Pai e filho abraçados num evento são agredidos por grupo homofóbico.
Brasileira de Campinas vencedora do Miss Itália no Mundo sofre racismo.
Agressões estão realmente por toda parte. Agredir alguém fisicamente, com palavras grosseiras, sutilezas irônicas, ou inventar fatos na tentativa de fazer prevalecer o modo de ser, parece ser uma ordem mundial.
Quem não está acostumado com afeto termina esquecendo-se de questões importantes, logo desaprendem muita coisa, como por exemplo: RESPEITAR O OUTRO! O pior é quando a agressão parte de pessoas que vivem dentro dos templos e usam preceitos religiosos quando justificam suas atitudes.
Como pode Deus ser o escudo de tais misérias? Não canso de dizer: Deus de maneira nenhuma nos ensina absurdos e covardias. Mas nós, cada vez mais sacralizamos as maldades em nossa vaidade espiritual.
Sou muito imperfeita principalmente para compreender a condição humana. Jamais conseguirei mudar pessoas, mas posso começar comigo escrevendo sobre aquilo que me indigna para não cometer quem sabe, os mesmos erros. Paciência ajuda evidentemente, mas às vezes não a encontro.
Para quem tem amigo e o respeita, feliz dia!
Mi – Base:FM – Cps, 20/07/11
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quarta-feira, 20 de julho de 2011
sexta-feira, 25 de março de 2011
A Vitória da Vida
“Pobre de ti se pensas ser vencido!
Tua derrota é caso decidido.
Queres vencer, mas como em ti não crês,
tua descrença esmaga-te de vez.
Se imaginas perder, perdido estás.
Quem não confia em si, marcha pra trás;
A força que te impele para a frente
é a decisão firmada em tua mente.
Muita empresa esboroa-se em fracasso,
inda muito antes do primeiro passo;
Muito covarde tem capitulado,
antes de haver a luta começado;
Pensa em grande, e os teus feitos crescerão;
pensa em pequeno, e irás depressa ao chão.
O querer é o poder arquipotente.
É a decisão firmada em tua mente.
Fraco é aquele que fraco se imagina;
olha ao alto o que ao alto se destina;
A confiança em si mesmo é a trajetória,
que leva aos altos cimos da vitória.
Nem sempre o que mais corre a meta alcança,
nem mais longe o mais forte o disco lança,
Mas o que, certo em si, vai firme e em frente,
com a decisão firmada em sua mente…”
Triste humanidade que acha que as diferenças se resolvem com a força
Tua derrota é caso decidido.
Queres vencer, mas como em ti não crês,
tua descrença esmaga-te de vez.
Se imaginas perder, perdido estás.
Quem não confia em si, marcha pra trás;
A força que te impele para a frente
é a decisão firmada em tua mente.
Muita empresa esboroa-se em fracasso,
inda muito antes do primeiro passo;
Muito covarde tem capitulado,
antes de haver a luta começado;
Pensa em grande, e os teus feitos crescerão;
pensa em pequeno, e irás depressa ao chão.
O querer é o poder arquipotente.
É a decisão firmada em tua mente.
Fraco é aquele que fraco se imagina;
olha ao alto o que ao alto se destina;
A confiança em si mesmo é a trajetória,
que leva aos altos cimos da vitória.
Nem sempre o que mais corre a meta alcança,
nem mais longe o mais forte o disco lança,
Mas o que, certo em si, vai firme e em frente,
com a decisão firmada em sua mente…”
Bastos Tigre
sábado, 21 de agosto de 2010
Violência contra si, contra o outro...
Os "meteoros", nem mesmo a psicanálise os interpreta http://is.gd/exmGv
Uns de certa forma se violentam, outros foram violentados
"A morte é sempre traumática". A morte do Rei do Pop, Michael Jackson, que encerrou de modo inesperado a sua vida polêmica por abusar de remédios e ter um fulminante ataque cardíaco. O que deixou o planeta chocado foi o falecimento repentino do cantor, que estava se preparando para uma série de shows em Londres, o qual haviam vendidos mais de 700 mil ingressos.
Acumulou títulos e prêmios durante sua vida e, com a morte precoce, entrou para uma galeria pouco desejada, mas onde habitam grandes nomes da música, como Elvis Presley, Janis Joplin, John Lennon, Kurt Cobain, e Bob Marley. Se a morte interrompe um percurso de um jovem, ela acaba sendo mais dramática ainda. Os jovens se identificam com eles, os mais velhos olham como se fosse o próprio filho, por isso os transformamos em ícones, símbolos de uma rebeldia ou de uma geração.
O Rei do Rock nasceu no Mississipi, EUA. Mas em Memphis deu os primeiros passos rumo ao estrelato. Conhecido mundialmente como o primeiro mega star da música pop, e ameaçou a sociedade conservadora com o seu estilo musical e de dança, extravagante e ousado.
Elvis foi implacavelmente perseguido pelos múltiplos segmentos reacionários. Iniciou a carreira em Hollywood e participou de mais de dez filmes. A partir do 38 anos, com problemas pessoais, de saúde e excesso de peso. Foi hospitalizado mais de cinco vezes em quatro anos e chegou a desmaiar no palco durante um show. Por causa do vício em drogas medicamentosas, é achado morto em sua mansão. Os médicos alegam que o cantor foi vítima de ataque cardíaco. A necropsia revelou a ingestão de oito ou mais drogas (entre elas morfina, valium e valmid).
Janis Joplin, nascida no Texas, cresceu ouvindo blues e blues e cantando no coro local. Com 17 anos, começou a cantar blues e folk com amigos. Seu estilo rebelde chamou a atenção. Vestia-se como os poetas da geração beat. Com apenas 20 anos, quando já morava em São Francisco, o envolvimento com drogas começou a se tornar mais constante, incluindo o uso de heroína. O vício tomou dimensões perigosas quando passou a ser mais importante do que a própria carreira. Foi quando ela decidiu se recuperar na cidade natal, Port Arthur. Em 1966, voltou a São Francisco e entrou para o grupo Big Brother & The Holding Company, quando começou a se destacar na comunidade hippie.
O vício pela heroína continuou e a cantora chegou a vir para o Brasil em 1970, para tentar se tratar. Durante a estadia, fez topless em Copacabana, bebeu muito, cantou em um bordel, foi expulsa do Hotel Copacabana Palace por nadar nua na piscina, e quase foi presa por suas atitudes na praia, consideradas "fora do normal". Ela também foi barrada ao tentar participar do desfile das escolas de samba - um segurança achou seus trajes hippies "muito estranhos". A cantora teve um breve relacionamento, com o também roqueiro Serguei. Pouco depois de deixar o Brasil, Janis teve uma overdose de heroína e morreu em 4 de outubro do mesmo ano, com apenas 27 anos.
John Lennon, morto em frente ao edifício em que morava em Nova York. Músico, compositor, escritor e ativista em favor da paz, ganhou notoriedade mundial como um dos integrantes do grupo de rock britânico The Beatles. Na época, formou com Paul McCartney o que seria uma das mais famosas duplas de compositores de todos os tempos.
Casou com Yoko Ono, que tornou a pessoa mais importante na vida e carreira do músico inglês. Os Beatles chegaram ao fim e, a partir de então, John dedicou-se à carreira solo (muitos acusam Yoko pelo término da banda). Afastado da música pelo nascimento de seu filho Sean Lennon, John voltou aos estúdios em 1980 para gravar um novo álbum. Porém, em 8 de dezembro do mesmo ano, foi assassinado, pelo fã Mark David Chapman, quando retornava do estúdio de gravação com a mulher.
Os últimos anos de sua vida foram castigados pela dependência exagerada de heroína, pela forte pressão exercida pela mídia e por sua conturbada relação com a esposa, Courtney Love. No dia 5 de abril de 1994, Kurt Cobain foi encontrado morto em sua casa em Seattle, com apenas 27 anos. Os jornais dizem que Kurt se suicidou, mas muitos fãs acusam Courtney Love de ter assinado o marido.
Bob Marley ou Robert Nesta Marley, com o câncer durante três anos, mas escondeu a doença dos fãs. Cantor, guitarrista e compositor jamaicano, o mais conhecido músico de reggae de todos os tempos, famoso por popularizar o gênero. Grande parte do seu trabalho lidava com os problemas dos pobres e oprimidos. Ele foi chamado de "Charles Wesley dos Rastafáris" pela maneira com que divulgava a religião por meio de suas músicas. Casado com Rita Marley, mãe de quatro de seus doze filhos (dois deles adotados), entre eles os renomados Ziggy e Stephen Marley, que continuam o legado musical do pai na banda Melody Makers.
Uns de certa forma se violentam, outros foram violentados
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Não resistiu aos remédios |
Acumulou títulos e prêmios durante sua vida e, com a morte precoce, entrou para uma galeria pouco desejada, mas onde habitam grandes nomes da música, como Elvis Presley, Janis Joplin, John Lennon, Kurt Cobain, e Bob Marley. Se a morte interrompe um percurso de um jovem, ela acaba sendo mais dramática ainda. Os jovens se identificam com eles, os mais velhos olham como se fosse o próprio filho, por isso os transformamos em ícones, símbolos de uma rebeldia ou de uma geração.
"As pessoas não sabem como é para mim. Ninguém sabe. Ninguém deveria julgar o que fiz na minha vida. Não antes de estarem no meu lugar por todo dia horrível e toda noite sem dormir" Michael Jackson
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| Não resistiu aos remédios |
Elvis foi implacavelmente perseguido pelos múltiplos segmentos reacionários. Iniciou a carreira em Hollywood e participou de mais de dez filmes. A partir do 38 anos, com problemas pessoais, de saúde e excesso de peso. Foi hospitalizado mais de cinco vezes em quatro anos e chegou a desmaiar no palco durante um show. Por causa do vício em drogas medicamentosas, é achado morto em sua mansão. Os médicos alegam que o cantor foi vítima de ataque cardíaco. A necropsia revelou a ingestão de oito ou mais drogas (entre elas morfina, valium e valmid).
"A Verdade é como o Sol. Pode esconder durante algum tempo, mas não desaparece." Elvis Presley
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| Suicídio |
O vício pela heroína continuou e a cantora chegou a vir para o Brasil em 1970, para tentar se tratar. Durante a estadia, fez topless em Copacabana, bebeu muito, cantou em um bordel, foi expulsa do Hotel Copacabana Palace por nadar nua na piscina, e quase foi presa por suas atitudes na praia, consideradas "fora do normal". Ela também foi barrada ao tentar participar do desfile das escolas de samba - um segurança achou seus trajes hippies "muito estranhos". A cantora teve um breve relacionamento, com o também roqueiro Serguei. Pouco depois de deixar o Brasil, Janis teve uma overdose de heroína e morreu em 4 de outubro do mesmo ano, com apenas 27 anos.
"Posso não durar tanto quanto as outras cantoras, mas sei que posso destruir-me agora se me preocupar demais com o amanhã" Janis Joplin
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| Homicídio |
Casou com Yoko Ono, que tornou a pessoa mais importante na vida e carreira do músico inglês. Os Beatles chegaram ao fim e, a partir de então, John dedicou-se à carreira solo (muitos acusam Yoko pelo término da banda). Afastado da música pelo nascimento de seu filho Sean Lennon, John voltou aos estúdios em 1980 para gravar um novo álbum. Porém, em 8 de dezembro do mesmo ano, foi assassinado, pelo fã Mark David Chapman, quando retornava do estúdio de gravação com a mulher.
"Amo a liberdade, por isso deixo as coisas que amo livres. Se elas voltarem é porque as conquistei. Se não voltarem é porque nunca as possuí" John Lennon
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| Suicídio |
Kurt Cobain, teve uma vida marcada pela depressão e drogas Nasceu em Seatle. Viveu uma vida marcada por depressão, desgastes emocionais e vícios em drogas. Um dos seus primeiros traumas foi o divórcio dos pais, fato que nunca superou. Formou o Nirvana com o baixista e amigo Krist Novoselic em 1987. Em dois anos, a banda fixou-se como um dos principais grupos do cenário local. Em 1991, a chegada da música Smells Like Teen Spirit marcou o início de uma dramática e eletrizante mudança no mundo do rock, que afastou dos holofotes os estilos glam metal, arena rock e dance-pop, para dar lugar a um estilo de rock mais sujo, pesado, originando o som denominado grunge e o rock alternativo.
Os últimos anos de sua vida foram castigados pela dependência exagerada de heroína, pela forte pressão exercida pela mídia e por sua conturbada relação com a esposa, Courtney Love. No dia 5 de abril de 1994, Kurt Cobain foi encontrado morto em sua casa em Seattle, com apenas 27 anos. Os jornais dizem que Kurt se suicidou, mas muitos fãs acusam Courtney Love de ter assinado o marido.
'' ... Se meus olhos mostrassem a minha alma, todos, ao me verem sorrir, chorariam comigo ... '' Kurt Cobain
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| Descuido é violência |
Em julho de 1977, Marley descobriu uma ferida no dedão de seu pé direito, que ele pensou ter sofrido durante uma partida de futebol. A ferida não cicatrizou, e sua unha caiu. Foi, então, que o diagnóstico correto foi feito. Marley, na verdade, sofria de uma espécie de câncer de pele, chamado melanoma maligno, que se desenvolveu sob sua unha. Os médicos o aconselharam a amputar o dedo, mas ele se recusou, devido aos princípios rastafáris, que diziam que os médicos são homens que enganam os ingênuos fingindo ter o poder de curar. A doença do cantor foi escondida durante três anos do grande público. Até que, em uma turnê pelos EUA, Marley desmaiou e teve que ser internado. Depois disso, foi para Alemanha tentar um tratamento, mas era tarde demais. Ele faleceu no hospital Cedars of Lebanon no dia 11 de maio de 1981, em Miami, Flórida, aos 36 anos.
"Não viva para que a sua presença seja notada, mas para que a sua falta seja sentida..." Bob Marley
sexta-feira, 9 de julho de 2010
Lixo
Armazena toxina que impede de sermos bons e passa a nítida certeza que podemos decidir a vida do outro. Lixo impede que amemos e nos dificulta a capacidade de compreensão. Afastar do lixo é sinônimo de prudência e é nosso direito desvincular (e não matar ou morrer) deles que de todas as formas tentam nos prejudicar, principalmente por ter ascendência nociva sobre nós.
Cuidar para que influências diabólicas não nos atinjam também é de nossa responsabilidade. Somos nós que colocamos limites e controlamos o lixo tóxico que o mundo produz em alta escala, que quer adentrar em nosso relacionamento, em nossa vida. A verdade é que há neste mundo, uma grande quantidade de pessoas comprometidas com a maldade, com a injustiça, com o falso poder, que podemos compreender ser lixo.
Precisamos nos cuidar e muito do lixo produzido ao nosso lado e não estamos livres, porque onde há pessoas lá se produz lixos e não estamos livres de nos contaminarmos. O que vai fazer a diferença é o quanto nos envolvemos em diminuir lixos, porque quanto mais cresce o mal, mais crescem os necessitados de bondade.
Comecemos a pensar: Qual foi o lixo que produzimos hoje? Será que foi o ciúme, a mentira, a maledicência, a inveja? Será que consigo administrar a alegria do outro? Será que estou arquitetando algo contra o outro? Empecilho que negligenciam a nossa própria felicidade, se reconhecemos o erro já é o começo do acerto.
De uma coisa temos certeza, quem mais traz o mal (lixo) no coração é quem mais precisa da presença de Deus. Se isso for reconhecido será a chance de Deus acontecer na história impedindo assim, atrocidades, toxinas, para as Priscilas, Eloás, Izabelas, Mércias, Elizas, e tantas outras.
Mi – Base:FM - Cps,09/07/10
Cuidar para que influências diabólicas não nos atinjam também é de nossa responsabilidade. Somos nós que colocamos limites e controlamos o lixo tóxico que o mundo produz em alta escala, que quer adentrar em nosso relacionamento, em nossa vida. A verdade é que há neste mundo, uma grande quantidade de pessoas comprometidas com a maldade, com a injustiça, com o falso poder, que podemos compreender ser lixo.
Precisamos nos cuidar e muito do lixo produzido ao nosso lado e não estamos livres, porque onde há pessoas lá se produz lixos e não estamos livres de nos contaminarmos. O que vai fazer a diferença é o quanto nos envolvemos em diminuir lixos, porque quanto mais cresce o mal, mais crescem os necessitados de bondade.
Comecemos a pensar: Qual foi o lixo que produzimos hoje? Será que foi o ciúme, a mentira, a maledicência, a inveja? Será que consigo administrar a alegria do outro? Será que estou arquitetando algo contra o outro? Empecilho que negligenciam a nossa própria felicidade, se reconhecemos o erro já é o começo do acerto.
De uma coisa temos certeza, quem mais traz o mal (lixo) no coração é quem mais precisa da presença de Deus. Se isso for reconhecido será a chance de Deus acontecer na história impedindo assim, atrocidades, toxinas, para as Priscilas, Eloás, Izabelas, Mércias, Elizas, e tantas outras.
Mi – Base:FM - Cps,09/07/10
quinta-feira, 20 de maio de 2010
Bullying
Expressão que os ingleses aplicam nas escolas para definir o comportamento de crianças e adolescentes que têm o dom de infernizar a vida dos seus colegas.
Ingredientes maléficos que o compõe: humilhar, constranger, ofender, perseguir, difamar, machucar.
Volta e meia, a imprensa noticia casos em que a agressão chega a extremos, terminando na morte da vítima ou do agressor. O que pode parecer uma simples brincadeira de criança, piadinhas de mau gosto ou apelidos pejorativos, na verdade não têm nada de normal ou inconseqüente.
É um desvio de comportamento em que o agressor pratica abusos morais ou físicos, levando a vítima a se afastar do convívio dos amigos, a desinteressar-se dos estudos, abalando profundamente sua auto-estima.
Com os avanços da tecnologia e o acesso generalizado a computadores e celulares, essa prática nefasta ultrapassou o muro das escolas, dando origem ao chamado Cyberbullying.
Infiltrado pela Internet
Através dos e-mails, dos blogs, do Orkut, MSN etc., o agressor dissemina sua raiva e infelicidade, algumas vezes identificado, outras fazendo-se passar por outra pessoa ou escondendo-se atrás de um nick, enviando mensagens ofensivas a outras crianças ou jovens, difundindo fotos comprometedoras, alterando o perfil das vítimas, incitando terceiros a reforçar o ataque, com o claro propósito de humilhar, assustar, constranger, isolar aquele considerado mais fraco ou diferente.
Alvo fácil para aquele que precisa derrubar alguém para sentir-se forte, ser mais popular no grupo, esconder suas próprias fraquezas atacando as dos outros, fazendo-os infelizes como ele.
É provável que o agressor também tenha sido humilhado um dia, descarregando no mais frágil a sua própria frustração e impotência.
O mais grave dessa situação é que a vítima, na maior parte das vezes, não sabendo como reagir, com medo de piorar sua situação, acaba se isolando, sofrendo sozinho, sem pedir ajuda a ninguém. Justamente numa época da vida em que o adolescente está definindo sua personalidade e que a opinião do grupo é fundamental como parâmetro de aceitação e admiração, ele se vê indefeso e profundamente magoado.
Este tem sido um desafio para muitos pais e professores que se vêem diante de um desvio de comportamento que tantos danos é capaz de causar, sem saberem como evitar que isso aconteça.
O que pode ser feito?
O que pode e deve ser feito nessas circunstâncias é, antes de tudo, prevenir os filhos quanto a essa possibilidade e orientá-los no sentido de que mantenham distância do agressor e seus ataques, sem responder às provocações e alimentar ainda mais sua raiva, pois é justamente isso que ele espera da vítima.
Outra coisa importante é não manter segredo da ofensa, intimidando-se. Embora sofrido, esse momento pode se tornar uma oportunidade para o jovem agredido lidar com os próprios complexos, e superar - com a ajuda das pessoas queridas - uma situação de confronto, ampliando seus recursos internos.
Outra recomendação a ser enfatizada aos jovens é evitar sempre a exposição excessiva na Internet: não divulgar seus dados pessoais, ou de seus familiares ou fotos, tomando cuidados com essas divulgações até mesmo nas conversas com amigos.
Enfim, a inclusão no mundo virtual – como no presencial – implica em correr riscos, e é preciso mostrar aos filhos como percorrer seus caminhos.
Maluh Duprat - psicóloga componente do NPPI
Fake
"Alguns pré-adolecentes e adolescente têm paixão pelo fake, o dito perfil falso, feito em blogs, fotoblogs ou sites de relacionamento"
A adolescência seja a atual, ou a de tempos passados, sempre se caracterizou como um período conflituoso, confuso, prazeroso e educativo. A fase da formação do indivíduo como ser pensante, cheio de ideias revoltas, muita onipotência e egoísmo.
Período de crise, onde os novos limites ainda são desconhecidos e o que vale é descobri-los, deixando para trás as escolhas que os pais faziam por nós, trazendo à tona nossas próprias escolhas, aprendendo a lidar com suas consequências. O que falar então da adolescência brasileira atual?
Filhos da geração Coca-Cola, dos caras-pintadas, revolucionários da paz que derrubaram o presidente. Os adolescentes atuais vêm com a história de serem filhos de adultos que, em suas próprias adolescências derrubaram padrões, refizeram as leis, a política e a maneira de pensar.
Netos de uma geração romântica, onde os valores e papéis pré-determinados na família, sexualidade, religião, não mais conseguiam se sustentar. São filhos da geração que tornou claras essas mudanças; são filhos de filhos que completaram o sonho de seus pais e tornaram, com sua força adolescente, o país mais livre, democrático, menos competitivo e mais cooperativo. Tornaram a família mais móvel, onde os conceitos de liberdade individual, facilidade de rotina, união de interesses comuns, substituíram os ideais românticos de seus avós do "Felizes para sempre" ou do "Até que a morte os separe" para o " Que seja eterno enquanto dure".
A adolescência brasileira atual reina num país democrata, apesar de ainda muito injusto e violento, numa multifamília, com seus multivalores. Aprendem desde cedo, que o verde pode ser verde para seu pai biológico, mas pode ser azul para o pai que vive em uma de suas casas. Que a bananada de sua mãe de barriga, às vezes é doce, mas às vezes pode ser salgada e que para a nova namoradinha do pai, bananada, só se for light.
E isso afinal, é bom ou é ruim? Diria nem só bom, nem só ruim, só é o que é. E aí, talvez resida mais um dos paradigmas que temos visto cair na atualidade.
O que é certo? E o que é errado?
Antes tínhamos essa resposta bem definida: pelo Estado, pela Igreja e pela família. Tivemos gerações achatadas e infelizes, na tentativa de reproduzir o que era certo, mesmo que esse certo tivesse sido determinado por outro ou, que em consequência, muitas vezes o indivíduo sucumbisse.
OK. E atualmente, então, o que temos?
Temos o tudo: o tudo pode, o tudo tem seus dois lados. Temos a relativização dos fatos e de suas consequências. E isso é bom, se o indivíduo se conhece, e conhece os seus valores. Mas isso é ruim, se o individuo, não se conhece e consequentemente não sabe o que é bom ou ruim para ele mesmo.
Essa geração que educa os adolescentes atuais parecem já ter percebido, que o mundo deles é inclusivo, internético e tecnológico, sem leis ou regras muito claras, onde tudo pode e onde nada é só certo ou só errado, onde tudo tem vários lados e onde cada lado, trás em si, suas próprias consequências.
Lado fake
Um dos melhores exemplos desse estado de coisas parece estar retratado no uso e na paixão que alguns pré-adolecentes e adolescente têm pelo fake, o dito perfil falso, feito em blogs, fotoblogs ou sites de relacionamento.
O fake toma conta do Orkut, MSN Messenger e outras camadas da Internet. Existe fake para todo tipo de uso, desde o mais saudável até o mais prejudicial: alguns brincam, outros, estão a serviço de fins ilegais, como a pedofilia ou o racismo. Alguns usam o anonimato para discutir política ou pregar trotes que podem magoar, ofender e envergonhar pessoas.
Brincando o tempo todo com a imaginação, o adolescente tem uma vida social virtual intensa acontecendo 24 horas por dia. Nessa vida, possuem outra família e um monte de melhores amigos, dos quais não precisam saber nem a idade ou o sexo.
Parece brincadeira de criança: Junta em sua essência, as agendas das meninas das décadas de 80 (onde se grudava de tudo, desde papel de bala, até código pra esconder o que a mãe não podia ler) com as brincadeiras dos meninos, seus comentários "maldosos", a "contação" de vantagem, que só podiam existir entre os meninos e suas competições masculinas, onde a inclusão dos sonhos e desejos se misturava, ficando sempre tão próxima à realidade.
E, qual o principal aprendizado que tirávamos disso tudo?
A experimentação. É no experimentar - papéis, sabores, sentimentos e sensações, o estar e se mostrar - que parece residir a principal atração dos perfis fakes. A questão, então, está no uso que se faz dessa experimentação.
Se antigamente, fingíamos ser dos Menudos (banda pop porto-riquenha dos anos 80), brincávamos de policia e ladrão, imaginávamos princesas sendo salvas por seus príncipes; hoje, temos o frio na barriga da possibilidade de ser reconhecido, acabando por transformar as brincadeiras de "o gato mia", em algo que pode ser experimentado, a qualquer hora, e sem a necessidade de estarem todos no escuro, dentro do mesmo quarto.
Antes se sabia com quem brincávamos, a que hora devíamos parar e estávamos quase sempre entre amigos verdadeiros e de convívio familiar. Nessa nova forma de brincar, isso não acontece, pois ela traz consigo a impossibilidade de reconhecimento – uma das leis no mundo dos fakes: não se sabe se o menino é menino ou se é menina, e quase nunca é possível descobrir-se a identidade do dono do fake.
O anonimato e a possibilidade de burlar facilitam as más intenções, que também existem no mundo face a face, vale lembrar. Os mal intencionados acabam por deletar suas contas no Orkut com frequencia, abrindo outras em seguida, com outro fake.
É um mundo tecnológico, que parece querer nos ensinar a imaginar, a viver num mundo onde primeiro visualizamos, criamos e sentimos o que desejamos, para depois transportarmos essas fantasias para nossa vida presencial.
Andréa Nolff - psicóloga componente do NPPI
Mi - Cps, 23/04/10
Ingredientes maléficos que o compõe: humilhar, constranger, ofender, perseguir, difamar, machucar.
Volta e meia, a imprensa noticia casos em que a agressão chega a extremos, terminando na morte da vítima ou do agressor. O que pode parecer uma simples brincadeira de criança, piadinhas de mau gosto ou apelidos pejorativos, na verdade não têm nada de normal ou inconseqüente.
É um desvio de comportamento em que o agressor pratica abusos morais ou físicos, levando a vítima a se afastar do convívio dos amigos, a desinteressar-se dos estudos, abalando profundamente sua auto-estima.
Com os avanços da tecnologia e o acesso generalizado a computadores e celulares, essa prática nefasta ultrapassou o muro das escolas, dando origem ao chamado Cyberbullying.
Infiltrado pela Internet
Através dos e-mails, dos blogs, do Orkut, MSN etc., o agressor dissemina sua raiva e infelicidade, algumas vezes identificado, outras fazendo-se passar por outra pessoa ou escondendo-se atrás de um nick, enviando mensagens ofensivas a outras crianças ou jovens, difundindo fotos comprometedoras, alterando o perfil das vítimas, incitando terceiros a reforçar o ataque, com o claro propósito de humilhar, assustar, constranger, isolar aquele considerado mais fraco ou diferente.
Alvo fácil para aquele que precisa derrubar alguém para sentir-se forte, ser mais popular no grupo, esconder suas próprias fraquezas atacando as dos outros, fazendo-os infelizes como ele.
É provável que o agressor também tenha sido humilhado um dia, descarregando no mais frágil a sua própria frustração e impotência.
O mais grave dessa situação é que a vítima, na maior parte das vezes, não sabendo como reagir, com medo de piorar sua situação, acaba se isolando, sofrendo sozinho, sem pedir ajuda a ninguém. Justamente numa época da vida em que o adolescente está definindo sua personalidade e que a opinião do grupo é fundamental como parâmetro de aceitação e admiração, ele se vê indefeso e profundamente magoado.
Este tem sido um desafio para muitos pais e professores que se vêem diante de um desvio de comportamento que tantos danos é capaz de causar, sem saberem como evitar que isso aconteça.
O que pode ser feito?
O que pode e deve ser feito nessas circunstâncias é, antes de tudo, prevenir os filhos quanto a essa possibilidade e orientá-los no sentido de que mantenham distância do agressor e seus ataques, sem responder às provocações e alimentar ainda mais sua raiva, pois é justamente isso que ele espera da vítima.
Outra coisa importante é não manter segredo da ofensa, intimidando-se. Embora sofrido, esse momento pode se tornar uma oportunidade para o jovem agredido lidar com os próprios complexos, e superar - com a ajuda das pessoas queridas - uma situação de confronto, ampliando seus recursos internos.
Outra recomendação a ser enfatizada aos jovens é evitar sempre a exposição excessiva na Internet: não divulgar seus dados pessoais, ou de seus familiares ou fotos, tomando cuidados com essas divulgações até mesmo nas conversas com amigos.
Enfim, a inclusão no mundo virtual – como no presencial – implica em correr riscos, e é preciso mostrar aos filhos como percorrer seus caminhos.
Maluh Duprat - psicóloga componente do NPPI
Fake
"Alguns pré-adolecentes e adolescente têm paixão pelo fake, o dito perfil falso, feito em blogs, fotoblogs ou sites de relacionamento"
A adolescência seja a atual, ou a de tempos passados, sempre se caracterizou como um período conflituoso, confuso, prazeroso e educativo. A fase da formação do indivíduo como ser pensante, cheio de ideias revoltas, muita onipotência e egoísmo.
Período de crise, onde os novos limites ainda são desconhecidos e o que vale é descobri-los, deixando para trás as escolhas que os pais faziam por nós, trazendo à tona nossas próprias escolhas, aprendendo a lidar com suas consequências. O que falar então da adolescência brasileira atual?
Filhos da geração Coca-Cola, dos caras-pintadas, revolucionários da paz que derrubaram o presidente. Os adolescentes atuais vêm com a história de serem filhos de adultos que, em suas próprias adolescências derrubaram padrões, refizeram as leis, a política e a maneira de pensar.
Netos de uma geração romântica, onde os valores e papéis pré-determinados na família, sexualidade, religião, não mais conseguiam se sustentar. São filhos da geração que tornou claras essas mudanças; são filhos de filhos que completaram o sonho de seus pais e tornaram, com sua força adolescente, o país mais livre, democrático, menos competitivo e mais cooperativo. Tornaram a família mais móvel, onde os conceitos de liberdade individual, facilidade de rotina, união de interesses comuns, substituíram os ideais românticos de seus avós do "Felizes para sempre" ou do "Até que a morte os separe" para o " Que seja eterno enquanto dure".
A adolescência brasileira atual reina num país democrata, apesar de ainda muito injusto e violento, numa multifamília, com seus multivalores. Aprendem desde cedo, que o verde pode ser verde para seu pai biológico, mas pode ser azul para o pai que vive em uma de suas casas. Que a bananada de sua mãe de barriga, às vezes é doce, mas às vezes pode ser salgada e que para a nova namoradinha do pai, bananada, só se for light.
E isso afinal, é bom ou é ruim? Diria nem só bom, nem só ruim, só é o que é. E aí, talvez resida mais um dos paradigmas que temos visto cair na atualidade.
O que é certo? E o que é errado?
Antes tínhamos essa resposta bem definida: pelo Estado, pela Igreja e pela família. Tivemos gerações achatadas e infelizes, na tentativa de reproduzir o que era certo, mesmo que esse certo tivesse sido determinado por outro ou, que em consequência, muitas vezes o indivíduo sucumbisse.
OK. E atualmente, então, o que temos?
Temos o tudo: o tudo pode, o tudo tem seus dois lados. Temos a relativização dos fatos e de suas consequências. E isso é bom, se o indivíduo se conhece, e conhece os seus valores. Mas isso é ruim, se o individuo, não se conhece e consequentemente não sabe o que é bom ou ruim para ele mesmo.
Essa geração que educa os adolescentes atuais parecem já ter percebido, que o mundo deles é inclusivo, internético e tecnológico, sem leis ou regras muito claras, onde tudo pode e onde nada é só certo ou só errado, onde tudo tem vários lados e onde cada lado, trás em si, suas próprias consequências.
Lado fake
Um dos melhores exemplos desse estado de coisas parece estar retratado no uso e na paixão que alguns pré-adolecentes e adolescente têm pelo fake, o dito perfil falso, feito em blogs, fotoblogs ou sites de relacionamento.
O fake toma conta do Orkut, MSN Messenger e outras camadas da Internet. Existe fake para todo tipo de uso, desde o mais saudável até o mais prejudicial: alguns brincam, outros, estão a serviço de fins ilegais, como a pedofilia ou o racismo. Alguns usam o anonimato para discutir política ou pregar trotes que podem magoar, ofender e envergonhar pessoas.
Brincando o tempo todo com a imaginação, o adolescente tem uma vida social virtual intensa acontecendo 24 horas por dia. Nessa vida, possuem outra família e um monte de melhores amigos, dos quais não precisam saber nem a idade ou o sexo.
Parece brincadeira de criança: Junta em sua essência, as agendas das meninas das décadas de 80 (onde se grudava de tudo, desde papel de bala, até código pra esconder o que a mãe não podia ler) com as brincadeiras dos meninos, seus comentários "maldosos", a "contação" de vantagem, que só podiam existir entre os meninos e suas competições masculinas, onde a inclusão dos sonhos e desejos se misturava, ficando sempre tão próxima à realidade.
E, qual o principal aprendizado que tirávamos disso tudo?
A experimentação. É no experimentar - papéis, sabores, sentimentos e sensações, o estar e se mostrar - que parece residir a principal atração dos perfis fakes. A questão, então, está no uso que se faz dessa experimentação.
Se antigamente, fingíamos ser dos Menudos (banda pop porto-riquenha dos anos 80), brincávamos de policia e ladrão, imaginávamos princesas sendo salvas por seus príncipes; hoje, temos o frio na barriga da possibilidade de ser reconhecido, acabando por transformar as brincadeiras de "o gato mia", em algo que pode ser experimentado, a qualquer hora, e sem a necessidade de estarem todos no escuro, dentro do mesmo quarto.
Antes se sabia com quem brincávamos, a que hora devíamos parar e estávamos quase sempre entre amigos verdadeiros e de convívio familiar. Nessa nova forma de brincar, isso não acontece, pois ela traz consigo a impossibilidade de reconhecimento – uma das leis no mundo dos fakes: não se sabe se o menino é menino ou se é menina, e quase nunca é possível descobrir-se a identidade do dono do fake.
O anonimato e a possibilidade de burlar facilitam as más intenções, que também existem no mundo face a face, vale lembrar. Os mal intencionados acabam por deletar suas contas no Orkut com frequencia, abrindo outras em seguida, com outro fake.
É um mundo tecnológico, que parece querer nos ensinar a imaginar, a viver num mundo onde primeiro visualizamos, criamos e sentimos o que desejamos, para depois transportarmos essas fantasias para nossa vida presencial.
Andréa Nolff - psicóloga componente do NPPI
Mi - Cps, 23/04/10
sábado, 5 de dezembro de 2009
Violência
Grandes violências começam com pequenas violências. A princípio parecem brincadeiras leves, mas pode estar camuflada a agressão. Tratarmos o outro com merecido respeito, conseguiremos ser lembrados pela boa educação.
Ninguém precisa que seqüestradores destruam nossa auto-estima, a condição de agressor perde seu referencial quando o tratamos bem e sem medo. Temos como exemplo os fantasmas que só vivem porque nós os alimentamos com os nossos medos.
Palavras benditas têm um poder muito maior que as malditas, perseguir boas palavras encorajam e impulsionam, vale ouví-las. A educação nos dá qualidade e exitem pessoas, que merecem o nosso melhor.
Descubrir a beleza de ser humano é perceber que nascemos e dependemos de cuidados de pessoas amorosas, cuidados estes que nos amadurecem, nos estimulam, nos fomentam ao crescimento não deixando que permaneçamos infantis e desequilíbrados.
Tornemos importantes para as pessoas que nos cuidaram e as que nos ladeiam.
Mi – Base:FM Cps, 15/05/08
Ninguém precisa que seqüestradores destruam nossa auto-estima, a condição de agressor perde seu referencial quando o tratamos bem e sem medo. Temos como exemplo os fantasmas que só vivem porque nós os alimentamos com os nossos medos.
Palavras benditas têm um poder muito maior que as malditas, perseguir boas palavras encorajam e impulsionam, vale ouví-las. A educação nos dá qualidade e exitem pessoas, que merecem o nosso melhor.
Descubrir a beleza de ser humano é perceber que nascemos e dependemos de cuidados de pessoas amorosas, cuidados estes que nos amadurecem, nos estimulam, nos fomentam ao crescimento não deixando que permaneçamos infantis e desequilíbrados.
Tornemos importantes para as pessoas que nos cuidaram e as que nos ladeiam.
Mi – Base:FM Cps, 15/05/08
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
Cristalizar
Quando se corrige problema logo que percebido, deixa de ser problema. Se não o fazemos, o erro torna sólido, cristaliza. Pessoas más estruturadas na vida adulta, certamente manifestaram em criança. Mas nada fizeram para tal correção.
Portanto criança malcriada, adulto repressor, autoritário dentre milhões de outros erros. O desafio é saber se vale a pena ajudá-las ou se o melhor é afastarmos? Depende do valor que a pessoa tem em nossa vida.
Mi - Base:FM Cps,17/07/08 - 03:06
Portanto criança malcriada, adulto repressor, autoritário dentre milhões de outros erros. O desafio é saber se vale a pena ajudá-las ou se o melhor é afastarmos? Depende do valor que a pessoa tem em nossa vida.
Mi - Base:FM Cps,17/07/08 - 03:06
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