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quinta-feira, 22 de abril de 2010

A Bíblia

Curiosidades sobre a bíblia

1 - Qual o significado da palavra "Bíblia"?
A palavra "Bíblia", em português, tem uma longa história que nos leva de volta ao rio Nilo no Egito, os Papirus usados para produzir um material barato para escrita eram chamados "biblos". Biblion era o nome dado a um rolo de papirus. Com o passar do tempo, essa palavra foi modificada e usada em grego, então em latin, depois francês, inglês, português e assim por diante.
2 - O que significa a palavra “testamento”?
Testamento é a forma antiga usada para palavra declaração ou acordo entre dois grupos ou duas pessoas. Na Bíblia podem ser unidos com duas palavras chaves. "Berith" é a palavra hebréia para Convenção; "Diatheke" é a palavra grega para Testamento.
3 - O que é “pentateuco”?
Pentateuco é o nome dado aos primeiros cinco livros do Antigo Testamento. Estes foram escritos por Moisés e também são chamados a Lei ou Torah (que significa 'ensinar'). Esta também era a única parte de Bíblia que o grupo religioso judeu chamado o Saduceus reconheceu no tempo de Jesus.
O primeiro uso da palavra Pentateuco para os primeiros cinco livros do Antigo Testamento estava por Origem. A palavra está baseada nas palavras gregas "cinco" e "rolo de papel". De fato os primeiros cinco livros realmente são como um livro com cinco volumes.
4 - Qual o significado da palavra “evangelho”?
A palavra evangelho ("Gospel" em inglês) vem do grego que significa "Boas Novas" ou "Boas Notícias". Foi usada no Novo Testamento para descrever a mensagem de Jesus. No século II depois de Cristo os primeiros quatro livros do N.T. foram conhecidos como "evangelhos". A referência para os quatro evangelhos feita por Justin Martyr.
5 - Em que idioma foi escrito o Antigo Testamento?
Em hebreu e aramaico como (Esd 4:8 a 6:18 e 7:12 a 26; Dan. 2:4 a 7:28; Jer. 10:11 e duas palavras em Gen. 31:47).
6 - Em que idioma foi escrito o Novo Testamento?
Em grego comum (Às vezes chamado Grego Koine) do Oriente Médio e dos países que estavam ao redor do Mar Mediterrâneo no tempo de Jesus.
7 - Em quantos idiomas a Bíblia já foi traduzida?
Partes da Bíblia em mais de 2,100 idiomas. A Bíblia inteira em aproximadamente 350 idiomas com; O Novo Testamento em mais de 800 idiomas; e em mais de 1000 idiomas foi traduzido pelo menos um Livro da Bíblia. E em mais de 2.150 idiomas foram traduzidos versículos da Bíblia. Os Tradutores "Wycliffe" da Bíblia acreditam que há 6.000 idiomas falados ao redor no redor do mundo.
8 - Quem decidiu quais livros deveriam ser incluídos no Antigo Testamento?
Deus é o que inspirou os escritores e assim deu o seu endosso para eles. Crentes usam as seguintes pistas para descobrir quais livros foram autorizados e foram inspirados por Deus.
(EF 2:20) "Edificados sobre o fundamento dos apóstolos e dos profetas, de que Jesus Cristo é a principal pedra".
9 - Como foram escolhidos os livros da Bíblia?
As características fundamentais para que o livro tenha sido incluído na Bíblia são:
* Profetas ou Apóstolos ou uniram a um Apóstolo, por exemplo, o Marcos é unido a Pedro; Lucas a Paulo.
Alguns pontos que foram analisados antes de incluir um livro na Bíblia foram:
* Não tenha falsas profecias (Deuteronômio 18:21-22)
* Não contate espíritos passados (Deuteronômio 18:11)
* Não use adivinhação (Deuteronômio 18:11)
* Não use médiuns ou bruxas (Deuteronômio 18:11)
* Não siga falsos deuses ou ídolos (Êxodo 20:3-4; Deuteronômio 13:1-3)
"Quando o Deus Eterno fala; quem não anuncia sua mensagem?" Amós 3:8
Também pode ser endossada autoridade por milagres.
Varões israelitas, escutai estas palavras: A Jesus, o nazareno, varão aprovado por Deus entre vós com milagres, prodígios e sinais, que Deus por ele fez no meio de vós, como vós mesmos bem sabeis. Atos 2:22
"Quando eu estava com você, eu era paciente e trabalhei todos os milagres poderosos e sinais e maravilhas de um verdadeiro apóstolo." II Coríntios 2:12.
(HB 2:3) "Como escaparemos nós, se não atentarmos para uma tão grande salvação, a qual, começando a ser anunciada pelo Senhor, foi-nos depois confirmada pelos que a ouviram;"
(HB 2:4) "Testificando também Deus com eles, por sinais, e milagres, e várias maravilhas e dons do Espírito Santo, distribuídos por sua vontade?" Hebreus 2: 3-4
10 - A mensagem contou a verdade sobre Deus?
(II CO 1:17) "E, deliberando isto, usei porventura de leviandade? Ou o que delibero, o delibero segundo a carne, para que haja em mim sim, sim, e não, não?"
(II CO 1:18) "Antes, como Deus é fiel, a nossa palavra para convosco não foi sim e não."
(HB 6:18) "Para que por duas coisas imutáveis, nas quais é impossível que Deus minta, tenhamos a firme consolação, nós, os que pomos o nosso refúgio em reter a esperança proposta;"
11 - A Bíblia não inspira devoção à outros "Deuses"?
(DT 18:20) "Porém o profeta que tiver a presunção de falar alguma palavra em meu nome, que eu não lhe tenha mandado falar, ou o que falar em nome de outros deuses, esse profeta morrerá." (DT 18:22) "Quando o profeta falar em nome do SENHOR, e essa palavra não se cumprir, nem suceder assim; esta é palavra que o SENHOR não falou. O Livro não contém inexatidões históricas. O Livro não contém profecias que não aconteceram.
12 - Os judeus usam o mesmo Antigo Testamento que os cristãos?
Sim, trinta e nove livros.
13 - A Bíblia católica possui mais livros que a Bíblia protestante?
Sim. Elas possuem uma seção extra chamada os Apócrifos. Veja as respostas às próximas duas perguntas.
14 - O que é apócrifo?
O Apócrifo é a seção extra em Bíblias católicas. A palavra “apócrifo” vem do adjetivo 14 livros que compõem os Apócrifos (quinze se você dividisse o livro de Baruque em dois). Deste a Igreja católica aceita 11 dos 14 (12 dos 15)
> O que compõe o apócrifo?
O número dos livros apócrifos é maior que o da Bíblia canônica. É possível contabilizar 112 deles, 52 em relação ao Antigo Testamento e 60 em relação ao Novo. [3] A tradição conservou outras listas dos livros apócrifos, nas quais constam um número maior ou menor de livros. Destaca-se, a seguir, alguns desses escritos segundo suas categorias.
> Evangelhos: de Maria Madalena, de Tomé, Filipe, Árabe da Infância de Jesus, do Pseudo-Tomé, de Tiago, Morte e Assunção de Maria, Judas Iscariotes;
> Atos: de Pedro, Tecla e Paulo, Dos doze apóstolos, de Pilatos;
> Epístolas: de Pilatos a Herodes, de Pilatos a Tibério, dos apóstolos, de Pedro a Filipe, Paulo aos Laodicenses, Terceira epístola aos Coríntios, de Aristeu;
>Apocalipses: de Tiago; de João, de Estevão, de Pedro, de Elias, de Esdras, de Baruc; de Sofonias;
>Testamentos: de Abraão, Isaac, de Jacó, dos 12 Patriarcas, de Moisés, de Salomão, de Jó;
>Outros: A filha de Pedro, Descida de Cristo aos Infernos, Declaração de José de Arimatéia, Vida de Adão e Eva, Jubileus, 1,2 e 3 Henoque, Salmos de Salomão; Oráculos Sibilinos.
15 - Por que as igrejas protestantes rejeitam os apócrifos?
A. Eles nunca são citados no NT por Jesus ou por qualquer dos outros Escritores.
B. A fé judaica nunca aceitou os apócrifos como Bíblia.
C. A comunidade onde os manuscritos do mar morto foram achados nunca tratou os apócrifos como Bíblia.
D. O Conselho Judeu de Jamnia rejeitou os apócrifos como Bíblia. (DC 90)
E. Nenhum dos livros reivindica vir de Deus. O livro de Macabeus em I Macabeus 9:27 ensina "E levantou-se uma tão grande tribulação em Israel que não se tinha visto outra assim desde o tempo em que os profetas tinham desaparecido de Israel." (Trad. Pe. Matos Soares - Ed. Paulinas)
F. Partes dos livros têm erros em doutrina, história ou contradiz outras partes do Antigo Testamento.
16 - Quando os apócrifos foram incluídos na Bíblia pela igreja católica?
Os livros foram oficialmente incluídos na Bíblia pelo Conselho Católico de Trent (1545-63) e foram aceitos oficialmente em abril de 1546. Antes disso a Igreja estava dividida a respeito da inclusão dos livros.
17 - Quando o Novo Testamento foi escrito?
Embora haja muito debate sobre quando os Livros do Novo Testamento foram escritos. A maioria das pessoas acredita que Eles foram escritos entre 45 DC e 95 DC
18 - Nós ainda poderíamos acrescentar mais livros à Bíblia?
(DT 4:2) "Não acrescentareis à Palavra que vos mando, nem diminuireis Dela, para que guarde os mandamentos do SENHOR vosso Deus, que eu vos mando."
(PV 30:5) "Toda a Palavra de Deus é pura; escudo é para os que confiam nele."
(PV 30:6) "Nada acrescentes às suas Palavras, para que não te repreenda e sejas achado mentiroso."
(AP 22:18) "Porque eu testifico a todo aquele que ouvir as Palavras da Profecia deste Livro que, se alguém Lhes acrescentar alguma coisa, Deus fará vir sobre ele às pragas que estão escritas neste Livro;"
(AP 22:19) "E, se alguém tirar quaisquer Palavras do Livro desta Profecia, Deus tirará a sua parte do Livro da Vida, e da Cidade Santa, e das coisas que estão escritas neste Livro."
(I CO 4:6) "E eu, irmãos, apliquei estas coisas, por semelhança, a mim e a Apolo, por amor de vós; para que em nós aprendais a não ir além do que está escrito, não vos ensoberbecendo a favor de um contra outro."
A Bíblia não necessita que nada lhe seja acrescentado, Ela possui todo o necessário para nossa salvação.
(JO 20:30) "Jesus, pois, operou também em presença de seus discípulos muitos outros sinais, que não estão escritos neste Livro."
(JO 20:31) "Estes, porém, foram escritos para que creiais que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus, e para que, crendo, tenhais vida em seu nome."
(II PE 1:3) "Visto como o seu Divino Poder nos deu tudo o que diz respeito à vida e piedade, pelo conhecimento Daquele que nos chamou pela sua glória e virtude;"
(DT 29:29) "As coisas encobertas pertencem ao SENHOR nosso Deus, porém as reveladas nos pertencem a nós e a nossos filhos para sempre, para que cumpramos todas as Palavras desta Lei."
19 - Jesus usava o Antigo Testamento?
Jesus usou Bíblia para responder as tentações de Satanás (Mateus 4:1-10), para introduzir Seu Ministério (Lucas 4:16-21) explicar como adquirir Vida Eterna (Mateus 19:16 - 22), quando as pessoas tentaram pegar a Jesus ele usou o Antigo Testamento (Mateus 19:3 - 6) para instruir as pessoas (João 6:25-34) e após sua ressurreição usou o Antigo Testamento para explicar sua Vida, Morte e Ressurreição.
Nós vemos que os escritores do Novo Testamento citam Deus como Autor do Antigo Testamento 56 vezes.
20 - Como Deus passou a mensagem para os profetas da Bíblia?
Através de Anjos - Gênesis 18-19 / Sonhos - Daniel 7:1; Números 12:6 / Visões - Isaías 1:1; Ezequiel 1:1, 8:3, 11:24, 43:3. / Milagres - Moisés (Êxodo 3:2); Gideão (Juizes 6:37) Jonas / Natureza - Salmos 19:1 / Voz Interna - O método mais comum. / Verbalmente - 1 Samuel 3:4 / Luzes e Fogo - Êxodo 28:30 / Pesquisando as escrituras sagradas: Daniel 9: 1-2. Veja também: Êxodo 4:12, Êxodo 24:4, Isaías 30:8, Ezequiel 2:7, Êxodo 20:1
21 - Era comum Jesus usar o Antigo Testamento?
Jesus freqüentemente usou o Antigo Testamento e tratou isto como a Palavra de Deus. Ele recorreu a quinze histórias do Antigo Testamento = Mateus 19:4-5 Adão e Eva Gênesis 1:27; 2:24 / Lucas 11:51 Cain e Abel Gênesis 4:8
Lucas 17:26-27 Noé e o dilúvio Gênesis 6 à 8 / João 8:56-58 Abraão Gênesis 15-25 / Lucas 10:12; 17:28-32 Sodoma e Gomorra Gênesis 19 / Mateus 8:11 Isaac e Jacó Gênesis 25 / Marcos 7:9-10 Os Dez Mandamentos Exodo 20
João 6:31-51 Maná Exodo 16 / João 3:14 Serpente Numeros 21 / Marcos 2:25-26 Davi e o pão consagrado 1 Samuel 21 / Marcos 12:42 Salomão e a rainha de Sheba 1 Reis 10 / Lucas 4:25-26 Elias e a viúva 1 Reis 17 / Lucas 4:27 Elias e Naaman 2 Reis 5 / Lucas 11:51 O assassinato de Zacarias 2 Crônicas 2 / Mateus 12:39-41 Jonas Jonas.
21 - O Antigo Testamento é muito citado no Novo Testamento?
224 citações diretas do Antigo Testamento introduzido com comentários como: 'Como está escrito' ou 'A Bíblia diz.'
7 vezes uma citação usa duas passagens do Antigo Testamento. São parafraseadas 19 citações do Antigo Testamento, são feitas 45 citações sem uma referência. Ao todo, são feitas mais de 295 referências do Antigo Testamento.
30 Livros do Antigo Testamento são citados, só Ruth, Juízes, Canção de Salomão, Eclesiastes, Ester, Esdras, Neemias e Crônicas I e II não são mencionadas diretamente. O Novo Testamento viu uma relação forte entre o que 'Deus diz' e o que a Bíblia diz. Veja Gênesis 12:3 / Gálatas 3:8; Gênesis 2:24 / Mateus 19:4-5; Isaías 55:3 / Atos 13:34
22 - O Novo Testamento foi escrito por testemunhas?
Tudo foi escrito através de testemunhas visuais ou por pessoas que falaram e tinha contato com testemunhas dos eventos. (I JO 1:3) "O que vimos e ouvimos, isso vos anunciamos, para que também tenhais comunhão conosco; e a nossa comunhão é com o Pai, e com seu Filho Jesus Cristo."
23 - Há alguns erros na Bíblia?
Não, não no original. No entanto, podemos ter alguns erros dos escribas. Isto pode acontecer em alguns números e listas genealógicas.
24 - O que é estudo bíblico?
O estudo da Bíblia pode ajudar a entender melhor a Palavra e a Vontade de Deus, além de nos dar comprovações de que a Bíblia representa a vontade de Deus para nossa vida. Além disso, o estudo Bíblico: /Nos orienta onde os fatos aconteceram na Bíblia. / Linhas de tempo históricas da história da Bíblia. / Mapas. / Introdução e nota aos Livros de Bíblia, tópicos e seções. / Notas tópicas em assuntos da Bíblia fundamentais. / Nos provem mais informações sobre uma passagem, doutrinas ou palavras. / Lista de passagens paralelas. / Referências que podem nos trazer um entendimento melhor sobre alguma passagem.
25 - Quantos livros estão na Bíblia?
39 no Antigo Testamento e 27 no Novo Testamento, o que dá 66 livros.
26 - Quantos capítulos estão na Bíblia?
929 no Antigo Testamento e 260 no Novo Testamento, dando um total de 1.189 capítulos.
27 - Quantos versos há na Bíblia?
23.144 no Antigo Testamento e 7.955 no Novo Testamento dando um total de 31.099 versos.
28 - Quantas palavras há na Bíblia?
592.439 No Antigo Testamento e 181.253 no Novo Testamento, dando um total de 773.692 palavras.
29 - Quantas letras há na Bíblia ?
Aproximadamente 3.566.480 milhões de letras
30 - Quantas palavras diferentes são usadas na Bíblia?
Mais de 14.000 palavras são usadas no texto original.
31 - Qual o versículo mais curto da Bíblia?
Antigo Testamento "Ele disse:" Jó 3:2
Novo Testamento "Jesus chorou" João 11:35
32 - Qual o livro mais antigo da Bíblia?
Jó: Escrito por volta de 2000 AC (Antes de Cristo). Gênesis foi escrito por Moisés por volta de 1400 AC.
33 - Como poderia Jesus ter nascido em 4 AC e não no ano 0?
Nosso sistema de datação moderno é baseado em AC (Antes de Cristo) e DC (Depois de Cristo). Porém, este sistema não era usado até 1533 DC e o monge que implantou esse sistema não foi preciso. Porém, o sistema de datação continuou o mesmo.

PS: Os romanos não tinham o número "0" assim, nós vamos de "1 Antes de Cristo" para "1 Depois de Cristo", não há ano 0.
Fonte : http://cris.flessak.googlepages.com/biblia

Sacerdotes chorem por seus fieis!

Joel 2:16 Reúnam todo o povo e mandem que eles se purifiquem. Que venham todos, velhos e crianças e até as criancinhas de peito! Que os recém-casados saiam de casa e venham ao Templo também!
Joel 2:17 E vocês, sacerdotes, que no pátio do Templo servem a Deus, o SENHOR, chorem e façam esta oração: "Ó Deus, não castigues o teu povo! Não nos humilhes diante dos outros povos para que eles não caçoem de nós e perguntem: 'Onde está o Deus de vocês?' "
Joel 2:18 Então o SENHOR mostrou o seu grande amor para com a sua terra e teve pena do seu povo.
Joel 2:19 E respondeu: "Agora, vou lhes dar cereais, vinho e azeite; assim vocês comerão e ficarão satisfeitos. Nunca mais deixarei que os outros povos caçoem de vocês.
Joel 2:20 Enxotarei para longe de vocês a praga de gafanhotos que vem do Norte e os jogarei no deserto. Os gafanhotos que vêm na frente serão jogados no mar Morto, e os que vêm atrás cairão no mar Mediterrâneo. Os gafanhotos mortos, aos montões, vão apodrecer e cheirar mal. Eu vou fazer grandes coisas!
Joel 2:21 "Alegrem-se, ó campos, e não tenham medo, pois eu, o SENHOR, fiz grandes coisas!
Joel 2:22 Animais selvagens, não fiquem com medo, pois o capim vai ficar verde, as árvores darão frutas, e haverá muito figo e muita uva.

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Cap. 1:
1) Homem sincero reto e tenente, o maior de todos do oriente
5) continuamente oferecia holocausto em nome dos 10 filhos. (O que o preocupava?).
6a12) Deus autoriza satanás a tirar bens materiais e filhos de Jó, menos tocar em sua carne
13a22) Tanta notícia ruim ao mesmo tempo. Já era efeito do Satanás.
Cap. 2:
1a6) – Autoriza agora a tocar na carne, menos na vida. Deus controla o quanto pode satanás nos atacar e ele obedece;
13) Jó recebe três ou quatro amigos? – Bildade/ Sofar/ Elifaz – aqui não aparece Eliú, mas ele está presente no capítulo 32.
Cap. 3:
1 a 23) – Jó amaldiçoa o seu nascimento e lamenta a sua miséria;
24a26) Era inquieto sua alma não tinha paz, nem tudo ia bem.
Cap. 4:
1a6) Jó esta fora de si, Eliafaz o repreende;
7) Talvez não fosse tão sincero ou inocente.
Cap. 6:
1a14) Sente muita pena de si mesmo a cada dia que passa.
Cap. 7:
1a19) Quer ficar longe de Deus;
20a21) Chicotada por todo lado. Está irado.
Cap.8:
1a11) Bildade o suíta tradicionalista, acha que Jó tem castigo hereditário,seus pais pecaram e Jó paga por eles. Erradísimo.
Cap. 9:
1a14) Ninguém pode com Deus, sempre é do jeito dEle;
5a16) Jó diz que Deus é ocupado demais para dar atenção a ele. Deus é Onisciente, Onipotente Onividente, Onisuficiente;
17) Deus o castiga sem razão?;
18) Reclama que Deus o amargura muito;
19a23) Que para Deus tanto faz ser justo ou não, Ele castiga a todos e ainda ri;
30a31) Deus não se contenta com nada;
32a35) Jó quer um intermediário, ou seja um juiz para esta briga – Juiz? para ele e Deus?
Cap. 10:
1a14) Mantém as acusações contra Deus;
16a22) Continua exaltada.
Cap.11:
3a16) Sofar o naamatita, diz que Jó zomba de Deus e Ele o deixa a vontade e que não é religioso;
17a20) Jó acha a conversa mundana e não gosta.
Cap. 12:
1a2) Jó responde com sarcasmo;
3) Falta de humildade;
9a25) Críticas ao caminhos de Deus, diz que Ele só faz o que quer- nada coerente Jó.
Cap.13:
3) Só ele quer falar, não quer ouvir a Deus;
4a6) Não considera os conselhos recebidos;
14a17) Argumenta em favor de seus próprios caminhos, confia em si mesmo. – E Deus?
18) Viu bem o coração dele? - Estava se achando.
19) Se Jó parar com o desabafo morre, pois ele tem que falar;
20a28) Cheio de confiança não quer se render – arrogante.
Cap.14) Jó era correto e extremamente perfeito, mas e o seu coração para com Deus? Deus ainda tem um longo caminho para com Jó.
Cap.15:
Elifaz responde;
17a35) Tenta convencer Jó que ele tem o que merece.
Cap.16:
9) Jó diz que Deus o odeia;
16a21) Diz que Deus está longe dele – Jó teria que rever seus conceitos e ser mais humilde. O texto nos mostra que ele não o é.
Cap.17, vers:
8 10) Jó cita quatro grupos bons:os retos/inocentes/justos/e puros, não inclui ali seus amigos e ainda diz que eles são burros;
11a16) É nítida sua depressão, quer a morte sim.
Cap.18:
1a4) Viu como ele vê seus amigos?
5a21) Bildade acha que quem sofre é ímpio, logo Jó é ímpio, quer que a nova geração (nós) o respeite, portanto assuma o erro que fez. – para nos dar bons exemplos.
Cap.19:
1a6) Discurso duro e Jó só condena seus amigos e diz que Deus o descartou;
7a20) Sente que todos estão contra ele;
21a22) Quer misericórdia;
23a24) Estranho! Mas foi isto que aconteceu;
25a29) Já era reconhecido, mai é pouco ainda.
Cap.20:
1a4) Filosofia barata;
5a29) Tenta provar a culpa de Jó, Deus não castiga injustamente(amigos?!Animadores eh?!).
Cap.21:
Começa a admitir a razão dos amigos, porém não muita;
1a13) Ímpios são felizes, mas morrem cedo;
14a15) É bem assim que fala o ímpio;
16) Jó deixa bem claro que ele não é assim;
17a34) Começa a mudança, admite algumas verdades nas palavras dos amigos.
Cap.22:
1a2) Está irado;
5) Insiste ser inocente e insistir nisso é injusto;
6a8) Acusa Jó de ter um pecado oculto;
10a21) Claro que Jó conhece a Deus melhor que Elifaz, só precisava reconhecer que erra.
Cap.23
Jó tem boa consciência perante aos homens, ele é direito, conhece a Deus, mas tem um pecado escondido, também não é hipócrita, prezava os ensinamentos de Deus e procurava seguir.
Cap.24
Todos nós já pensamos assim, vemos muitas pessoas errando e não vemos serem castigadas.
Cap.25:
1a6) Bildade é duro com Jó, mas diz a verdade, qualquer sabedoria terrena não ajuda a conhecer a Deus.
Cap.26:
1a14) Mesmo assim Deus é paciente com Jó, tem planos maravilhosos para ele. Seus amigos não entendem, por isso não podem ajudá-lo.
Cap.27
Jó descreve o hipócrita.
Cap.28:
1a27) Através de Jó Deus mostra que devemos julgar a nós mesmo para poder agrada-lo;
28) Jó fala mas ele mesmo não é assim, por isso não entende a provação – penso que ele falava mal das pessoas.
Cap.29:
1a25) Seus amigos estão irritados, pois a carapuça serve para todos ao que se refere no aprendizado a Deus;
11) Percebam – “eu”, “me” – ele se acha o tal.
Cap.30:
1a31) Jó faz uma descrição dos “dia bons” e dos “dias de prova”. Fala dele mesmo 62 vezes. Usa seis versículos a mais para falar das provas – satanás adora quando sintimos dó de nós mesmo.
Cap.31
:1) Jó era moralista;
3a25) Era uma pessoa correta e justa com os empregados, com os pobres e com as viúvas. Não amava dinheiro;
26a28) Não adorava outros deuses – por exemplo: sol, lua, só admirava;
29a30) Não era vingativo;
31a34) Era bom com os estranhos, não temia ninguém;
38a40) Não era cruel.
Cap.32
Conversam e não chegam a lugar nenhum. No cap.9:33 Jó quer um intercessor. Eliú provavelmente o quarto amigo aparece na conversa (I Tim. 2:5). Conhece a Deus melhor que Jó/ Bildade/ Sofar e Elifaz. É o mais jovem e fala pela primeira vez sobre o Espírito Santo, fala com Graça e Verdade e não fica se vangloriando.
Cap.33
Jó era o homem mais justo da face da terra, seu pecado era ele se achar “ o cara”, bom demais. Deus nos ama demasiadamente para permitir que façamos as nossas próprias vontades;
8a23) Eliú, bom ouvinte, boa memória, é como se ele dissesse:” Jó! Não subestime a Deus, só Ele sabe o que temos dentro de nossos corações”.
Cap.34
Eliú fala e mostra a Gloria de Deus. Ninguém havia falado a respeito antes;
29) Pai igual não tem; 32) O coração de Jó quer ser bom de maneira errada;
35) Eliú fala Verdade e Jó é tocado.
Cap.35:
1a16) Eliú continua falando francamente e Jó vai diminuindo. Eliú dirige o pensamento de todos para o céu. Deus vê tudo e enxerga bem dentro do coração de Jó. Quando olhamos para cima aprendemos a grandiosidade de Deus.
Cap.36:
1a3) Deus estava em Eliú e seus olhos estavam em Deus. Agora Jó, tinha seus olhos em si mesmo, motivo da sua provação;
4) Quanto mais perto andamos de Deus, mais sábio seremos. Eliú tinha total segurança em falar a verdade de Deus;
18) Não podemos ser descuidados para com Deus;
26a33) Eliú continua trazendo à memória deles a grandeza de Deus para que tivessem um verdadeiro quebrantamento de coração e pensamento. Jó não havia chegado neste ponto ainda.
Cap.37
Como entendemos pouco a Grandeza de Deus;
14) Jó foi instruído a calar, ponderar e escutar;
15a21) Cinco perguntas determinantes;
24) Para que nos sintamos pequeno, ninguém verá a Deus.
Cap. 38
Jó fala que Deus não quer falar com ele – nos capítulos
9:32, 9:7, 23:8e9, 19:5, 30:20e21, 31:35 – Deus faz ver o Seu Poder e Sabedoria, quem sabe aí Jó vê a sua pequenez.
Cap.39:
1a4) Maior expressão de Poder e de Sabedoria de Deus encontrada na bíblia nos capítulos 39, 40, 41 e 42.
Cap.40:
6a24) Deus sabia que precisava de mais para que Jó o entendesse.
Cap.41
:9) Pode ser um crocodilo. Jó tem que responder “eu não” a todas as perguntas; 1
0) Se ninguém é capaz de enfrentar um animal, quem seria capaz de enfrentar a Deus?
12a34) Deus continua descrevendo o animal e isso causa efeito em Jó.
Cap.42:
1a4) Jó se humilha e todos os pensamentos a respeito de si próprio se foram;
5a6) Nossas vidas só são entregue a Ele quando temos olhos abertos para ver Sua beleza e Onisuficiência.

Considerações finais:
Jó era o homem mais justo da face da terra, Seu pecado era se achar bom demais, tinha os olhos em si mesmo e só Deus viu, porque só Ele conhece nosso corações.

Por Mi – 25/03/08
[Pedi a Deus, uma orientação sobre uma situação que estava vivendo em família, e o Senhor me iluminou neste texto, pois dentro tem todas as respostas que necessitava para desvendar um mistério.
Graças te dou Senhor pelas respostas.]

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Resumo do NT

Novo Testamento – NT

Teriam sido escritos no século I da Era Comum, bem depois da morte de Jesus.
Tiago e de Paulo aos gálatas Marcos, escrito entre os anos 55 e 65 da e.C. e pode ter servido de fonte para Lucas e Mateus.
a) Literatura histórico-narrativa:Mateus, Marcos e Lucas são chamados os Evangelhos Sinópticos porque falam mais ou menos a mesma escritas.
Evangelhos: Mateus, Marcos, Lucas, João Atos dos Apóstolos.
b) Literatura epistolar:Epístolas paulinas: Romanos, I e II Coríntios, Gálatas, Efésios, Filipenses, Colossenses, I e II Tessalonicenses, I e II Timóteo, Tito, Filemom
Epístola aos Hebreus: Hebreus
Epístolas universais: Tiago, I II Pedro, I II III João, Judas.
c) Literatura apocalíptica:Apocalipse (ou Revelação) de João.

O Novo Testamento é a referência definitiva da fé cristã. Nele, se encontram consignados os acontecimentos que deram origem à Igreja de Jesus Cristo, o Filho eterno de Deus. Os Evangelhos narram o nascimento de Jesus no tempo do rei Herodes, os seus atos e ensinamentos, a sua morte numa cruz por ordem de Pôncio Pilatos, governador da Judéia, o rei Herodes e a sua ressurreição, depois da qual se manifestou vivo àqueles que haviam antes escolhido para que anunciassem a mensagem universal da salvação. Relata os primeiros movimentos de expansão da fé cristã, como viveram e atuaram os primeiros discípulos e apóstolos, como nasceram e se desenvolveram as primeiras comunidades e como o Espírito Santo impulsionou os cristãos de então a darem testemunho da sua esperança em Jesus Cristo para todas as raças, nações e culturas. Formado por vinte e sete livros, que foram escritos por doze autores, durante um período de mais ou menos cinqüenta anos. Esses livros são aceitos por toda Igrejas Cristãs como Escrituras Sagradas.

Jesus Cristo tem importância suprema e só um Evangelho não dá para contar a Sua excelência, grandeza e magnificência. Também mostra a inspiração divina da Palavra de Deus porque tudo combina e concorda. Outros homens (descrentes e crentes, judeus e gentios) escreveram sobre a vida de Cristo, mas Deus somente inspirou divinamente estes quatro para relatar a vida de Cristo. Estes quatro livros são cem por cento verdade e de confiança, o único relato da vida dEle que é, porque são inspirados pelo Espírito Santo. Os quatro Evangelhos tem diferenças, semelhanças e informação adicional e suplementar; mas, todos estão contando a mesma história da mesma pessoa (Jesus Cristo). Cada um fala de Cristo segundo ao seu próprio tema. Assim temos um retrato mais completo do nosso Salvador maravilhoso. Mateus, Marcos e Lucas são chamados os Evangelhos Sinópticos porque falam mais ou menos os mesmos acontecimentos da vida de Cristo como humano destacando-o dos comuns pelas suas ações milagrosas. João foi escrito alguns anos depois dos outros e relata um Messias com caráter divino, que traz a redenção absoluta ao mundo, matéria que os outros não relatam, de modo substancialmente diferente.

Os primeiros quatro livros são sobre a vida, os ensinos e a morte de Jesus Cristo, e são designados de Os Evangelhos, que significa A Boa Nova. Eles foram escritos por Mateus, Marcos, Lucas e João, sendo que Mateus e João foram apóstolos do Mestre e escreveram como testemunhas oculares. Marcos, que era médico e denominado também como João Marcos, escreveu depois da crucificação de Jesus, baseado nas lembranças do Apóstolo Pedro. Já Lucas, discípulo de Paulo de Tarso, que também não foi testemunha ocular de Cristo, fez uma pesquisa criteriosa para ordenar os fatos e os ensinos do Mestre, baseando-se boa parte dela nas lembranças de Maria, mãe de Jesus. O Atos dos Apóstolos, que vem logo depois do Evangelho de João, fala das atitudes dos apóstolos após a crucificação de Jesus, começando com o evento chamado de Pentecostes, e continuando mais atento à vida e às viagens do apóstolo Paulo, abrangendo um período de mais de trinta anos após a morte de Jesus. As Epístolas são escritos doutrinários em forma de cartas, que se dividem em dois conjuntos: as Paulinas e as Universais.

As Paulinas são as cartas que o apóstolo Paulo mandava às igrejas recém fundadas e aos discípulos. As Universais são as cartas de vários apóstolos para os cristãos em geral, compreendendo: uma carta de Tiago, uma de Judas Tadeu, duas de Pedro e três de João Evangelista. O Apocalipse é um livro em linguagem cifrada, cheia de símbolos e visões proféticas relativas ao final dos tempos, escrito já na velhice de João Evangelista, quando este estava recluso na ilha de Patmos.

>> 1º livro – Mateus são 28 caps. à comunidade de Antioquia da Síria. Apóstolos de Jesus, testemunha ocular da vida de Cristo. "E Jesus, passando adiante dali, viu assentado na recebedoria um homem, chamado Mateus, e disse-lhe: Segue-me. E ele, levantando-se, o seguiu. Escreveu provavelmente para a igreja de origem mista judaica e gentia, depois da destruição de Jerusalém, quando a igreja experimentava um grande crescimento, porque os cristãos judeus queriam impor a lei como a medidora entre Deus e os homens (legalismo) e os cristãos de origem gentílica por sua vez, queriam viver sem nenhum tipo de lei (antinimismo), aproveitando-se da liberdade em Cristo Jesus para darem vazão às obras da carne. O livro viria corrigir esses dois graves erros doutrinários através dos ensinamentos, caráter e exemplos de Jesus para que o crescimento da igreja fosse ordenado e sadio, e de revelar Jesus Cristo como o Messias dos Judeus e o Rei de Israel, o Messias prometido que cumpriu as profecias do A.T.: e que um dia estabelecerá seu reino e reinará sobre o trono de Davi como o Rei dos reis. O Evangelho tem 28 caps. e começa com a genealogia de José, pai adotivo de Jesus(Emanuel=Deus conosco), ligando-o assim a historia do povo de Deus. Segue com o nascimento de Jesus em Belém de Judá no tempo do rei Herodes; a visita dos 3 reis magos; a fulga da família Sagrada para o Egito; o retorno; João Batista e o batismo de Jesus; as 3 tentações de satanás ; o sermão da montanha; como se deve orar o “Pai Nosso”; as curas; a formação dos 12 discípulos; ensinamentos; parábolas; maravilhas; crucificação; ressurreição e outros testemunhos de Mateus que esteve presente na Última Ceia, em diversas aparições de Jesus ressuscitado, na Ascenção e no dia de Pentecostes e muito mais.
Autor: Mateus
Data: 70 d.C. ou 40-55 d.C. Tema: O Messias como o Rei de Israel. http://is.gd/bztS3
>> 2º Livro – Marcos, são 16 caps. escrito à comunidade que estava em Roma, os gentios romanos. O local de origem mais aceito pelos estudiosos para a elaboração do Evangelho. Judeu-Gentio (João Marcos) que faz conexão com o judeu e o gentio brilhantemente. Considerado o mais antigo de todos os Evangelhos dá a boa notícia a respeito de Jesus Cristo, fazendo notar principalmente a sua atividade. Começa com o batismo de Jesus no Rio de Jordão por João Batista e termina com a ressurreição de Jesus. O livro nos apresenta Jesus como “O Grande Servo de Israel”, que veio ao mundo para “Sacrificar-se pelos homens”. Marcos não foi discípulo direto de Jesus, mas seguidor dos Apóstolos. Seu nome aparece nos “Atos dos Apóstolos” ( At: 12.12 ), como discípulo de Pedro e companheiro de Paulo em suas viagens missionárias. É o menor de todos e o menos sistemático na apresentação dos temas. Marcos era filho de Maria (At 12:12), uma mulher de posses, visto que era dona de casa e tinha escravos. Como o nome do marido de Maria não é mencionado, supõe-se que ela era viúva. Sua família teve, possivelmente, uma grande importância no princípio da Igreja Cristã em Jerusalém, ha possibilidade da casa de Marcos ser o mesmo lugar do Cenáculo, lugar onde os discípulos se reuniram para a última ceia pascal com Jesus. Seria Marcos o jovem que testemunhou a prisão de Jesus relatos que são encontrados somente neste evangelho, e seria aproximadamente 10 a 15 anos mais jovem que os discípulos. Somente no evangelho de Marcos é que encontramos a informação de que os filhos de Simão (o cireneu que foi forçado a carregar a cruz de Jesus) chamavam-se, respectivamente, Alexandre e Rufo. Isto poderia indicar uma relação de conhecimento ou amizade entre Marcos e os filhos de Simão, reforçando a hipótese de que Marcos seria um jovem judeu habitante de Jerusalém por ocasião da prisão e crucificação de Jesus. Interpretações tradicionais de seu Evangelho vêem no jovem o que fugiu nu quando da prisão de Jesus no Horto das Oliveiras.
Autor: Marcos
Data: 57-63 d.C.
Tema: Cristo como o Servo de Deus.
>> 3º Livro – Lucas são 24 caps. dedicou seu Evangelho ao "excelentíssimo Teófilo. A expressão literária pode estar referindo-se a alguém, a uma comunidade ou a todos que se enquadrarem ao termo. Era médico grego e gentio. Discípulo e Apóstolo escreveu a história da igreja primitiva no Livro de Atos. Cuidadosamente pesquisou suas escritas era também assistente de Paulo. Evangelho de Lucas começa no templo de Jerusalém, onde o anjo de Deus anuncia ao sacerdote Zacarias que ele e Izabel, a sua mulher, vão ter um filho (João Batista) e termina também no templo, onde os seguidores de Jesus passam o tempo louvando a Deus. São 27 caps. com interessantes parábolas como: 7:46 e 47 / 12:2 e 3 / 12: 19 a 21=Rico insensato / 12: 22 a 31= Solicide pela vossas vidas / 16:15 e 17= A autoridade da lei / 18:19 e 22= Mancebo de qualidade, e os demais relatos. Nascido em Antioquia (atual Antaquia, na Turquia) autor do terceiro Evangelho e dos Atos dos Apóstolos, companheiro de Paulo em suas missões apostólicas. De acordo com a tradição, também tinha talento para a pintura. As primeiras referências a Lucas constam das epístolas de Paulo, nas quais é chamado de "colaborador" e "o médico amado". Lucas não conviveu com Jesus, tendo conhecido Maria, mãe de Cristo. A terminologia médica utilizada por Lucas em seus escritos indicariam a sua formação em Medicina, sugere-se que ele pode ter estudado na famosa escola de Tarsus, rival de Alexandria e Atenas, onde possivelmente conheceu Paulo. Devido ao seu profundo conhecimento do Mar Mediterrâneo Oriental conjectura-se que tenha trabalhado como médico de bordo em navios do Mediterrâneo. Acredita-se que Lucas teria pintado vários quadros da Virgem Maria. Em 66 d.C., Lucas mudou-se para a Grécia onde teria falecido com 84 anos, circa 74 ou 84 d.C. Vários "Atos" relatam que foi martirizado, porém inúmeros estudiosos não concordam com essa hipótese. De acordo com a Igreja Católica, seus restos mortais encontram-se em Pádua, na Itália, onde há um jazigo com o seu nome, que é visitado pelos peregrinos.
Autor: Lucas
Data: 63 d.C.
Tema: Cristo como o Filho do Homem.
>> 4º Livro – João – São 21 caps. dirigidos à comunidade de ... que o apóstolo, filho de Zebedeu e Salomé irmã de Maria, portanto primo de Jesus, declara que o Messias é o Filho de Deus eterno, escreveu para a igreja e porque queria evangelizar seus leitores. O próprio autor diz “para que creiais que o Jesus é o Cristo, o filho de Deus, e para que, crendo tenhais vida em Seu nome” (20:31). Muitos acreditam que ele era o segundo no comando na Igreja depois do Apóstolo Pedro. Ele era um pescador quando Jesus o chamou e era o discípulo a quem Jesus amou. João tornou-se teólogo e escreveu o evangelho de João, as cartas de João e o livro do Apocalipse. Ele também estava ao lado de Jesus na última Ceia na noite anterior a morte de Jesus. Evangelho de João são 21 caps. diferentes de Mateus, Marcos e Lucas, neste e evangelho Jesus é apresentado como a Palavra de Deus, o Verbo Divino, que existiu desde a eternidade. Destaque para os capítulos: 2:13 a 24= Jesus purifica o templo; a descontinuidade do judaísmo para o cristianismo / 20:22 a 31= A apresentação de Jesus aos apóstolos, passando com as portas fechadas em um corpo celestial(ressurreto) logo depois da Sua ressurreição para quebrar a incredulidade de Tomé.
Autor: João
Data: Por volta dos anos 90 d.C.
Tema: Cristo como Deus e o Filho de Deus.
>> 5º Livro - Atos dos Apóstolos São 28 caps. dirigido a uma pessoa específica, Teófilo. Porem muitos acreditam que ele tenha se dirigido a todos os que amam a Deus, uma vez que “Teófilo” significa “aquele que ama a Deus”. De qualquer modo, Lucas escreveu Atos para que pudesse ser lido por muitos. Esses leitores tinham familiaridade com o império romano e com a Ásia Menor, mas talvez não com a Palestina, o que explicaria a informação cuidadosamente detalhada de Lucas sobre determinados lugares. Justamente devido à tradução do nome Teófilo, alguns pensam que esta carta era aberta e não a um individuo que se chamava assim.Este livro é importante por mostrar um dos acontecimentos importantes da história do Cristianismo o Concílio de Jerusalém. Narra o ministério dos apóstolos. Sua autoria é atribuída a São Lucas, tendo sido escrito como o segundo volume de uma obra com duas partes, da qual a primeira é o Evangelho de Lucas. Acredita-se que Lucas era um médico, educado, que nunca conheceu Jesus pessoalmente e que falava grego e latim.
Data - O livro de Atos termina abruptamente com Paulo em seu segundo ano na prisão de Roma, que teve início cerca de 60 d.C. Lucas não dá informação sobre o martírio do apóstolo Paulo que morreu decaptado entre 66 e 68 d.C. Os eruditos acreditam que Lucas teria incluído acontecimentos importantes se tivesse escrito depois de 64 d.C., como as perseguições empreendidas por Nero (64-68 d.C.) ou a destruição de Jerusalém (70 d.C.). Portanto, Atos foi escrito provavelmente entre 61 e 63 d.C.
Principais acontecimentos - O Livro de Atos inicia-se com a ascensão de Jesus Cristo, o qual determinou aos seus discípulos que permanecessem em Jerusalém até que fossem revestidos com por uma unção celestial que é descrita nos fatos ocorridos durante o dia de Pentecostes. Os capítulos seguintes relatam os primeiros momentos da igreja primitiva na Palestina sob a liderança de Pedro, as primeiras conversões de judeus e depois dos gentios, o violento martírio de Estêvão por apedrejamento, a conversão do perseguidor Saulo de Tarso (Paulo) que se torna a partir de então um apóstolo, mencionando depois as missões deste pelas regiões orientais do mundo romano, mais precisamente pela Ásia Menor, Grécia e Macedônia, culminando com a sua prisão e julgamento quando retorna para Jerusalém e, finalmente, fala sobre sua viagem para Roma. Pode-se dizer que do começo até o verso 25 do capítulo 12, o Livro de Atos dá um enfoque maior ao ministério de Pedro, em que, depois da ressurreição de Jesus Cristo e do Pentecostes, o apóstolo pregou corajosamente e realizou muitos milagres, relatando, em síntese, o estabelecimento e a expansão da Igreja pelas regiões da Judéia e de Samaria, seguindo para alguns países da Ásia Menor. Já a outra metade da obra centraliza-se mais no ministério de Paulo (do capítulo 13 ao final) e poderia ser subdividido em seis partes: 1. A primeira viagem missionária liderada por Paulo e Barnabé; 2. O Concílio de Jerusalém; 3. A terceira viagem missionária de Paulo em que o Evangelho é levado à Europa; 4. A terceira viagem missionária; 5. O julgamento de Paulo; 6. A viagem de Paulo a Roma. Importante destacar que no livro de Atos é narrada a rejeição contínua do Evangelho pela maioria dos judeus, o que levou à proclamação das Boas Novas aos povos gentios, principalmente por Paulo.
Estabelecimento da Igreja - Narra o livro de Atos que, antes de subir aos céus, Jesus determinou aos seus discípulos que permanecessem em Jesusalém até que recebessem o poder do alto através do Espírito Santo e que a partir de então eles se tornariam suas testemunhas até os confins da terra. Enquanto aguardavam o cumprimento da promessa, foi escolhido o nome de Matias em substituição a Judas Iscariotes que tinha se suicidado.
Com a descida do Espírito Santo no dia de Pentecostes, ocorre uma experiência sobrenatural em que os judeus de outras nacionalidades que estavam presentes na festa ouviram os discípulos falando em seus próprios idiomas, o que chamou a atenção de uma multidão de pessoas para o local onde estavam reunidos.
Corajosamente, Pedro inicia um discurso explicando o motivo do acontecimento em que três mil pessoas são convertidas para o cristianismo que foram batizados, passando a congregar levando uma vida de comunitária de muita oração onde se presenciavam prodígios e milagres feitos pelos apóstolos.
De acordo com os versos 42 a 44 do capítulo 2, os cristãos primitivos tinham todos os seus bens em comum, o que parece ter se mantido por anos na igreja de Jerusalém. Já os versos 32 a 37 do capítulo 4 informam que "ninguém considerava exclusivamente sua nenhuma das coisas que possuía" e que os que eram donos de propriedades vendiam suas terras ou casas e depositavam o valor da venda perante os apóstolos para que houvesse distribuição entre os que tinham necessidades materiais.
Um milagre importante, a cura de um homem coxo de nascença que pedia esmola na porta do Templo, é relatado logo no capítulo 3 do livro, o que provoca a prisão de Pedro e do Apóstolo João que são trazidos perante o Sinédrio. Repreendidos pelas autoridades judaicas para que não pregassem mais no nome de Jesus, os dois apóstolos, os quais responderam que estavam praticando a vontade de Deus e não dos homens.
Novas prisões dos apóstolos ocorrem no livro de Atos, pois o crescimento da Igreja incomodava o sumo sacerdote e a seita dos saduceus, conforme é narrado nos versos de 17 a 42 do capítulo 5 da obra. Porém, com o parecer dado pelo rabino Gamaliel, o Sinédrio resolve libertar Pedro e os demais, depois de castigá-los com açoites.
Com o crescimento do número de discípulos, é instituído o cargo de diácono para ajudar nas atividades da Igreja, entre os quais estavam Estevão e Filipe, o Evangelista que muito se destacaram em seus ministérios. Porém, Estevão é preso, conduzido ao Sinédrio e condenado à morte.
As primeiras perseguições e a expansão da fé cristã. Após o apedrejamento de Estevão, Saulo de Tarso empreende uma grande perseguição à Igreja em Jerusalém, o que dispersou vários discípulos pelas regiões da Judéia e Samaria, chegando também o Evangelho à Fenícia, Chipre e Antioquia. Algumas obras de Filipe, o Evangelista, são narradas em Atos, entre as quais a sua passagem por Samaria e a conversão de um eunuco etíope na rota comercial de Gaza. Saulo de Tarso ao tentar empreender novas perseguições, converte-se quando viajava para Damasco e tem uma visão de Jesus, ficando cego por três dias, até ser curado quando encontra-se com Ananias. Depois destes acontecimentos, a Igreja passa por um período de paz. Dois milagres de destaque narrados nesse momento da obra de Lucas são a cura do paralítico Enéias, em Lida, e a ressurreição de Dorcas, na cidade de Jope.
O Evangelho chega aos gentios. Narra o cap. 10 de Atos que Simão Pedro, encontrando-se em Jope, recebe uma visão em que Deus lhe ordena alimentar-se de vários animais considerados imundos ou impróprios para o consumo, conforme a lei mosaica. Com isso, Pedro é orientado a pregar o Evangelho na casa de um centurião romano de Cesaréia chamado Cornélio, o qual se converte juntamente com todos os que ouviram o discurso do apóstolo, sendo depois batizados. Por este motivo, Pedro é questionado pelos outros apóstolos e cristãos da Judéia que se convencem. O rei Herodes Agripa I prende a Tiago, irmão de João, chegando a matá-lo. Depois prende a Pedro, mas este é milagrosamente liberto pela ajuda de um anjo. E também é através de um anjo que Herodes é morto comido por vermes.
A primeira viagem missionária de Paulo. Depois de ter sido um feroz perseguidor da Igreja, Paulo passa a congregar na igreja de Antioquia, na Síria, e inicia suas viagens missionáris pelo mundo romano, das quais três são relatadas no livro de Atos. Entre os anos de 48 a 50 da era comum, em sua primeira expedição evangelizadora, na companhia de Barnabé, Paulo parte de Antioquia e vai para a ilha de Chipre. Lá pregam na cidade de Salamina, desafiando o poder de um feiticeiro que enganava a população. Ao sair de Pafos, São Marcos deixa o grupo e retorna para Jerusalém. Paulo e Barnabé prosseguem navegando para Perge na província romana da Panfília e, por terra, vão à Antioquia da Pisídia, na Pisídia, prosseguindo depois para Icônio, Listra e Derbe, cidades da Galácia, pregando tanto em sinagogas aos judeus e aos gentios. Devido à cura de um paralítico de nascença, Paulo e Barnabé são aclamados como encarnações de deuses greco-romanos pelos cidadãos superticiosos de Listra e precisaram impedir as multidões de lhes oferecer sacrifícios. Depois disto, foi apedrejado, mas sobreviveu. Ao pregarem em Derbe e fazer discípulos retornam para Antioquia, promovendo nas novas igrejas as eleições dos seus presbíteros
Concílio de Jerusalém. A notícia de conversão dos gentios gerou impactos dentro da Igreja, visto que alguns judeus da seita dos fariseus impunham a circuncisão aos novos cristãos. Tendo a Igreja se reunido em Jerusalém, com a presença dos apóstolos, ficou decidido que os gentios convertidos não deveriam ser incomodados com a observância de detalhes da lei mosaica, mas apenas que se bastivessem da idolatria, das relações sexuais ilícitas, da carne de animais sufocados e do sangue.
A segunda viagem missionária de Paulo ocorre entre os anos de 51 a 53 da era comum, em que depois de percorrer por terra algumas regiões da Ásia Menor, Paulo recebe um aviso em uma visão sobrenatural em Trôade para atravessar para a Europa e pregar nas cidades da Macedônia e da Acaia. Nesta segunda expedição, Paulo é acompanhado por Silas e anuncia o Evangelho também em Neápolis, Filipos, Anfípolis, Apolônia, Tessalônica, Beréia, Atenas e Corinto, de onde retornam para à Ásia Menor, desembarcando em Éfeso. Porém, desde que atravessou a província da Galácia, Timóteo havía juntado-se ao grupo, tornando-se um outro importante colaborador do apóstolo. Em Filipos, Paulo é preso após ter libertado de uma possessão demoníaca uma escrava que fazia adivinhações, porém é milagrosamente libertado à noite através de um terremoto. Na cidade de Atenas, Paulo faz um discurso no Areópago, na colina de Marte, mas poucos se convertem. É na cidades de Corinto que Paulo funda uma importante igreja, onde é ajudado por um casal de judeus, Áquila e Priscila que também lhe ajudam até Éfeso. De Éfeso, Paulo navega então para Cesaréia, apresentando-se em seguida para a igreja de Jerusalém.
A terceira viagem missionária de Paulo ocorre entre os anos de 54 a 57 da era comum e teve por objetivo fortalecer os discípulos nas novas igrejas na Ásia Menor e Grécia. Tal como nas missões anteriores, Paulo sempre parte da igreja onde congregava em Antioquia, de onde segue por terra até Éfeso, passando por Tarso, Derbe, Listra, Icônio e Antioquia da Pisídia. Nesta expedição, Paulo dá mais atenção à igreja de Éfeso onde acontecem milagres e o apóstolo sofre a oposição dos ourives que lucravam fabricando imagens da deusa Diana (mitologia), provocando um grande tumulto na cidade. Após à confusão, Paulo segue para a Macedônia e Acaia onde visita as igrejas. De volta à Ásia, Paulo reune-se com a igreja de Trôade, ocasião em que é presenciado um milagre de ressurreição de um jovem que havía despencado da janela do terceiro andar ao adormecer durante o prolongado discurso proferido por Paulo. Ao desembarcar em Mileto, Paulo tem um comovente encontro com os presbíteros da igreja de Éfeso. Deixando Mileto, Paulo passa por Tiro e Cesaréia, indo novamente apresentar-se em Jerusalém, sabendo que lá iria ser preso.
A prisão de Paulo. Em sua estadia em Jerusalém, após ter regressado de sua terceira viagem missionária, Paulo é detido pelos judeus quando se encontrava no templo cumprindo seu voto. Devido à confusão que foi formada na ocasião da prisão de Paulo, as autoridades romanas em Jerusalém intervieram, evitando que o apóstolo fosse morto. Invocando sua cidadania romana, Paulo obtém algumas proteções enquanto permanecia em custódia aguardando julgamento, o que motivou a sua transferência para Cesaréia, sob os cuidados de Félix, governador da Judéia, perante o qual foi acusado pelos judeus de ter causado inquietação política e profanação do templo. Com dificuldades para decidir sobre o caso de Paulo, Félix o mantém em custódia por dois anos até ser substituído por Festo que, ao fazer um acordo com os judeus, promete encaminhar o apóstolo para ser julgado em Jerusalém. Não concordando que o seu julgamento fosse realizado em Jerusalém, Paulo interpõe um apelo para impedir tal determinação e, devido ao seu requerimento, consegue pelas leis romanas que o seu caso fosse apreciado pelo imperador em Roma. Isto porque a legislação da época permitira que um cidadão romano que não se entiss tratado com justiça pudesse apelar para o imperador nos casos em que a pessoa jamais tivesse sido condenada por um tribunal inferior e a acusação não se tratasse de crimes comuns. Enquanto esteve sob a custódia de Festo, o caso de Paulo chegou a ser submetido ao rei Herodes Agripa II, porém depois de seu apelo ao imperador. Agripa não encontrou em Paulo nenhum motivo para ser condenado, contudo de nada adiantou o seu parecer.
A viagem de Paulo a Roma entre os anos de 59 e 60 da era comum em que o apóstolo atua como um verdadeiro missionário junto aos criminosos que estavam sendo transportados no navio. A viagem foi turbulenta, tornando-se perigosa depois que o navio já encontrava-se em Creta, quando todos foram surpreendidos por um forte tufão quando navegavam pelo lado sul da ilha. Enfrentando uma longa tormenta, o navio afastou-se de Creta vindo a naufragar em Malta, onde Paulo permaneceu por três meses em terra curando os enfermos da ilha. Em Malta, tem-se o relato de mais um milagre ocorrido quando Paulo é picado por uma serpente e sobrevive sem sentir nenhum efeito do veneno da víbora. Depois disto, Paulo chega a Roma sendo muito bem recebido na cidade onde passa a aguardar o seu julgamento em custódia domiciliar, por dois anos, pagando por sua própria conta o aluguel de uma residência. Ali recebe vários judeus e lhes anuncia o Evangelho, entre os quais alguns crêem e outros não. É o livro que continua a história de Jesus e da boa notícia do Evangelho, história que começa no Evangelho de Lucas.

EPÍSTOLA DE PAULO: Ano 49 da era comum, antes do Concílio de Jerusalém. Segundo os textos bíblicos, principalmente o livro de Atos dos Apóstolos, Paulo de Tarso, anteriormente chamado Saulo, foi um dos principais difusores da mensagem de Jesus Cristo pelo mundo afora, por intermédio das Epístolas paulinas. Ele era judeu da seita dos fariseus, cidadão romano, e terrível perseguidor dos primeiros cristãos até que teve uma experiência sobrenatural no caminho de Jerusalém para Damasco em que teria tido uma visão de Jesus visto apenas por ele. Neste encontro, o livro de Atos conta que um intenso resplendor de luz acabou deixando-o cego durante três dias. Após ter sua visão restaurada milagrosamente, e convencido de que Jesus era realmente o Cristo, foi batizado e passou a pregar o evangelho aos judeus e gentios (não-judeus), realizando diversas viagens em sua empreitada missionária pelo mundo romano.
6º Livro--- aos Romanos 16 caps. que Paulo escreve à comunidade de Roma provavelmente por judeus ou cristãos judaizantes, provavelmente, em 57 d.C., na cidade de Corinto, Grécia, pouco antes da visita do apóstolo à Jerusalém. A carta tinha por objetivo anunciar a boa notícia de salvação por todo o império romano. Pede para que eles não se contaminem e nem quebrem o vínculo de fé e como o cristão devem tratar uns aos outros e quais são os seus deveres para com as autoridades. A carta termina com uma série de saudações pessoais e uma oração de louvor a Deus. Foi lendo esta carta que Martinho Lutero foi tocado pela mensagem da salvação gratuita, fazendo-o insurgir-se contra a venda de indulgências (perdão dado aos católicos pelos pecados em troca de riquezas. Lutero rompeu com a igreja pela má aplicação dela) que se disseminava entre a classe eclesiástica de então. No cap. 1:17 lê-se: "Porque nele se descobre a justiça de Deus de fé em fé, como está escrito: Mas o Justo viverá da fé". Segundo esta epístola, a salvação que Deus proporciona à humanidade é dada gratuitamente através do sacrifício de seu Filho Jesus Cristo, na cruz do Calvário. Paulo tenta mostrar aos cristãos romanos e também aos judeus que a salvação é somente pela fé em Jesus Cristo, e não em uma religião, nem em uma nacionalidade, nem em qualquer obra do homem. Somente Jesus Cristo salva e é somente a fé em Cristo que salva o ímpio da ira de Deus, se refere no cap. 1:18. O estudo deste livro é considerado pelos cristãos necessário para compreensão espiritual e também para compreensão da graça redentora de Deus. O livro de Romanos é uma das mais ricas e difíceis epístolas de Paulo. Ela mostra claramente o problema do pecado e a única solução: a graça de Deus através de Jesus Cristo. Paulo argumenta eficazmente que ninguém será salvo por obediência à lei do Velho Testamento. A salvação é pela fé em Cristo somente.
7º Livro--- I aos Coríntios – 16 caps. que relatam as cartas de Paulo à comunidade de Corinto na Grécia, situada próximo ao canal de Corinto, e capital da prefeitura de Corinto. De acordo com o livro de Atos, Paulo quando esteve nessa cidade, em sua segunda viagem missionária (At. 18:1-18), estabeleceu nela uma igreja e mais tarde escreveu duas epístolas a essa congregação cristã, dando-lhes vários conselhos pastorais. Quando Paulo inicia esta carta ele reconhece, no capítulo primeiro, que Deus havia abençoado a igreja com toda sorte de bênçãos espirituais, de dons espirituais, ao ponto de “não lhes faltar dom nenhum”. Corinto era uma igreja com os “carismas” do Espírito de Deus, os dons, através dos quais desenvolvia seu serviço prestando culto a Deus e cumprindo a sua missão neste mundo. Infelizmente, com menos de três anos começou a desviar-se dos padrões de conduta e de doutrina que o apóstolo havia estabelecido em sua fundação, lá os ânimos variavam e a igreja era contaminada com divergências, discórdias e contendas. As epístolas também orientavam nos procedimentos de casamentos, castidade, circuncisão (I Cor 7:25), carnes sacrificadas e comportamentos. “Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas me convém”(I Cor 10:23), posturas femininas, Santa Ceia, dons, caridade, oração de línguas, organização dos cultos, ressurreição, coletas e o ósculo na saudação.
8º Livro--- II aos Coríntios 2ª Carta de Paulo em 13 caps. onde orienta seus discípulos a terem cuidado nas adversidades internas e externas, relata as provas que passou em forma de testemunhos para incentiva-los a não desistirem do propósito cristão, tarefa árdua, mas por amor ao evangelho ele segue até o fim.
9º Livro--- aos Gálatas São 6 caps. da carta de Paulo à comunidade da Galácia, província romana, que ocupava a parte central agora é conhecido como a Ásia Menor. Era limitada por outras províncias romanas. Foi então nesta Galácia ampliada que o apóstolo Paulo e outros missionários cristãos evangelizaram diversas cidades no século I d.C., tais como Icônio, Listra e Derbe e nas quais, organizaram comunidades cristãs locais. Paulo escreveu uma epístola às comunidades cristãs da Galácia, a Epístola aos Gálatas. Pede que eles se atentem na infiltração dos filósofos nas escrituras, instrui para a importância da lei, mas quem está no caminho de Jesus já é justo, e que eles não se confundissem.
10º Livro--- aos Efésios São 6 caps. da carta de Paulo à comunidade de Éfeso na Ásia foi uma das grandes cidades dos jônicos na Ásia Menor, situada no local onde o rio Cayster desagua no Egeu. Orienta sobre a construção da igreja de Cristo através dos dons da santidade, justiça, perdão, amor, bondade e verdade. “Desperta tu que dormes, e levanta-te dentre os mortos e cristo te esclarecerá” (Ef 5:14). A fim de ilustrar a união do povo de Deus, o apóstolo usa três figuras para a Igreja: a de um corpo do qual Cristo é a cabeça, a de um edifício Cristo é a Pedra fundamental, e a de um casal, no qual a igreja é a esposa e Cristo é o esposo. Com o surgimento do cristianismo, Éfeso foi uma das primeiras cidades cuja pregação dos apóstolos alcançou. Atualmente, pertence à Turquia. Éfeso foi declarada capital da província romana da Ásia, mas pesquisas arqueológicas revelam que Éfeso já se constituía em centro urbano antes de 1000 a.C., quando era ocupada pelos jônios. Como é comum em praticamente todas as cidades ao redor do Mediterrâneo, também Éfeso acumulava em sua tradição traços religiosos orientais, egípcios, gregos, romanos e do judaísmo, e "o maior centro de comércio exterior que havia na "Ásia". Os arqueólogos encontraram uma inscrição em pedra que premiava Éfeso como a "mais ilustre de todas as cidades" da Ásia. Sua população era, na sua maioria, constituída de pessoas razoavelmente ricas e bastante intelectualizadas. Éfeso foi uma das cidades do Império Romano onde o cristianismo mais se difundiu, os apóstolos Paulo e João pregaram na cidade. A igreja que havia em Éfeso no fim do primeiro século de nossa era foi uma das sete igrejas mencionadas no Apocalipse, ao lado de Esmirna, Pérgamo, Sardes, Tiatira, Filadélfia e Laodicéia. Sabemos algumas coisas sobre a história da igreja em Éfeso de outros livros do Novo Testamento. No final de sua segunda viagem, Paulo deixou Áqüila e Priscila em Éfeso, onde corrigiram o entendimento incompleto de Apolo sobre o caminho do Senhor (Atos 18:18-26). Na terceira viagem, Paulo voltou para Éfeso, onde pregou a palavra de Deus por três anos (Atos 19:1-41; 20:31). Durante os anos na prisão, Paulo escreveu a epístola aos efésios. Também deixou Timóteo em Éfeso para edificar os irmãos (1 Timóteo 1:3). Destas diversas referências aos efésios, podemos observar algumas coisas importantes sobre essa igreja. Desde o início, houve a necessidade de examinar doutrinas e aceitar somente o que Deus havia revelado. Assim, Áqüila e Priscila ajudaram Apolo (Atos 18:26); Paulo advertiu os presbíteros do perigo de falsos mestres entre eles (Atos 20:29-31), e orientou Timóteo a admoestar os irmãos a não ensinarem outra doutrina (1 Timóteo 1:3-7). A carta de Paulo aos efésios destacou a importância do amor (5:2), um tema frisado, também, nesta carta no Apocalipse. Uma igreja rodeada por religiões falsas e sujeita à influência de homens maus precisa examinar todos os ensinamentos e rejeitar todas as falsas doutrinas.
11º Livro--- aos Filipenses são 4 caps. da carta de Paulo à comunidade de Filipo província importantedo império romano entre a Europa e a Ásia Era por causa de sua localização geográfica na região montanhosa. Com um carinho todo especial que Paulo se despede dos seus queridos. A visão que Paulo teve em Troas, era Deus convocando o apóstolo a passar ao continente europeu, dando-se ali as primeiras conversões na Europa e, por isso, Filipo tem sido chamada o "berço do cristianismo europeu".A igreja cresceu e se fortaleceu e trouxe muitas alegrias ao coração do apóstolo Paulo onde escreveu esta carta, muitos anos mais tarde quando, na prisão em Roma, em condições subumanas, mas que não puderam tirar o gozo do servo de Deus. A igreja amava muito a seu pai na fé, e mostra-lhe muito afeto, enviando-lhe uma carta viva na pessoa de seu representante Epafrodito. Não esqueceu, também, de enviar-lhe algum dinheiro para alguma necessidade temporal. Notamos três características principais nesta carta. Primeira, é uma carta bem pessoal, indicando a profundidade da amizade e fraternidade entre o apóstolo e a igreja. Segunda é a centralidade da pessoa de Jesus Cristo e o Seu senhorio. Terceira temos um dos mais belos hinos sobre a humilhação e exaltação de Cristo como Senhor absoluto. "Tende em vós aquele sentimento que houve também em Cristo Jesus, o qual, subsistindo em forma de Deus, não considerou o ser igual a Deus coisa a que se devia aferrar, mas esvaziou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, tornando-se semelhante aos homens; e, achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, tornando-se obediente até a morte, e morte de cruz. Pelo que também Deus o exaltou soberanamente, e lhe deu o nome que é sobre todo nome; para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho dos que estão nos céus, e na terra, e debaixo da terra, e toda língua confesse que Jesus Cristo é Senhor, para glória de Deus Pai". (Fil. 2:5-11)
12º Livro--- aos Colossenses São 4 caps. da carta que Paulo redigiu a comunidade de Colossos, uma cidade da Ásia Menor, aproximadamente no ano 60 da era comum, durante a sua prisão em Roma. Paulo escreveu depois que foi informado sobre a situação espiritual daquela Igreja através de Epafras, um colossense fundador e dirigente desta igreja, numa época em que falsos mestres tentavam combinar elementos do paganismo e da filosofia secular com as doutrinas cristãs, induzindo a um relativismo religioso. Embora nunca tenha passado por Colossos, Paulo esteve em Laodicéia, em sua terceira viagem missionária. O conteúdo aborda a supremacia e a plena suficiência de Cristo. Alguns dos assuntos de maior relevância tratados na carta seriam: A pessoa e obra de Cristo(Col. 1:15-23); Advertências acerca das heresias e falsas doutrinas (Col. 2:8-23); E a união do cristão com Cristo (Col. 3:1-4). Paulo fala de vários comportamentos que o cristão deve eliminar de sua vida, entre os quais pode-se mencionar o pecado sexual, a impureza, a lascívia (maldoso, libidinoso), a cobiça, a ira, a malícia, a calúnia, a mentira e a linguagem torpe. Porém, ressalta a importância da prática da misericórdia, da bondade, da humildade, da mansidão, da paciência e do perdão.
13º Livro--- I aos Tessalonicenses São 5 caps. que Paulo redigiu à comunidades de Tessalônica, região da macedónia. Na segunda viagem missionária, Paulo pregou na sinagoga desta cidade no templo principal dos judeus, lançou as fundações de uma das mais marcantes igrejas da época a que se destina esta epístola. Alguma animosidade contra Paulo, por parte dos judeus da cidade, levaram-no a fugir para Beréia. Escrita de Corinto não muito depois da sua partida de Tessalônica. As duas epístolas foram dirigidas à igreja em Tessalônica em conjunção com Silvano(Silas)e Tmóteo. Chave da epístola: A segunda vinda de Cristo. Os Tessalônicos tinham muito medo. Era difícil naquela época ter uma vida voltada para Deus, pois existia a oposição dos oficiais, dos religiosos e dos líderes da cidade. Paulo escreveu essa epístola para encorajá-los a seguir o caminho de Deus, com a esperança de que Jesus irá voltar, do sucesso do evangelho, da fidelidade e dá como exemplo aquela igreja e envia seus cooperadores para não deixar a igreja sem assistência.
14º Livro --- II aos Tessalonicenses São 3 caps. que Paulo redigiu à comunidade Tessalônica, porque na primeira epístola foi mal interpretado ao falar sobre a segunda vinda de Jesus, então decidiu escrever uma segunda para explicar o que irá acontecer. Escreveu palavras de encorajamento, mostrando que eles devem ser mais pacientes e se prepararem para a volta do Salvador - Jesus Cristo. É nesta carta que se encontra o famoso ditado ":quem não quer trabalhar não coma". Incentiva a comunidade devido o grande progresso, constância na fé e na caridade. Apesar dos perseguidores mesmo assim muitos criam devido o testemunho dos tessalonicenses. Quantos aos que andam desordenadamente, melhor não se misturar.
15º Livro--- I a Timóteo São 6 caps. de uma carta doutrinária, além de encorajadora e de ordem. Timóteo era jovem um tímido pregador, porém a unção de Deus estava sobre ele. Paulo o encorajou a ensinar sobre o único mediador entre os homens e Deus = Jesus, orar por todos; dos deveres das mulheres, bispos, diáconos, apostasia (mudança de fé) e fidelidade no ministério e da heresia que era praticada em Éfeso. Era preciso colocar a ordem, porque, haviam pessoas dentro da igreja ensinando falsas doutrinas (gnosticismo), era necessário se atentar para que não disseminassem o veneno da mentira entre os verdadeiros irmãos na fé. Combateu os falsos mestres. Timóteo era um verdadeiro filho de Paulo na fé, tendo uma conduta irrepreensível diante de Deus e dos homens, glorificando a Deus em todo o tempo com seu testemunho. Não foi Paulo o fundador da igreja em Éfeso, certamente fora um dos discípulos de João, talvez o próprio Apolo, pregador eloqüente da época. O que se destaca nesta igreja é que não basta ser cristã, unida e cultivar vários outros valores importantes na vida do povo de Deus. Ela deve ser cheia do Espírito Santo. Não basta apenas ter a herdade da eloqüência, precisa ser avivada pelo poder de Deus. Paulo deixou esta incubência à Timóteo porque estranhou ao ver uma igreja tão pequena, apenas com alguns poucos discípulos (At 19.1), fechada em torno de si mesma, visão voltada apenas para o seu bem-estar pessoal e suas próprias necessidades. Após longos anos de treinamento, Timóteo ficou com a responsabilidade da igreja de Éfeso. Companheiros mais íntimos de Paulo, por isso o enviou à Éfeso para deter o falso ensino que ali havia surgido (1.3,4), também o alertava a não desprezar o dom que lhe foi dado por profecia com imposição das mãos e para prosseguir nos estudos até a volta de Paulo. Combati o bom combate, completei a carreira e guardei a fé.
16º Livro--- II a Timóteo são 4 caps. que paulo redigiu a Timóteo, demostrando grande preocupação por ter previsto seu fim e queria que Timóteo seguisse firme no ministério, que olhasse para aqueles que se afastaram da sã doutrina. Fala dos conhecidos e pede que Timóteo venha ter com ele.
17º Livro--- a Tito são 3 caps. que Paulo redigiu a Tito. Diz que a vida cristã se torna possível por causa da bondade e do amor de Deus que nos salvou, não porque fizemos alguma coisa boa, mas por causa da sua própria misericórdia. Paulo pede que Tito organize a igreja, reprima falsos doutores, que aconselhe velhos na fé, crianças, que ensine a Graça da Salvação à todos e que Tito seja o exemplo.
18º Livro--- a Filemom 1 cap. da carta que Paulo escreveu a Filemon a respeito do escravo Onésimo que havia fugido aparentemente depois de um roubo e, neste ínterim, em situação desconhecida, Onésimo conheceu Paulo e, pelo testemunho deste, acabou convertido ao cristianismo. Paulo, então, pede a Filemon que o perdoe e acolha como um irmão em Cristo. Dois elementos são notáveis aí: Paulo não usa de sua autoridade apostólica (8,14); e Paulo não pede a libertação de Onésimo, apela à consciência de Filemon para que o perdoe, ainda que o mantivesse como seu servo. Dois temas principais são desenvolvidos na epístola: a necessidade do perdão, e a aplicação dos valores cristãos à realidade social (escravidão). A expressão da espiritualidade cristã precisava ser traduzida no perdão: esta é a essência do apelo de Paulo a Filemon. “Ele [Onésimo], antes, te foi inútil; atualmente, porém, é útil, a ti e a mim” (v. 11), ou seja, as relações mudaram: a utilidade de Onésimo para a Igreja era, agora, maior que para o próprio Filemon, perdoar seu escravo fugitivo era prestar um serviço à Igreja. Quanto à questão da escravidão, Paulo não propõe uma subversão desta instituição característica do período. O cristianismo, ao que parece, não deveria alterar os modelos sociais vigentes. Uma mudança interior de atitude era o que se requeria. Esta mudança interior em Filemon seria mais importante do qualquer mudança na própria instituição da escravidão. Esta pequenina carta, é um belo exemplo de cortesia e carinho , Paulo não discute os direitos que alei daquele tempo davam ao dono de um escravo.
19º Livro--- aos Hebreus são 13 caps. redigida aos cristãos da comunidade hebráica talves devido suas escritas. Ninguém realmente sabe quem o escreveu. As sugestões têm incluído: Paulo, Timóteo, Apolo, Lucas, Barnabé, Clemente de Roma, Silas, Filipe e Priscila. No terceiro século, Orígenes provavelmente tinha a idéia certa quando escreveu: "Só Deus sabe ao certo quem escreveu a epístola." O livro é usado como um argumento final em defesa do Cristianismo. Usando uma lógica cuidadosa e referindo-se freqüentemente ao testemunho, mostrando que Jesus Cristo é o filho de Deus e digno da nossa fé. Há fortes reverências ao Cristo como o Filho de Deus e do homem; a autoridade que o Pai lhe deu como mediador ás mudanças nos preceitos; perseverança na fé desde o A. T. e argumenta que Jesus é o clímax de todas as coisas do passado. Assim, conclui: 'Olhando firmemente para o Autor e Consumador da fé, Jesus... Considerai, pois, atentamente aquele que suportou tamanha oposição dos pecados contra si mesmo, para que não vos fatigueis, desmaiando em vossas almas' (cap.12.2,3). Sabemos que o livro tem-se tornado uma fonte inestimável de estímulo e esperança para os cristãos pelos séculos hoje. Provavelmente a carta tenha sido escrita na Itália, naquela época todos estavam la.
20º Livro>>> Epístola de Tiago: são 5 caps. dirigida "às doze tribos que se encontram na Dispersão" (Ti 1:1). O objetivo foi ressaltar os deveres práticos da vida cristã. Os vícios contra os quais ele alerta são: formalismo, que faz o culto a Deus consistir de abluções e cerimônias externas, quando deveria ser, recorda o autor (1:27), amor ativo e pureza; fanatismo, que, sob o disfarce de zelo religioso, estava destruíndo Jerusalém (1:20); fatalismo, ao apontar a Deus como causa da tentação (1:13); crueldade, na lisonja ao rico e desprezo ao pobre (2:2); falsidade, que torna as palavras e os juramentos meras brincadeiras (3:2-12); partidarismo (3:14); maledicência (4:11); jactância (4:16); opressão (5:4). A grande lição de Tiago é a paciência: na provação (1:2), nas boas obras (1:22-25), sob provocação (3:17), sob opressão (5:7), sob perseguição (5:10); a base para a paciência, em Tiago, é o fato de que "a vinda do Senhor está próxima" (5:8). O argumento da "justificação pelas obras", desenvolvido por Tiago (cap. 2:14-26), pode ser contrastado com a doutrina da "justificação pela fé", argüida por Paulo. Uma maneira pela qual os cristãos conciliam estes dois pontos de vista é ao entender que Tiago prega a justificação perante os outros, perante o próximo, profissão de fé de um cristão através de uma vida coerente, enquanto que Paulo dá ênfase à justificação diante de Deus o homem aceito por Deus como justo devido à retidão de Cristo, que é recebida pela fé. Outro modo pelo qual os pais da Igreja conciliavam as duas posturas era ver a fé salvadora e verdadeira como fé que é energizada pelo amor, e o amor é pois acompanhado de boas obras, por oposição à fé que é apenas uma anuência intelectual a um conjunto de crenças. Uma referência cruzada pertinente é At. 26:20, na qual Paulo diz que ele tem pregado "que se arrependessem e se convertessem a Deus, praticando obras dignas de arrependimento". Alguns estudiosos apontam esta passagem como indício de que Paulo concordava com Tiago em que a fé verdadeira ou "viva" é acompanhada de obras. Tiago também é a Escritura de referência (Tia. 5:14) para a prática da unção dos enfermos. A Epistola de Tiago não foi aceita senão progressivamente na Igreja. Se sua canonicidade não parece ter criado problemas no Egito, onde Orígenes a cita como Escritura inspirada, Eusébio de Cesaréia, no começo do século IV, reconhece que ela ainda é contestada por alguns. Nas Igrejas de língua siríaca, foi apenas no decurso do século IV que a epístola foi introduzida no cânon do Novo Testamento. Na África, Tertuliano e Cipriano a desconhecem e o catálogo de Mommsen (cerca do ano de 360) ainda não a contém. Não figura no cânon de Muratori, editado por Ludovico Antonio Muratori, e é muito duvidoso que ela tenha sido citada por Clemente Romano ou pelo autor do Pastor de Hermas. Foi, porém, incluída entre os 27 livros do Novo Testamento relacionados por Atanásio de Alexandria e posteriormente confirmada por uma série de concílios no século IV. Durante a Reforma, alguns teólogos, como Martinho Lutero, argumentavam que a epístola não deveria integrar o Novo Testamento canônico, devido à aparente controvérsia entre a "justificação pelas obras", ali contida, e a "justificação pela fé" pregada nas cartas paulinas. Lutero via aí uma contradição com a doutrina da sola fide ("somente pela fé"). A maior parte das denominações do Cristianismo consideram-na hoje uma epístola canônica do Novo Testamento. Autoria= Quando as Igrejas aceitaram a canonicidade desta epístola, identificaram comumente como seu autor o Tiago, irmão de Jesus ("o irmão do Senhor", Gl 1:19), cuja função tão marcante na primeira comunidade de Jerusalém (At 12:17ss; 15:13-21; 21:18-26; 1Cor 15:7; Gl 1:19; 2:9,12) foi coroada pelo martirio nas mãos de judeus no ano 62. Os estudiosos costumam repudiar a tese de que esta epístola teria sido escrita por Tiago, filho de Zebedeu (Mt 10:2), que Herodes Agripa I mandou matar em 44 (At 12:2), mas alguns defendem a noção de que o autor seria o outro Tiago, o filho de Alfeu (Mt 10:3). Já os antigos hesitavam neste ponto e os modernos ainda o discutem, inclinando-se pela negativa. As palavras de Paulo em Gl 1:19 foram interpretadas em ambos os sentidos. Carta de Tiago ( irmão de Jesus), O autor chama a si mesmo de "mestre " e este livro tem belas lições para todos os seguidores de Cristo. Data:ano 49 da era comum, antes do Concílio de Jerusalém.
21º Livro>>> Epístola de I de Pedro são 5 caps. Que ele é o bem conhecido apóstolo dos Evangelhos e de Atos é confirmado tanto por evidências internas como externas. O autor descreve a si próprio como testemunha dos sofrimentos de Cristo (1Pedro 5:1), e exitem vários ecos dos ensinamentos e dos feitos de Jesus na espístola (p.ex. 1Pedro 5:2-3; João 21:15-17). Vários paralelos de pensamentos e frases entre 1 Pedro e os discursos de Pedro em Atos dão ainda mais apoio adicional à autoria de Pedro (p. ex. 1Pedro 2:7-8; Atos 4:10-11). Primeira carta de Pedro,Façam o possível para estarem em paz com todos , sem mancha e sem culpa diante dele, e fiquem esperando aquele dia abençoado em que haverá um novo céu e uma nova terra, onde mora a justiça.
22º Livro>>> Epístola de II de Pedro são 3 caps. escritos à Igreja como um todo, gentios e judeus cristãos espalhados pela Ásia Menor, que seiram as mesmas comunidades da primeira epístola, onde se proliferava o gnosticismo. O propósito é advertir os cristãos contra os ensinamentos dos falsos mestres, exortando-os a continuar crescendo na fé e no conhecimento de Cristo, o que demonstra uma forte semelhança com a epístola de Judas, provavelmente, por volta dos anos 65 a 67 da era comum, uns três anos depois da primeira carta pouco antes da morte do apóstolo que, conforme a tradição cristã, teria sido crucificado de cabeça pra baixo, durante as perseguições empreendidas pelo imperador Nero. Assim, o local mais provável onde a epístola teria sido escrita é a cidade de Roma. Sabendo que seria morto pela sua fé, Pedro diz que buscaria meios para que suas mensagens pudessem continuar sendo propagadas após o seu martírio (capítulo 1, versos de 12 a 15).Dividida em três capítulos, a epístola aborda brevemente a certeza sobre o retorno de Jesus Cristo, fazendo uma interessante comparação com o dilúvio na época de Noé, explicando que a Terra será julgada pelo fogo. Ao final, Pedro recomenda que o cristão deve esperar o retorno de Jesus, viver com retidão, estudar as Escrituras e buscar o seu crescimento, fazendo uma menção às epístolas de Paulo, as quais já estariam sendo deturpadas desde aquela época (versos 15 e 16 do capítulo 3).Devido às diferenças no estilo textual em relação à primeira epístola, a autoria de II Pedro muitas vezes chegou a ser colocada em dúvida nos primeiros séculos da Igreja, conforme defendia o historiador Eusébio de Cesareia, já que não fora citada antes de Orígenes no começo do século III. No entanto, Jerónimo de Strídon, autor da Vulgata, esclareceu que as diferenças no estilo textual entre as duas epístolas de Pedro podem ser explicadas. É que na segunda carta o apóstolo não teria recebido a ajuda de Silvano na sua redação, conforme houve na ocasião anterior. Façam o possível para estarem em paz com todos , sem mancha e sem culpa diante dele, e fiquem esperando aquele dia abençoado em que haverá um novo céu e uma nova terra, onde mora a justiça.
Primeira, segunda e terceira carta de João, O sangue de Jesus é a nossa justiça, O amor de Deus para conosco é o amor que devemos ter uns para com os outros. Deus é amor e quem vive no amor vive unido com Deus. e Deus vive unido com ele. Data: por volta do ano 95.
23º Livro>>>Epístola de I João são 5 caps. A falta de saudação, indicam que a carta foi circular, pela linguagem provavelmente enviada às comunidades da província da Ásia Menor, perto de Éfeso, entre os anos 85 e 90 da era comum, onde, segundo uma tradição antiga, João teria passado seus últimos dias. O objetivo era expor a heresia dos falsos mestres e confirmar a fé dos verdadeiros crentes para dar garantia da vida eterna àqueles que Crêem “no nome do Filho de Deus (5.13). João refere-se ao ensinamento Gnostico como enganosos (2.26; 3.7) e aos mestres como “falsos profetas” (4.1), mentirosos (2.22) e anticristos (2.18,22; 4.3). Eles um dia tinha estado com a igreja, mas tinha se afastado (2.19) e tinha se “levantado no mundo” (4.1) para propagar sua perigosa heresia. Este falso ensinamento me parece ser precursor do Gnosticismo (do termo grego gnosis, que significa conhecimento), e reivindicavam possuir um conhecimento especial sobre Deus, a teologia e Jesus Cristo. Sua base doutrinária incluía: que Jesus fosse realmente o Cristo (2:22); a pré-existência do Filho de Deus (1:1; 4:15 e 5:5,10); eles negavam a Encarnação de Cristo (4:2) IV) que seu objetivo fosse vir para salvar os homens (4:9). Porém, segundo alguns estudiosos, a forma exata dessa heresia, é incerta. Geralmente é afirmado que tinha alguma afinidade com os pontos de vista mantidos por Cerinto, na Ásia Menor, no fim do primeiro século, ainda que não fosse inteiramente idêntico com aquilo que se sabe sobre seu ensino. De acordo com Cerinto, Jesus foi um homem bom, no qual o Cristo celestial viera habitar desde o tempo de seu batismo até pouco antes de sua crucificação. Isto é combatido em diversas passagens da epístola, que afirma que Jesus é o Cristo (5:6) o Filho de Deus (2:22, 5:1,5). O ensino de Cerinto baseava-se no dualismo gnóstico entre o espíritual e o material, que negava a possibilidade de Deus (Espírito) ter se tornado homem (Matéria). Outra versão desta heresia, o Docetismo (do grego dokeo, parecer) afirmava que a Encarnação foi aparente, não uma realidade concreta. A posição de Cerinto, que fica entre essas duas, afirma que a Encarnação foi temporária, ou seja, desde o batismo até o momento da crucificação. O método de João em expor os erros dos hereges e confrontá-los com a verdade, Cristo Jesus é a fonte da vida e nós podemos receber a vida eterna que Ele nos prometeu. E essa vida é oferecida a todos, indistintamente, não somente a um grupo de iniciados na doutrina gnóstica. Ele fez de si mesmo a nós e para mostrar o que fazer com os falsos ensinamentos.
Autor: João.
Data: Por volta dos anos 90-100 d.C.
24º Livro---- Epístola de II João são 13 versículos. Embora trate-se de uma carta anônima, o seu estilo e vocabulário indicam claramente que foi escrita pelo autor do Evangelho de João. Evidências internas também apontam João como o autor, e o antigo testemunho atribui, com unanimidade, a carta a ele. Foi escrito para proteger a igreja da Ásia Menor, os cristãos, reafirmar a verdade, ressaltar os ideais e para ensinar como tratar os falsos profetas.
Autor: João, primo de Jesus.
Data: Anos 90-100 d.C.
25º Livro--- Epístola de III João Com apenas 15 versículos em um único capítulo, a epístula tem um destinatário certo, o presbítero Gaio, homem das comunidades da Ásia Menor, tendo o propósito de motivá-lo em sua vida cristã. Além do próprio João e de Gaio, dois outros personagens são mencionados na carta, a saber, Diótrefes e Demétrio. Gaio é descrito como um homem generoso e hospitaleiro que dava abrigo aos missionários em sua casa. Demétrio é mencionado como alguém que ama a verdade. Seria um outro membro proeminente das Igrejas na Ásia. Já Diótrefes é exposto como um sujeito que cuida de seus próprios interesses e tenta utilizar-se da Igreja local para alcançar o poder. Foi um homem que menosprezou a autoridade do apóstolo, agindo com orgulho e soberba, causando divisão na Igreja. Pode-se afirmar que a terceira epístola é um encorajamento aos cristãos para que buscassem a verdade, vocábulo que é mencionado sete vezes na carta. foi escrito para acabar com uma rivalidade entre os Diótrefes e os demais líderes sobre a hospitalidade com os missionários viajantes, inclusive com Demétrio, quem levou esta carta.
Autor: João, o chamado primo de Jesus.
Data: Anos 80-90 d.C.
26º Livro>>> Epístola de Judas é 1cap. com 25 versículos da epístola de Judas Tadeu (ou Judas, irmão de Tiago). Inicia-se com uma curta introdução de dois versos, fala sobre o perigo da atuação de homens perversos que estavam tentando alterar o propósito da fé cristã, dá exemplos históricos sobre os falsos mestres descrevendo o caráter destes, destaca o viver em santidade como o objetivo dos convertidos e conclui com sua benção apostólica. Escrita no ano 65 da era comum ou nos anos 66 e 67, logo após à morte de Pedro, em razão das fortes semelhanças com a segunda carta deste outro apóstolo. Uma terceira possibilidade seria que Judas e Pedro tivessem se utilizado de uma fonte comum, talvez de um panfleto muito utilizado na época para alertar à Igreja contra os falsos mestres. Judas teria enviado sua carta da Palestina ou do Egito. Os destinatários da epístola poderiam ser judeus convertidos ao cristianismo espalhados pela Ásia Menor, embora a epístola não dê informações cabais para que público específico Judas teria se dirigido. O seu conteúdo apenas indica que os destinatários seriam pessoas conhecedoras do Antigo Testamento e das tradições judaicas, não havendo referências expressas aos gentios. O propósito principal dessa epístola é a advertência contra os mestres imorais e as heresias da época, que colocavam em risco a fé dos cristãos. Há quem diga que Judas estaria escrevendo contra os mestres ateus que afirmavam que aos cristãos seria permitido fazer tudo o quanto desejassem, sem temer o castigo divino. Assim, sua carta enfoca a apostasia, que seria a troca dos ensinamentos cristãos pelas falsas doutrinas. Curiosamente, encontra-se nos seus versos 14 e 15 uma breve citação do livro apócrifo de Enoque (antepassado de Noé) - o livro de Enoque, sobre uma profecia do julgamento dos homens maus. Outro ponto da epístola que desperta a atenção é o seu verso 9 que fala sobre uma disputa entre o Arcanjo Miguel e o diabo pelo corpo de Moisés, incidente este que não está registrado em nenhuma outra parte das Escrituras, cuja narrativa é atribuída à citação de um livro antigo chamado de Assunção de Moisés, uma vez que o capítulo 34 de Deuteronômio nada diz a respeito do fato comentado pelo apóstolo. Escrito para todas a igrejas da época, ameaçadas com falsas doutrinas, denunciava os falsos e para pedir que os fiéis crescessem no conhecimento da verdade cristã com testemunhos firmes para resgatar a fé. Carta de Judas , Esta carta foi escrita aos cristãos em geral para prevení-los contra os falsos mestres que estavam espalhando idéias erradasnas igrejas.
Autor: Judas, o chamado "irmão" de Jesus.
Data: Anos 65-67 d.C.
27º Livro>>> Apocalipse ou a Revelação de Deus a João são 22 caps. há 2000 anos João que tinha sido banido pelo Imperador Romano, para uma pequena ilha no Mediterrâneo feito prisioneiro por ter pregado a Jesus. Deus vai encontrá-lo naquela ilha chamada Patmos. O livro é dividido em partes. A primeira está nos três primeiros capítulos e fala de nosso tempo presente. Ele escreveu sete cartas a sete assembléias de crentes nestas sete cidades. Há que acreditam que o João mencionado aqui (referido como "João de Patmos") é um outro indivíduo, diferente do apóstolo João. Exegetas católicos e protestantes afirmam ser João, o mesmo autor do Evangelho Segundo João, conforme o descrito no próprio livro(Ap.1:9–11). A palavra apocalipse em grego, "Revelação". Na maioria das bíblias em língua portuguesa, usa-se o título Apocalipse, e não Revelação, até o significado da palavra ficou obscuro e é às vezes usado como sinônimo (errôneo) de "fim do mundo". Entre outros fatos que teriam sido profetizados, estão os sete anos da grande tribulação (grande aflição mundial), onde após o arrebatamento da igreja ( momento no qual Jesus resgataria os salvos para o reino dos céus Nova Jerusalém, deixando na Terra os demais seres humanos que não o aceitaram como salvador), a Terra passaria por três anos e meio de paz (com o reinado do Anti-Cristo - que perseguiria os cristãos que não tivessem a marca da besta (ver abaixo), a qual possibilitaria livre comércio entre as pessoas. Tal marca, diz o profeta, seria posta na testa ou na mão das pessoas e haveria três anos e meio de grande aflição. Após esse período, ocorreria o início do Milênio (onde a igreja reinaria com Cristo na Terra). Terminado o Milênio, daria-se inicio o Juízo final, onde o Messias reinaria definitivamente, lançando Satanás e seus anjos (demônios) no lago de fogo e enxofre. Há também os que dão interpretações diferentes para os textos escritos, dizendo que se referem às perseguições que os cristãos sofreram dos romanos e sofreriam ao longo da história segundo este entendimento, João utilizava-se de simbologia para detalhar o sofrimento que estavam passando, e utilizava-se desse meio para falar com outros cristãos e dificultar assim o entendimento por parte de seus opressores. Segundo uma teologia comum das igrejas protestantes, João teria recebido visões através de Jesus Cristo por meio de um anjo, que mostrou-lhe o que aconteceria durante o período "fim do mundo", dentre estes acontecimentos está o mais famoso que é o Juízo Final, que trará o ceu enterno para os santos resultado do acatamento ou não dos apelos do novo testamento que são:
- Voltar-se a Deus / Arrependimento dos pecados / Aceitação de Jesus Cristo como Messias e Batismo nas águas. Dividindo então a humanidade entre os santos (aqueles que aceitaram) e os pecadores ( ficarão no inferno eterno) que se negaram a ouvir os apelos e mudar de atitude. Ainda segundo o entendimento profético do livro, temos os seguintes:
-Carta as igrejas (Éfeso,Smirna, Pérgamo, Tiatira, Sardo, Filadelfia, Laodicéia) / Princípio das dores (pequenas catástrofes) / Arrebatamento da igreja (Bodas do Cordeiro) / Abertura dos selos.
- Anjos derramam taças sobre a Terra, que significa a ira de Deus em 7 etapas dentre eles (Cavaleiros do Apocalipse), (Fome, Pestes), (Terremotos, Maremotos, Aquecimento Global), etc.
- Governo do AntiCristo por 7 anos, (Sinal da Besta), (Paz), (Guerras).
- Volta de Jesus Cristo e da igreja a Terra.
- Governo Milenar de Jesus Cristo.
- Juízo Final
O sinal ou marca da besta é alvo de diversas interpretações. Existem aqueles que dizem que o sinal será literalmente posto nas mão direita ou na testa, e acusam ser o Verichip. Outros interpretam que o sinal na mão direita ou na testa significaria pensamentos e atitudes segundo as intenções da besta. Um exemplo dos adventistas, que crêm que se pode identificar o sinal da besta identificando qual o sinal contrário, isto é, o "sinal de Deus", que eles crêm ser a observância do sábado. Porém correntes atuais, ponderam que o sinal da Besta nada mais é que algo compreensivel, que quem recebê-lo saberá exatamente o que está fazendo, pois a expressão "é numero de homem", remete a algo comum, notório a todos, pois até mesmo pessoas iletradas reconhecem numeros com facilidade, ao contrario da corrente que há alguns anos acusava o código de barras e agora o Verichip. Existe tambem a possibilidade de ser um numero bem no centro da testa escrito 666 (seissentos e sessenta e seis).

Em apocalipse, cap. 7:4 e 14:3/5 existe uma curiosidade a ser pesquisada:
- Referente aos 144 mil que ficarão no céu servindo ao Senhor. São homens que não foram contaminados por mulheres.
Fontes: http://is.gd/bzwLY

Tipologia Bíblica:
A missão de Jesus►Então, Deus fez a terra e ordenou que ela produzisse tudo para suprir todas as necessidades do homem e que ele vivesse feliz nela (Gen. 2:15).
►Porém quem deixa ser usado por satanás, torna-o seu servo. O homem assim o fez, permitiu sua entrada na terra de maneira indevida (João 10:1).
►O pecado entrou no mundo (I João 3:8ª), e todos nós de lá pra cá nasceríamos e viveríamos em pecado (Gên. 3:1/6). Satanás nos oprime, toma conta de nosso ser, nos devassa (João 10:10). Por cauda disso ficaríamos separados da Gloria de Deus (Rom 3:23).
►Deus vendo isso enviou seu Filho Amado para nos resgatar, salvando-nos de todo mal satânico (Luc. 9:56).
►Assim nasceu Jesus humano, porém Santo (Mat. 20:21). Viveu entre os homens e entrou na terra pela porta, de modo correto (João 10:2/4), caso viesse em espírito, viria errado como veio o intruso satanás.
Missão: Anular obras de satanás (I João 3:8b / Mat. 28:18);
 Formar seus discípulos para anunciar o evangelho (Luc. 6:13/16 – João 17:18);
 Capacitar (Luc.9:1/6 - Mat. 28:19/20);
 Ensinar “precisamos querer e crer no Seu Santo Nome” (Atos 16:31 – João 1:12) e que as bênçãos são nossas e de graça (Rom. 6:23), é só aceitar sem duvidar (Luc 12:31). Ensinar a orar (Tiago 5:14/16).
 Autorizar (Luc. 10:19);
 Sacrificar “ derramar seu santo sangue na terra, sacrifício necessário para a libertação da humanidade das mãos de satanás (Mat 26:28):
- Sangue que nos purifica dos pecados ( I João 1:7);
- Mostrar o quanto nos ama por isso nos lavou com seu sangue (Apoc. 1:56);
- Só assim teremos livre acesso à presença de Deus, andando no Seu caminho (João 14:6).
Missão comprida (João 17:3/4)
De volta pra casa (Mar 16:19)
Resultado “Os cristãos pregam por todas as partes e de vária maneiras e o Senhor coopera com eles confirmando Sua Palavra com sinais que se seguirão até o fim dos tempos”.

sábado, 3 de abril de 2010

Ver os profetas...

- Mica – filho de Incá que foi preso pelo filho de Acabe. Um Efraimita, cuja vida é descrita em Jz 17 e 18. o seu único pensamento é possuir o favor de Deus (Jz 17.13), mas ele é tão ignorante do que prescreve a Lei que a sua casa está cheia de ídolos, escolhendo para os serviços religiosos um sacerdote não autorizado, primeiramente uma pessoa de sua família, e depois um levita, que não era da linha sacerdotal. A narrativa claramente mostra a que grau de desmoralização alguns dos levitas tinham chegado. Aquele levita que, depois de servir a casa idolátrica de Mica, veio a ser o primeiro sacerdote de outro sistema religioso, em que o Senhor não tinha parte, era neto de Moisés, porque o nome de ‘Manassés’ (Jz 18.30) é uma alteração, em vez de ‘Moisés’, feita com o propósito de defender aquele venerável nome do descrédito que tal descendente havia de lançar sobre ele. - Chefe de uma família de Rúben (1 Cr 5.5). - Filho de Meribe-Baal, ou Mefibosete, que era filho de Jônatas (2 Sm 9.12 - 1 Cr 8.34,35 - 9.40,41). - Levita da família de Asafe cujos descendentes habitavam em Jerusalém (1 Cr 9.15 - Ne 11.17,22). Ele é chamado Micaías em Ne 12.35. - o filho mais velho de Uziel, irmão de Anrão (1 Cr 23.20 - 24.24, 25). - Homem de alta posição social, cujo filho Abdom foi mandado pelo rei Josias investigar acerca do caminho do Senhor, quando foi achado o livro da Lei (2 Cr 34.20). Em 2 Rs 22.12 é chamado Micaías. -Levita, ou família de levitas, que assinou o pacto com Neemias (Ne 10.11);

- Elias – prevê a morte de Acazias; divide o rio Jordão e passa a seco; subiu numa carruagem de fogo aos céus e sumiu o SENHoR é Deus. 1. Elias era tesbita, natural de Gileade, país ao oriente do Jordão, e foi ‘o maior e o mais romântico caráter que houve em israel’. É dramático o seu aparecimento público. No reinado de Acabe, rei de israel, que recebia a forte influência de Jezabel, sua mulher, a nação caiu na idolatria, esquecendo o pacto do SENHoR. Veio, então, de repente a Acabe, por meio de Elias, esta terrível mensagem : ‘Tão certo como vive o Senhor, Deus de israel, perante cuja face estou, nem orvalho nem chuva haverá, nestes anos segundo a minha palavra’ (1 Rs 17.1). Elias era dotado de um temperamento impetuoso e ardente - tendo nascido nas serras de Gileade, amava as terras montanhosas. Pela narrativa dos fatos podemos depreender, na realidade, certos aspectos e traços pessoais. os seus cabelos eram compridos e abundantes (2 Rs 1.8). Era também forte, pois, não sendo assim, não teria podido correr até grande distância diante do carro de Acabe, nem teria suportado um jejum de quarenta dias. o seu vestuário constava de peles, presas com um cinto de couro, e de uma capa de pele de carneiro, que se tornou proverbial (1 Rs 19.13). A seca que houve no país pela maldade do rei e do povo durou três anos e seis meses (Lc 4.25 - Tg 5.17). A fome que se manifestou foi rigorosa, e a Fenícia foi, também um dos territórios atingidos pelo terrível flagelo. Tendo Elias entregado a sua mensagem, escondeu-se de Acabe num profundo vale ao oriente do Jordão, onde corria o ribeiro de Querite. ‘os corvos lhe traziam pela manhã pão e carne, como também pão e carne ao entardecer - e bebia da torrente’ (1 Rs 17.6). Passado algum tempo, secou o riacho de Querite e Elias foi mandado procurar outro lugar, e ele se levantou e foi para Sarepta, povoação próxima de Sidom, o próprio país de Jezabel (1 Rs 17.8,9). Ali se encontrou com uma mulher viúva, que andava apanhando lenha para cozinhar a última refeição, que ela e seu filho tinham para comer, pensando que dentro de pouco tempo morreriam de fome. E quando Elias pediu para si um pouco desta pequena porção de alimento, ela fez como o profeta lhe recomendou. A sua fé foi recompensada, porque, ainda que a fome teve a duração de três anos, nunca lhe faltou a farinha, e nunca se acabou o azeite (1 Rs 17.10 a 16 - Lc 4.26). Durante a sua residência em Sarepta, Elias teve a oportunidade de mostrar o poder do Senhor, visto que o filho da viúva tinha adoecido e morrido. A consternada mãe acusou o profeta de ter trazido à sua casa tal infelicidade - mas, havendo-lhe ele entregado vivo o filho, foi obrigada a confessar: ‘Nisto conheço agora que tu és homem de Deus’ (1 Rs 17.17 a 24). No terceiro ano da calamidade, as terras estavam tão secas, e a fome era tão dura que o próprio Acabe, e obadias, chefe da sua casa, tiveram de procurar por toda parte forragem para não morrerem os seus cavalos e mulas. Fizeram-se então, em Samaria, os preparativos para uma expedição. E nesta ocasião mandou o Senhor a Elias que fosse ter com Acabe, fazendo, ao mesmo tempo, a promessa de que mandaria chuva, e desta maneira acabou a seca em israel. No caminho, Elias encontrou obadias, e tranqüilizou-o quanto aos seus receios a respeito do rei, dizendo-lhe, ao mesmo tempo, que procurasse Acabe (1 Rs 18.7 a 16). o encontro do rei com o profeta, o desafio do servo do Senhor, no monte Carmelo, dirigido aos profetas de Baal, o resultado daquela cena, a vinda da chuva, tudo isto é descrito com uma tal viveza que é difícil ser excedida (1 Rs 18.17 a 46). Pela desumana mortandade dos profetas de Baal (*veja Dt 13.5 e 18. 20), excitou Elias a cólera de Jezabel, declarando esta terrível mulher que o mesmo que havia sido feito aos sacerdotes de Baal o seria e ele. Elias podia afrontar um rei colérico, mas a ameaça de uma mulher enraivecida o levou a procurar de novo o deserto, onde, em desespero, desejou que a morte o levasse. Mas Deus, na Sua infinita bondade, o guardou, alimentou, e guiou pelo deserto, numa jornada de quarenta dias, até que chegou a Horebe, ‘o monte de Deus’. Ali, pelas manifestações das terríveis forças da Natureza, como o tufão, o terremoto, e o fogo, ouvindo-se depois ‘um cicio tranqüilo e suave’, sentiu Elias na sua alma que estava na presença de Deus. A investigadora pergunta ‘que fazes aqui, Elias?’ teve como resposta um protesto de lealdade ao Senhor e, ao mesmo tempo, o reconhecimento da sua derrota, da sua solidão, e o receio de lhe tirarem a vida. o profeta recebe, então, a ordem de voltar à sua abandonada tarefa, no conhecimento íntimo de que a causa de Deus permanecia segura. Repreendido, e, contudo, cheio de coragem, volta Elias à sua missão - ao encontrar no caminho Eliseu, que lhe havia de suceder, lançou sobre ele a sua capa, e o levou a deixar a lavoura (1 Rs 19). Dois anos mais tarde, foi Elias mandado à presença de Acabe para avisá-lo, e ao mesmo tempo reprovar o seu procedimento no caso da vinha de Nabote. Da perturbada alma de Acabe, quando viu aproximar-se Elias, saiu este grito: ‘Já me achaste, inimigo meu?’ (1 Rs 21.20). o seu arrependimento adia o julgamento dos seus pecados, mas não o anula (*veja Acabe e Nabote ). Depois destes acontecimentos aparece Elias como mensageiro de Deus, para repreender Acazias, que, tendo subido ao trono após a morte do seu pai Acabe, havia procurado o auxílio dos deuses estranhos. o plano de Acazias para lançar mão da pessoa do profeta é frustrado por haver descido, nessa ocasião, fogo do céu (2 Rs 1 - *veja também Lc 9.54 a 56). Na ocasião em que fazia uma visita às escolas dos profetas em Betel e Jericó, Elias soube que estava para ter fim a sua carreira neste mundo (2 Rs 2). Quando Elias e Eliseu partiam de Jericó, e se dirigiam para um lugar além do Jordão, foram acompanhados por cinqüenta estudantes, que assim puderam observar a miraculosa separação das águas do rio por meio do manto de Elias. Tendo Eliseu pedido uma dobrada porção do espírito de Elias, isto é, que pudesse ser herdeiro do seu ministério e da sua influência (uma alusão ao duplo quinhão, que o primogênito recebia pela morte do pai), foi-lhe respondido que, embora a petição fosse extraordinária, seria atendida;

- Eliseu – sucessor de Elias e filho de Safate, amaldiçoou 42 pequenos zombadores; salvou o rei de Israel, rei de Judá e o rei dos Edom das mãos dos moabitas; aumenta o azeite da viúva; revive o filho da sunamita; tirou a morte da panela; curou a lepra de Ciro Naamã, o chefe do exército da Síria; joga a lepra de Naamã em Geazi (seu moço ou seu secretário) que teve ganância; fez o ferro do martelo flutuar; adivinhou os conselhos do rei da Síria; prediz fartura; disse que Jeoás feriria os sírios só 03 vezes. Deus é Salvação. Eliseu, filho de Safate, foi discípulo e sucessor de Elias. o profeta Elias, a quem Deus tinha mandado que ungisse Eliseu como profeta, foi para este fim a Abel-Meolá, onde encontrou Eliseu, ocupado em lavrar a terra com doze juntas de bois, e lançando o seu manto sobre ele, abruptamente passou adiante (1 Rs 19. 19). Correu Eliseu após ele, e pediu-lhe fosse permitido despedir-se da sua família - recebendo uma resposta enigmática, matou logo uma junta de bois, cozeu a carne com a madeira do arado, e fez uma festa de despedida a que assistiram os seus vizinhos. Depois disto, foi coadjuvar Elias, a quem serviu até ser este trasladado da terra - nessa ocasião apanhou Eliseu o manto caído, sendo-lhe dada, em conformidade ao seu pedido, dobrada porção do espírito de Elias, sinal de que havia de ser o seu herdeiro e sucessor (2 Rs 2). Após o desaparecimento de Elias, mostrou Eliseu ter sido favorecido com os dons de profeta, separando as águas do rio Jordão por meio do manto do ser mestre (2 Rs 2.14). os ‘discípulos dos profetas’ publicamente o reconheceram como sucessor de Elias. Logo depois deste fato, deu-se o segundo e o terceiro dos seus milagres, que foram a dulcificação das águas de Jericó (2 Rs 2.19 a 22), e o aparecimento de ursos, que despedaçaram rapazes escarnecedores (2 Rs 2.23,24). Quando o rei de Moabe, que havia pagado tributo desde o tempo de Davi, se revoltou contra o rei de israel, marchou este e os seus aliados, os reis de Judá e de Edom, para o deserto, na esperança de surpreender o rei de Moabe - mas a falta de água os fez sofrer muito. A pedido de Josafá, profetizou Eliseu um notável livramento (2 Rs 3.1 a 25), que foi maravilhosamente realizado. Não está muito claramente indicada a cronologia da vida de Eliseu - mas como ele morreu no reinado de Jeoás (2 Rs 13.14), deve o seu ministério ter-se exercido durante os reinados de Jeorão, Jeú, Jeoacaz, e Jeoás, pelo espaço de quase cinqüenta e sete anos. A mais profunda lição deste longo ministério não foi tanto a pregação do poder do Senhor, como fazer ver o cuidado, a providência e o auxílio do Senhor, que sempre se tornam visíveis para com os Seus servos e o Seu povo. Vê-se isto no caso da viúva, cujo marido tinha vivido no temor do Senhor (2 Rs 4.1 a 7). Em virtude de ter ficado pobre esta viúva, o credor tomou conta dos seus dois filhos, para serem seus servos. E, fazendo isto, estava dentro de lei (Lv 25.39), mas semelhante ação não se podia justificar pela sua dureza. Então Eliseu, o profeta do Deus de infinita misericórdia, não pôde resistir ao apelo que lhe foi feito, prestando auxilio à pobre mulher. Aconteceu também que, vindo Eliseu várias vezes do monte Carmelo, costumava ficar em Suném, hospedando-se em casa de uma piedosa família israelita (*veja Suném). A mulher sunamita não tinha filhos, o que era considerado como grande desgraça entre as mulheres judias - mas um dia o profeta assegurou-lhe que Deus a livraria dessa esterilidade (2 Rs 4.8 a 17). Na verdade, essa mulher teve um filho, que, passados alguns anos, morreu, devido a um ataque de insolação. Deitando ela o corpo do seu filho na cama do profeta, partiu logo, montada numa jumenta, em procura de Eliseu, que orou ao Senhor, e pôde fazer voltar à vida o rapazinho (2 Rs 4.26 a 3 7). (*veja Sunamita.) Algum tempo depois do acontecimento narrado, numa ocasião de grande fome, estava Eliseu em Gilgal, ensinando os discípulos dos profetas e animando-os com a sua presença durante o tempo em que aquele flagelo angustiava o povo. Tendo sido lançada na panela uma planta venenosa, o profeta tornou a refeição inofensiva, misturando-lhe farinha (2 Rs 4.38 a 41). (*veja Gilgal.) Pertence a este mesmo período o milagre dos vinte pães e algumas espigas de trigo. o outro milagre que Eliseu operou é descrito no cap. 5 do segundo livro dos Reis, de modo notável. As tropas da Síria, numa das suas incursões, tinham levado consigo uma menina que foi servir em casa de Naamã, homem de grande autoridade, porém leproso. (*veja Lepra.) Veio Naamã ao reino de israel e apresentou-se, por indicações da menina judia, em casa do profeta Eliseu. E Naamã foi curado. o fato do machado, que, tendo caído na água, é recuperado, mostra a poderosa influência de Eliseu. Tinham ido os discípulos dos profetas receber de Eliseu a necessária instrução - mas, como o seu número já era demasiadamente grande, pediram ao profeta que lhes permitisse construir uma casa própria nas margens do rio Jordão, onde havia madeira em abundância. Nessa ocasião se deu o caso do machado, que caiu no rio (2 Rs 6.1 a l). Em outra ocasião, não sabemos quando, porque os acontecimentos descritos nestes capítulos não estão na sua ordem cronológica, pôde Eliseu avisar o rei acerca de diversas conspirações, pelas quais o rei da Síria esperava apoderar-se da pessoa do rei. Não podia o monarca sírio explicar o ter Jeorão descoberto os seus planos, em tão grande segredo preparados, até que lhe foi sugerido que o taumaturgo profeta podia ter revelado tudo. Sabendo então onde se achava Eliseu, mandou soldados a Dotã, para que o prendessem. Mas este orou para que todo o exército de Ben-Hadade fosse ferido de cegueira. Foi ouvida a sua oração, e em cegueira foram conduzidos os soldados até entrarem os muros de Samaria. Todavia, não permitiu Eliseu que o rei de israel massacrasse o exército, que daquela maneira tinha caído no laço, manifestando assim o profeta quanto era humanitária a sua alma. Mostrou também ao rei sírio a futilidade de suas tentativas, nas contendas contra o Deus de israel (2 Rs 6.19 a 23). E Ben-Hadade abandonou, com efeito, as suas incursões de salteador, mas foi preparando um exército regular, e veio cercar Samaria, numa ocasião em que Eliseu e o rei de israel ali estavam. A cidade viu-se em terríveis dificuldades por falta de alimento, e a fome era tão grande que um ato de canibalismo chegou ao conhecimento do rei. Extraordinariamente angustiado por este fato, o rei Jeorão acusou Eliseu de ser a causa de todas as suas infelicidades, e mandou matá-lo. Avisado o profeta do que estava acontecendo, e sabendo, também, das intenções do rei. Morre Eliseu;

- Jeú – jovem profeta ungido rei de Israel por Eliseu, extermina a casa de Acabe, mata todos os servos de baal. o Senhor, Ele o é. 1. Filho de Josafá e neto de Ninsi. Foi com ele que principiou a quinta dinastia dos reis de israel, a qual teve maior duração que outra qualquer casa real daquele país (2 Rs 10). As principais características de Jeú foram discrição, rapidez da ação, e crueldade. Ele era ainda jovem quando Deus mandou a Elias que o ungisse como rei de israel (1 Rs 19.16). Por qualquer razão não efetuou Elias o mandato, que passou para Eliseu, realizando este profeta a cerimônia da unção por procuração e em segredo (2 Rs 9.1,6). Nesta ocasião era Jeú capitão daquela força que cercava Ramote-Gileade, tendo ali sido deixado por Jorão, que se tinha retirado para Jezreel, a fim de ser curado de uma ferida. Havendo conhecimento de tudo isto, foi ele aclamado rei pelos oficiais, que lhe proporcionaram aquelas honras que o tempo e o lugar permitiam (2 Rs 9.2 a 15). Procurou Jeú evitar que as notícias da insurreição chegassem aos ouvidos de Jorão - e então partiu logo para Jezreel, e ali matou o rei de israel e provocou a fuga do rei de Judá e a morte de Jezabel (2 Rs 9.24 a 37). Não se deteve Jeú neste feito, mas continuou a mortandade até que a casa de Acabe foi exterminada (2 Rs 10.1 a 14). Foi durante a marcha para Samaria que Jeú encontrou Jonadabe, o recabita, conseguindo dele o seu auxilio na matança, dos adoradores de Baal, dentro do respectivo templo edificado por Acabe (1 Rs 16.32 - 2 Rs 10.23). Foi despedaçada a estátua de Baal, o templo foi arrasado, e daquele sítio fizeram um lugar para usos vis. Todavia, embora Jeú tivesse sido o instrumento nas mãos de Deus para infligir o devido castigo à casa de Acabe, é na Sagrada Escritura acusado de não abandonar inteiramente os pecados de Jeroboão, que fez pecar israel, prestando culto aos bezerros de ouro (2 Rs 10.29 a 31). Ele parece ter sido movido mais pelo espírito de ambição do que pelo temor de Deus, não sendo, na verdade, o desejo de restaurar a pureza do culto do Senhor o que o impelia nos seus atos. Durante os seguintes vinte e sete anos do seu reinado não há conhecimento de qualquer fato de Jeú que não seja o de manter o culto do bezerro, que Jeroboão tinha instituído. Foi sepultado em Samaria, sucedendo-lhe seu filho Jeoacás. (*veja Hazael, Ramote-Gileade, Jezreel. ) Jeú é mencionado no ‘obelisco Negro’ (que agora existe no Museu Britânico), sendo representado a pagar o tributo a Salmaneser ii, rei da Assíria (840 a.C.). É chamado na inscrição ‘Jeú, filho de onri’, não sendo conhecida a mudança da dinastia pelos escribas da Assíria, dado o caso que onri não seja um erro clerical, estando em vez de Ninsi, como já tem sido sugerido.- Profeta de Judá, a quem Deus mandou que fosse ter com Baasa, rei de israel, a fim de predizer-lhe o mau resultado das suas cruéis ações (1 Rs 16.1 a l), pois havia ferido a casa de Jeroboão. Ele também denunciou Josafá (2 Cr 19.2,3). (*veja Baasa.) - Descendente de Simeão (1 Cr 2.38). - Descendente de Judá (1 Cr 4.35). - Um dos heróis de Davi (1 Cr 12.3). Morre Jeú;

- Joiada – sacerdote filho de Jeúo Senhor conhece. l. Era o pai de Benaia (2 Sm 8.18), e o principal dos 3.700 sacerdotes, que se juntaram a Davi em Ziclague (1 Cr 12.27). 2. Foi o sucessor de Azarias no sumo sacerdócio, e o marido de Jeosabeate, filha de Jeorão, e irmã do rei Acazias (2 Cr 22.11). Auxiliado por sua mulher, ele livrou da morte a Joás, filho do rei Jeorão, o qual tinha apenas um ano de idade, e o ocultou no templo. Passados sete anos foi Joás proclamado rei, e morta a sanguinária Atalia (2 Rs 11,12 - 2 Cr 23,24). Durante a vida do sumo sacerdote Joiada, seguindo Joás os seus conselhos, tudo corria bem. Joiada formou o desígnio de reparar o templo, e para este fim obteve consideráveis quantias nas diversas cidades de Judá. Todavia, os levitas levantaram certas dificuldades - e foi só quando o rei chegou à idade de poder cooperar com o libertador, que ele conseguiu pôr em prática os seus planos (2 Rs 12.7,9 - 2 Cr 24.5 e seg.). Joiada conservou o seu cargo de sumo sacerdote em alta veneração. Quando apresentou Joás ao povo, e o proclamou rei, ele só permitiu que entrassem no templo os levitas para oficiarem. E também não quis que a idólatra Atalia fosse morta dentro da casa do Senhor. Ele destruiu o altar e o templo de Baal, sendo mortos os seus sacerdotes. Morreu Joiada na idade de 130 anos, e pelos seus serviços foi sepultado na cidade de Davi entre os reis de Judá. Sucedeu-lhe no alto cargo sacerdotal seu filho Zacarias (2 Cr 24.20 e seg.). Em Jr 29.26 é ele considerado como o tipo do sacerdote fiel. 3. Aparentemente filho de Benaia, e um dos principais conselheiros de Davi - mas pensam muitos que as palavras deviam ser Benaia, filho de Joiada, como está na outra passagem (1 Cr 27.34). 4. indivíduo que ajudou a reparar uma das portas de Jerusalém (Ne 3.6).

- Jonas – (fica o lugar de Hamitai)- Uma pomba. Filho de Amitai (Verdadeiro), natural de Gate-Hefer, pequena aldeia de Zebulom, na Galiléia, hoje chamada el-Meshad. Jonas é mencionado em 2 Rs 14.25 - ele havia anunciado o aumento do reino de israel, o qual recuperaria os seus antigos limites, tendo este fato a sua realização no valor e predomínio de Jeroboão ii. Viveu, provavelmente, durante o reinado desse rei, ou talvez, antes, pelo tempo de Jeoacaz. Este Jonas é geralmente identificado com o principal personagem do livro de Jonas.- (livro de) - o autor deste livro tem sido identificado com aquele Jonas, de que se faz menção em 2 Rs 14.25. Mas, por outro lado, alguns críticos modernos recusam-se a considerar a obra como uma narração de fatos, julgando-a apenas um conto religioso, preparado com fins edificantes depois do exílio. isto, porém, não se harmoniza com as referências de Jesus a Jonas. Este livro, à exceção do cap. 24, contém uma simples narrativa. Conta que Jonas, tendo sido enviado, no cumprimento de uma missão, a Nínive, procurou fugir para Társis - mas, sendo surpreendido por uma tempestade, é lançado ao mar, sendo engolido por um grande peixe, em cujo ventre permaneceu pelo espaço de três dias (cap. 1º), no fim dos quais, pela sua oração fervorosa a Deus, é maravilhosamente salvo (cap. 2). Como Deus novamente o mandasse a Nínive, ele para ali partiu, e anunciou àquela cidade a sua destruição - mas os ninivitas, acreditando nas suas palavras, jejuam, oram, e arrependem-se, por isso são misericordiosamente poupados (cap. 3). Jonas, imaginando que o haviam de considerar um falso profeta, desgosta-se daquele ato de divina misericórdia, e deseja morrer. Quando deixou a cidade, sentou-se, e uma aboboreira o abriga, mas essa planta seca em pouco tempo, pelo que Jonas se entristece. E então Deus lhe faz ver, naquele fato, quanta razão havia na Sua suprema bondade para com os ninivitas arrependidos (cap. 4). Considera-se difícil de resolver a questão do caráter histórico do livro. É certo, porém, que a existência e o ministério do profeta, juntamente com os principais fatos da sua vida, são referidos por Jesus Cristo (Mt 12.39 a 41, e 16.4 - Lc 11.29,30), que não somente reconhece de um modo explícito a missão profética de Jonas, mas também em Mt 12.40 (embora seja possível ser isto apenas um comentário do Evangelista) descreve a sua estada no ventre do monstro marinho, indicativo de outro fato análogo, que havia de dar-se com Ele próprio. E depois de aludir à pregação do profeta em Nínive, e ao arrependimento dos seus habitantes, tem esta expressão: ‘Eis aqui está quem é maior do que Jonas.’ Toda a narrativa apresenta, também, o mais comovente contraste entre a terna misericórdia de Deus e a rebelião, impaciência e egoísmo do Seu servo, bem como entre a facilidade com que se arrependeram os ninivitas pela pregação de um profeta que os visitou como estrangeiro, e a dureza que os israelitas mostraram para com os servos do Senhor, que entre eles viviam e trabalhavam. Mas, indubitavelmente, o grande propósito do livro foi ensinar aos israelitas que a compaixão de Deus não se limitava a eles próprios, mas se estendia aos homens de todas as nações.

- Isaías - muitas vezes referido como o "profeta messiânico", por causa das muitas profecias dele que se cumprem especificamente em Cristo. E ele escreveu essas profecias mais de 700 anos antes do nascimento de Jesus.Salvação do Senhor. É isaías justamente chamado ‘o mais ilustre dos profetas’. Mas ele foi tão grande estadista como era profeta, tomando parte ativa nos negócios públicos durante os reinados de Uzias, Jotão, Acaz e Ezequias. A respeito de seu pai Amoz nada se sabe (1.1 - 2.1). É, também, incerta a tradição de que isaías foi condenado à morte por Manassés. Era casado, e sua mulher foi por ele apelidada de ‘a profetisa’ (is 8.3). Tiveram dois filhos, dos quais nada se sabe, a não ser os seus nomes simbólicos (is 7.3 - 8.3,4). Deve ter exercido a sua missão de profeta durante um longo período de tempo. Calculando pelo menor tempo, passaram-se quarenta anos desde o último ano de Uzias (c. 740 a.C. - is 6.1) até ao ano em que Jerusalém foi libertada dos ataques de Senaqueribe (701 a.C.), sendo então que o profeta desaparece da história. Foram contemporâneos de isaías os profetas oséias e Miquéias. Além do livro de isaías, sabemos por 2 Cr 26.22 que o Profeta escreveu uma narração dos ‘atos de Uzias’. Perdeu-se esta obra, bem como outros escritos do profeta. A vida de isaías está intimamente relacionada com as histórias de Samaria e Judá, mas principalmente com este reino, e deve ser estudada nesta relação. - (livro de) - os assuntos do livro podem ser divididos em sete seções, como se segue:
(1) Caps. 1 a 6. Discursos de caráter geral, principalmente nos tempos de prosperidade e de corrupção, nos reinados de Uzias e Jotão, publicando os pecados do povo e fazendo ver, também, que com o arrependimento viria a misericórdia do Senhor. o cap. 6 relata a chamada do Profeta, como uma justificação para as suas ameaças e promessas.
g) Caps. 7 a 12. o Livro de Emanuel. Profecias em conexão com a invasão de Judá pelas combinadas forças de israel e da Síria, referindo-se, também, às invasões dos assírios - e compreende os avisos a Acaz contra o seu desejo de procurar obter a aliança com aquele povo - e são depois anunciadas as incursões dos assírios, e a destruição dos seus exércitos, com promessas de uma salvação mais grandiosa.
(3) Caps. 13 a 23. o Livro dos Pesos. Calamidades anunciadas contra várias nações, que eram hostis ao Senhor e a Seu povo. E nesses inimigos estava incluída a própria cidade de Jerusalém e um alto oficial do palácio do rei (2.2), porque estavam infeccionados dos pecados dos pagãos.
(4) Caps. 24 a 27. o Apocalipse de isaías. Uma vista geral de todas estas operações divinas acerca do julgamento e da misericórdia, mostrando os seus fins e resultados. (5) Caps. 28 a 35. Estes capítulos compreendem certas profecias, principalmente as do tempo de Ezequias, denunciando os pecados de israel e de Judá, mas com promessas de compaixão, e de cair o peso das calamidades sobre os seus opressores.
(6) Caps. 36 a 39. Há nestes uma narrativa da invasão de Senaqueribe e da sua derrota, ilustrando esse acontecimento as precedentes profecias - e ainda outra narrativa sobre a vaidade de Ezequias, e a conseqüente ameaça de castigo, não faltando em seguida as consoladoras promessas.
(7) Caps. 40 a 66. A Grande Profecia da Restauração de israel. Uma prolongada revelação dos desígnios de Deus quanto à sua misericórdia para com o povo de israel, tendo especialmente em vista o fim do cativeiro da Babilônia. Trata-se, na maior parte, de uma profecia continua - mas pode ser dividida em três seções:
(a) os capítulos 40 a 50 contêm uma defesa da Divindade do Senhor, que há de manifestar-se grandemente como Salvador do Seu povo.
(b) os capítulos 51 a 56.8 anunciam e descrevem esta manifestação por meio do Messias, e o resultado maravilhoso da Sua obra.
(c) os capítulos 56.9 a 66 expõem mais largamente estes resultados na superioridade da igreja de Cristo sobre o antigo israel nacional, relativamente ao caráter, privilégios e destinos daquela. Citações no N.T.: São numerosas as citações que se fazem do livro de isaías no N.T., mais especialmente do cap. 53, que trata dos sofrimentos do Servo do Senhor: ele salva do pecado e da aflição. Este capitulo acha-se quase todo reproduzido no N.T., sempre aplicado a Jesus Cristo. (Mt 8.1 - At 8.32, 33 - e Hb 9.28).

- Hilquías - o Senhor é a minha porção. Era o sumo-sacerdote que encontrou, em meio a entulhos, o Livro da Lei. Josias ordenou que o livro fosse lido perante todo o povo. Mais do que isto, que a prática de culto e adoração fosse adaptada ao que dizia o Livro da Lei, e fez uma aliança com Deus com base nas Palavras da Lei. A vida religiosa do povo de Judá experimentou assim uma grande Reforma. 1o pai de Eliaquim, oficial de Ezequias (2 Rs 18.18). 2. Sumo sacerdote no reinado de Josias, rei de Judá (2 Rs 22.4). os notáveis acontecimentos que ocorreram durante a sua vida sacerdotal, tornaram-no superior a outros sacerdotes. Ele auxiliou a grande reforma de Josias, e a celebração da Páscoa em conformidade com a vontade do rei, e descobriu no templo o livro da Lei de Moisés (1 Cr 6.13 - 2 Cr 34.14 - Ne 11.11). 3. Um levita (1 Cr 6.45). 4. outro levita (1 Cr 26.11). 5 Um sacerdote contemporâneo de Esdras (Ne 8.4 - 12.7,21). 6. Pai de Jeremias (Jr 1.1). 7. Pai de Gemarias (Jr 29.13).

- Hulda (Doninha). Profetisa que foi consultada pelo rei Josias (2 Rs 22.14 - 2 Cr 34.22). Habitava em Jerusalém, na parte mais baixa da cidade.

- Ageu o Festivo. Um dos três profetas da Restauração. Pouco se sabe a respeito da sua personalidade, mas o tempo do seu aparecimento pode deduzir-se do seu livro e do de Esdras. Nasceu, provavelmente, durante o cativeiro, e pertenceu ao número dos que vieram com Zorobabel da Babilônia para Jerusalém, no ano 536 a.C. A reedificação do templo começou com grande zelo, mas, por causa da oposição dos samaritanos, foram suspensas as obras pelo espaço de quatorze anos. Subindo, então, Dario Histaspes ao trono da Babilônia, foi Ageu inspirado por Deus a exortar Zorobabel e Josué a que recomeçassem o trabalho do templo. os seus arrazoados produzir um efeito (Ag 1.14 - 2.1), prosseguindo os judeus na reedificação no ano 520, dezesseis anos depois da volta do cativeiro. Diz-se que Ageu foi sepultado em Jerusalém, perto dos sepulcros dos sacerdotes. - (livro de) - Encerra este livro quatro mensagens proféticas, todas elas apresentadas durante 4 meses pouco mais ou menos (1.1 - e 2.1, 10, 20). Na primeira são censurados os judeus por desprezarem o templo - faz-se a promessa de que o favor divino havia de acompanhar a sua construção. Vinte e quatro dias depois desta profecia, foram as obras continuadas, sendo os israelitas animados por uma misericordiosa mensagem da parte de Deus. Mas, passado um mês, arrefeceu de novo o zelo do povo, e começaram a pensar se seria possível a restauração. Com o fim de remover as dúvidas do povo e levantar as suas enfraquecidas energias, apareceu Ageu declarando que o Senhor era com eles e profetizando que a glória do novo templo havia de ser maior do que a do primeiro (Ag 2.1 a 9). Pela terceira vez dirige-se Ageu aos judeus e censura-os pela sua indiferença - ao mesmo tempo incita-os a trabalharem o mais possível (Ag 2.10 a 19). No mesmo dia foi proferida outra profecia, dirigida a Zorobabel, príncipe de Judá, representante da casa de Davi, e aquele por quem principia a genealogia do Messias depois do cativeiro, encerrando as palavras proféticas a promessa de que o povo de Deus seria preservado no meio da queda e ruína dos reinos da terra (2.20 a 23). Cp.Ag 2.6 com Hb 12.26,27. Mas as palavras de 2.9, ‘neste lugar darei a paz’, foram, sem dúvida, cumpridas com a presença de Jesus Cristo no segundo templo.

- Zacarias o Senhor se lembra de nós. lo autor do livro de Zacarias. 2. Porteiro do tabernáculo da congregação. Ele é julgado o ‘conselheiro prudente’ (1 Cr 9.21 - 26.2,14). 3. Príncipe de Judá no reinado de Josafá, que foi mandado a instruir o povo na Lei (2 Cr 17.7). 4. Filho do sumo sacerdote Joiada. *veja Zacarias l. É aquele a quem Jesus Se refere em Mt 23.35. 5. o capataz dos operários, empregados na restauração do templo (2 Cr 34.12). 6. Chefe do povo, associado com Esdras na volta de Babilônia e na leitura da Lei (Ed 8.16 - Ne 8.4). 7. Sacerdote que tocava as trombetas na dedicação dos muros da cidade, efetuada por Esdras e Neemias (Ne 12.35,41). 8. outras pessoas com o nome de Zacarias são mencionadas em diversos lugares, mas nada se sabe delas. - (livro de) - A autoria deste livro é atribuída, nas suas primeiras palavras, a Zacarias, filho de Berequias, e neto de ido. Era da tribo sacerdotal (Ne 12.4,6), e veio da Babilônia, ainda jovem, com Zorobabel e Josué. Ele principiou a sua missão de profeta dois meses depois de Ageu, mais ou menos (Ed 5.1 e 6.14 - Ag 1.1), no segundo ano de Dario Histaspes - e continuou a profetizar durante dois anos (Zc 7.1). Ao seu zelo e ao de Ageu se deve, em grande parte, a reedificação do templo (Ed 5.1 - 6.14). Ainda que o objetivo imediato de Zacarias seja animar os judeus na restauração do culto público, outros ele tem mais afastados e importantes. As suas profecias alcançam ‘o tempo dos gentios’, mas a história do povo escolhido ocupa em Zacarias o centro das suas predições. o livro pode dividir-se em três seções: 1. os caps. 1 a 6 contêm uma série de oito visões que teve o profeta no segundo ano de Dario, e eram reveladoras das dispensações da Providência com respeito aos judeus e às nações que os tinham oprimido. 2. os caps. 7 e 8 encerram profecias sobre a prosperidade futura dos judeus, no engrandecimento de Jerusalém, entremeadas de avisos e exortações. 3. os seis capítulos restantes contêm uma série de predições, revelando a futura história do povo de Deus desde esse período até ao fim do mundo. Nessas profecias acham-se intercaladas muitas outras referentes à pessoa, caráter, e obra do Messias, à promulgação do Evangelho, à chamada dos gentios, e à glória final e bem-aventurança da igreja de Deus, unindo judeus e gentios numa santa comunidade, debaixo da direção do grande Sumo-Sacerdote e Rei (9 a 14). As muitas citações feitas na segunda porção do livro, de profetas que viveram anteriormente ao cativeiro, e do tempo do cativeiro, parecem indicar claramente que o autor é de uma época posterior. Na verdade, é mais razoável supor que um só profeta os citou, do que acreditar que eles todos o citaram. Comparar 9.2 com Ez 28.3 - 9.5 com Sf 2.4 - 9.11 com is 51.14 - 9.12 com is 49.9 e 61.7 - 10.3 com Ez 34.17 - 11.4 com Ez 34.4 - 11.3 com Jr 12.5 - 13.8,9 com Ez 5.12 - 14.8 com Ez 47.1 a 12 - 14.10,11 com Jr 31.38 a 40 - 14.16 a 19 com is 66.23 e 60.12 - 14.20,21 com Ez 43.12 e 44.9. Algumas das referências ao profeta Zacarias, no N.T., acham-se em íntima conexão com a obra de Jesus Cristo - Zc 9.9, a entrada do Rei em Jerusalém (Mt 21.5 - Jo 12.14,15) - Zc 11.13, as trinta peças de prata (Mt 27.9,10) - Zc 12.10, olhando para Aquele a quem traspassaram (Jo 19.37 - Ap 1.7) - Zc 13.7, o Pastor ferido (Mt 26.31 - Mc 14.27) - Zc 14.11, não haverá mais anátema (Ap 22.3)

Fonte: http://www.bibliacomentada.com/BibliaTools/Dicionario.asp?Letra=A