dos planetas. Tão te maltratando por dinheiro... http://is.gd/5Afxr
Mi
Cps, 19/12/09
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