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segunda-feira, 24 de novembro de 2014

O adeus em 15/11/2014

Houve um suave aviso no dia de hoje e eu não soube identificá-lo, porque a data é importante e agora tornou especial. Enfim, a notícia de que uma querida e amada se foi. Não me acostumo a condição de finitude mesmo sendo regra universal para tudo que se existe. Entretanto, a dicotomia da vida ameniza e ajuda a transgredir permitindo às horas, aos dias. A contrição é um descanso que toda alma merece, por isso, autoriza ao olhar chorar dolorosamente os excessos da alma. Parte dos meus já se foi e isso me ensinou a ter certa convivência com as ausências e agora parece que quero desaprender. Todavia, a saudade segundo a vida é ressurreição. 

O dia me deixou sonolenta, para que o impacto da despedida fizesse com que eu revisse o filme de minha vida. Na comunhão da existência, o estreito choro mostra que o amor de quem perdi me tocou eternamente e fez diferença em minha vida. 

Tia Rosaria de vida abençoada, de belas atitudes, de belos exemplos e de gestos divinos. Sentia que cuidava de mim agradeço pelo seu amor, por sua paciência quando eu atravessei minha mais plena adolescência. Obrigada por deixar que eu compartilhasse minha vida contigo. 

Deus agia através de seus atos.

sábado, 3 de maio de 2014

Mamãe

Quero expressar algo, porém, 
nada me aflora momentaneamente.
Procuro uma definição para além, 
de todo significado existente.
Penso, mas, não me convêm, 
os adjetivos estão vagos totalmente.
E de tal maneira em mim retém, 
várias palavras que francamente!
Meu repertório agora não obtém, 
sinônimo nítido nem suficiente.
Todavia, hoje me advertem, 
dois gestos, cíclicos obviamente.
Primeiro: agradeço mesmo aquém, 
o privilégio da filha mais recente;
Segundo: pelos 104 parabéns! 
Alegro-me ter sido sua evidentemente!
Lembro-me os 38 anos também, 
de ausência repentina infelizmente.
Mãe melhor que mamãe? Ninguém! 
Para nós muitos especialmente.
Te amo e meu coração sustém,
este amor me norteia verdadeiramente.
Superam as interpretações de alguém, 
que não cabe no miudamente.
Aliás, Maria sempre contém,
o divino no título de mãe excelente.

06 de Maio é o dia da amada mamãe...

domingo, 6 de abril de 2014

Papai

Após vinte e um anos de sua ausência, muitas coisas corriqueiramente boas e não tão boas assim aconteceram comigo, no entanto o curso da vida seguiu normal. Como era de se esperar aconteceram nebulosidades na política, na igreja e no comportamento humano. O mundo começa a mostrar sua verdadeira identidade, o clima está danificado, a alimentação piorou e eu fiquei bem mais consciente para não dizer experiente. Muito aprendi e descobri apesar das mentiras que a história nos contava, certamente você ficaria indignado hoje. Vivi e ainda vivo todos os sentimentos lícitos. A fé ora se abala, ora se fortalece, como agora, ela está forte e parece que não se abalará jamais. Dúvidas surgem e em seguida as certezas. Os absurdos continuam, um deles é a descaracterização da subsistência e ai me vem na memória o seu jargão: “tentar eles tentam, mas não conseguem!”. Eram bons os seus dizeres, sempre me acalmavam. Com todos estes acontecimentos, os valores me ensinados seguramente enraizados em meu ser como: seus ensinamentos que ainda uso, a saudade dos nossos bate-papos e a lembrança real do amor recíproco estão intáctos. É isso 104!

Benzoca
 

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

Pais e filhos hoje

Triste cenário onde percebemos a família se degradando a cada dia, tristeza maior é termos a certeza de que é uma tendência. Procurar resgatá-la é ilusão. Se é melhor o caminhar das coisas agora não sabemos, pois jovens se preparam inconscientemente para enfrentar a sociedade futura e do jeito que caminha a humanidade temos ideia de como será.

Filhos não obedecem os pais e ainda os tratam com brutal desrespeito extensivo a qualquer um terminantemente. São mal educados e isso entristece o Altíssimo. Não são poucas as instruções sobre como ensinar filhos encontradas nas Escrituras. Todavia, a sociedade já globalizada tem nos afastado destes ensinamentos e nossa cultura renega qualquer tipo de educação.

Inúmeras vezes deparamos com estas situações e é desesperador presenciarmos!

Sempre fazemos o contrário de tudo aquilo que nos foi recomendado pelo nosso Criador e nosso Salvador e é assim desde que surgio o primeiro humano, também não damos conta que nunca acaba bem. Parece que desobedecer tal mandamento só era coisa do povo da época em que o Altíssimo governava. Não notamos estar sob um tal regime que obedecem cegamente. Já é o cativeiro? Sim!

Mas, até onde pais são culpados? Porque limites existem e não devem ser ultrapassados. Disciplina aos filhos não se delega jamais, pois orientar com firmeza e amor, sem sombras de dúvidas gera obediência, honra, responsabilidade e sabedoria, são dádivas unicamente paternais.

Pv 4 >>  http://www.bibliaon.com/proverbios_4/
Pv 13 >> http://www.bibliaon.com/proverbios_13/
Pv 19 >> http://www.bibliaon.com/proverbios_19/
Ef 6: 1/4 >> http://www.bibliaon.com/versiculo/efesios_6_1-4/

"Educa a criança no caminho em que deve andar; e até quando envelhecer não se desviará dele.Pv 22:6

sexta-feira, 26 de julho de 2013

Tchau Dar!

Te amo querida prima.
Na casa onde aprendi ficar desde que nasci era o lar de Tio Sebastião, tia Maria, irmã de papai. O casal tinha os filhos já casados: Tereza, Izabel, Ismael, Darci, José Carlos e estes filhos pequenos que regulavam comigo. Ali eu passava férias escolares e visitas casuais. 
Ainda próximo a eles havia tia de papai que chamávamos de tia Joaninha e família. Como foi bom para a minha subjetividade, como era gostoso estar lá.

De algum tempo para cá esta parte de mim está diminuída. Perdi tia Joaninha, tio Sebastião  tia Carminha, meus primos Tereza, Ismael, Zé e Alguns de seus cônjuges restando apenas Izabel e Darci.

Só que hoje à tarde Darci também se foi com o Senhor.

Dar, prima amada!
Você sabia das
Alegrias que me
Proporcionava!

sexta-feira, 15 de março de 2013

Tchau Tereza!

Beijo grande prima amada
13/03/2013 – Quarta feira, por volta da 17hs. Ivone me chamou para ler o comunicado da Lilian em seu face. La dizia que Tereza nossa prima de Itu havia partido.

Difícil acostumar que há na regra da morte a condição de finitude, a qual não mais se permite às horas, só o repouso eterno. A nós o ato de contrição é bem-vindo, porque de alguma forma o inconsciente sempre quer explicação.

Obrigada Tereza, pelo carinho, pelo amor, pelo respeito, pelo cuidado, pelos passeios, pelas histórias contadas, pela alegria, por tudo enfim! Bons momentos marcaram minha convivência com você.
É pra você!

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Meu reino encantado

Ao relembrar minha infância, alegria se mistura com uma tristeza indefinida. Nunca houve infelicidade lá, possivelmente seja saudade de quem não se tem mais, porque sou feliz em todas etapas da vida. Meu reino encantado foi a infância, fase cheia de alegria, onde sonhos e recordações não existiam. Trilhar igual trajeto para o hoje parece que o melhor passou. Morávamos numa casa ampla sem luxo, no corredor cantavam coleirinhas  pintassilgos, várias espécies de canarinho e outros pássaros do , naquele tempo era natural tê-los nas casas. No quintal grande havia um abacateiro enorme e várias bananeiras. Papai alternadamente plantava milho, cana, amendoim, abóbora, batata doce, chuchu, sempre nos convidava para ver o seu plantio e nós brincávamos de ajudá-lo, assim era também para colher. Mamãe fazia abóbora refogada, ensopado de cambuquira, quibebe, doces; chuchu de muitas receitas; do milho verde saia cural, pamonha, bolo ou caldo, até hoje não encontro aquele sabor. Papai gostava de cozinhar ou assar milho na espiga; batata doce; torrava sementes de abóbora, amendoim e até fez um pilão (temos ainda) para a paçoquinha; descascava os gomos da cana em filetes. Meu Deus, que delícia! O Nilson tinha galinhas e coelhos. Havia cocheira para minha doce cigana que nos deu dois lindos e graciosos potrinhos. Primeiro veio o piloto, ainda bem bebezinho entrávamos escondidos de mamãe pela porta da cozinha para brincarmos no quarto, eu pedia para não fazer barulho no ladrilho, ele obedecia. Cresceu tão mimado que só serviu para brincar comigo. Depois veio o marinheiro coitado, ainda mamava quando foi atropelado e teve que ser sacrificado, como chorei! Ainda tivemos a peralta uma perdigueira fiel escudeira quase uma babá. Quando morreu chorei muito, então ganhei o flay, vira lata charmoso todo preto com uma mancha branca na parte de baixo do pescoço, mais parecia uma gravata borboleta, quando contente mostrava sutilmente os dentes branquinhos, bem próximo de um sorriso. Companheiro das cavalgadas ali pelos arredores. Piti casada com filhos, Wilson e Tunda eram moços já trabalhavam, Ivani e Ivone ficavam no Rio de Janeiro.
Nesta época eu tinha uns quatro ou cinco anos e as amiguinhas gêmeas Raquel e Regina, talvez fôssemos da mesma idade. As meninas me acolheram, dividiam seus brinquedos, passeios, festas e seu mundo bem diferente do meu. Moravam na “fazendinha” casarão com jardim, lago, pomar dentre as frutas manga bourbon, pasto de ovelhas, cavalos e etc. Lembro que ficávamos atentas ao horário dos filmes do CHAPLIN, para nós era comédia e o bom é que não entendíamos nada sobre isso. Aos dez anos já estava bastante distante das garotas, férias eu passava ora na Tia Maria em Itu, ora com Ivani no Rio. Certa vez encontramos os pais das gêmeas em NS de Copacabana. Perguntei por elas, mas não estavam na viagem. Anos depois mudamos de bairro e nunca mais soube da família. Não faz muito tempo minhas irmãs e eu almoçávamos no PapAçorda-Leblon quando chegou Maria Helena. Conversa vai conversa vem, lá pelas tantas a moça disse ter conhecido no colégio, duas irmãs gêmeas da mesma cidade minha e que perderam contato. Chequei nomes de pais, irmão, conclusão: as próprias! Fiquei de procurá-las e o fiz pelas redes sociais e com pessoas conhecidas, mas ainda não as encontrei. Na verdade é só permear minha infância para que as meninas estejam.

 “A infância é medida pelos sons, aromas e cenas antes de surgir a hora sombria da razão.” 
Jonh Betjeman 

  
Não é que a música cheira minha infância! 
Ok! Vamos nas observância: 
Não morávamos em sítio grande. 
Mas, numa gleba curtida bastante. 
Não tínhamos mangueirão. 
Mas, o imponente abacateirão. 
Não tínhamos carro de boi nem bois.
Mas, charrete e égua. Potro? Dois. 
Não tínhamos por perto ribeirão. 
Mas, minas e uma pequena Estação. 
Não precisávamos ir à vila. 
Morávamos numa rente a venda, todavia. 
Não tínhamos grande figueira. 
Mas, a espinhenta e florida paineira. 
Não virou o nosso quintal criadouro bovino
Mas empresa de concreto, assim quis o destino. 
Enfim declarado... Casa descaracterizada
Abacateiro cortado. Estaçãozinha saqueada.
Fato consumado. Lá se foi meu reino encantado!
A antiga casa modificou, original só a paineira restou.
Lugar do verde abacateiro caminhão amarelo ficou. 
Na cocheira da cigana galpão se instalou.
Pasmem, mas até o bairro de nome mudou!
Neste lugar brinquei passeei vivi e histórias guardei.
Era costume vir aqui às tardes esperar pelo papai lembrei.
Eu tinha noventa dias, quando dos braços da Ivone rolei.
Mamãe se apavorou e a tata de longe explicou: tropecei!
Um dia multidão ali se fez. Assustei grudei na Ivani e chorei.
E do PRESIDENTE em campanha, pingente de ouro ganhei.
Aos sete anos pela primeira vez, sozinha de trem andei!
Outros relatos mais, na foto abaixo contarei...
... Papai forte ousado e audaz inovava
sempre comigo nas costas saltava
quando a composição lenta movimentava.
O Lú disse que ainda menino sob escada
bailes aconteciam e ele dançava.
Da Ivone ouvi que por ali a moçada
aos sábados pela estação passeava
e o trem de 08:40 da noite esperava.
Em  prosa e verso na historia acontecida
narrei saudades de minha infância querida
 Mi – Cps, 12/02/2013

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Bebida+Volante? Absurdo!

Como podemos, nós humanos capacitados de raciocínio depender de medidas jurídicas para organizar o convívio porque não sabemos respeitar nossa sociedade?
Precisamos de leis para coibir o uso de bebida alcoólica ao dirigirmos?
Precisamos que leis proíbam o óbvio?
Quem de nós definitivamente não sabe que: combinar bebida com volante não tem a menor possibilidade de dar certo?
Pois criaram leis devido as várias ocorrências de acidentes?
Gente! Quanta falta de educação!
Quanta irresponsabilidade já que nos consideramos seres pensantes!

Aviso 
Motoristas culpados por acidentes e que sobrevivem, aqueles que não respeitam sua vida e nem a do outro. Principalmente motoristas totalmente desprovidos de vergonha:
Bebida e volante são responsáveis por metade das mortes no trânsito brasileiro. Motoristas embriagados assassinam por ano mais de 40 mil de seus semelhantes. E olha que nem falei dos motoristas assassinos sóbrios, grosseiros e sem um pingo de educação. 

Meu amado sobrinho RODERCI, CUIDADO e aproveite a CHANCE de permanecer entre nós que DEUS TE DEU! Claro que não botei todos nós nas fotos abaixo. Mas, estas pessoas representam o que você tem de amor e quem te espera sempre!
- Seu irmão e seus pais...












... sua esposa...
... sua primogênita e sua netinha...
...sua caçulinha..
Veja aí você, moço bonito!
Sem a menor cautela quase perde a vida.
Benito vem pedindo em forma de canção, que tivéssemos prudência no trânsito, coisa que você não esta tendo. O vídeo é triste e serve para você refletir. Pare de dirigir alcoolizado no trânsito! Olhe a vida dos outros! Viva a sua vida convicto de estar fazendo tudo certo!
Sobrinho, boa recuperação, que Deus te abençoe e proteja! 

Juízo!

Mi - Cps, 29/01/2013

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Um dia pra passear

Ivone e eu saímos nesta terça bem cedo. Tomamos café da manhã na 25 de Março, apesar do calor caminhamos por lá. As novidades eram tantas, só que o preço do que queríamos em nada se diferenciava daqui. Por isso compramos quase nada.  


Depois seguimos até Guarulhos, lugar onde marcamos despedir do Lú e Geiza que estavam por aqui nos visitando. No meio do caminho a fome nos pegou, então decidimos almoçar no Tatuapé.

Tata linda toda contente...
...eu também, afinal...
...quem não gosta de tirar um
dia no meio da semana...

...para passear e o melhor, sem culpas?

Alimentadas e descansadas continuamos nosso passeio. Saindo do shopping há uma escada que desce para o terminal Tatuapé e lá existe o ônibus 257, cujo ponto final é em frente  à porta de acesso do check-in da United (voo deles) e foi exatamente ali que nos encontraríamos.

Do Tietê sai um ônibus para Cumbica
 tarifado em R$35,00 e este aqui da
mesma empresa custa R$4,50

...com direito a cobrador simpático e
ar condicionado.
Momento de administrar gastos e
apresentar à chefa...
...né tata linda? Tudo dentro da estimativa.
De volta ao lazer. Sede do Timão...
...Timão...
Parque Ecológico do Tietê...
Cumbica, Distrito de Guarulhos..
Aeroporto
Tchau simpático cobrador.

Bem! voltamos aos "pseudo-gringos" que chegaram para o tour brasileiro no meio de Dezembro: primeira semana em terra natal ficaram na mesma cidade o qual desembarcaram, ou seja, Guarulhos, casa do Carlos irmão da Geiza. 

Aqui inicia o tour
Segunda semana, aqui em casa. Trouxeram muitas bagagens, até pensei que vieram para ficar, mas para minha alegria, estavam cheias de presentes e eu adorei "os" meus!

A foto alcançou apenas quatro
 malas. Havia muito mais.
A bagunça autorizou almoçarmos
nesta sala mesmo e...
...foto com família daqui...
... na Ivone...


... na Piti...
...de novo
Como haviam combinado inclusive conosco, Natal e Reveion ficaram no Rio com a Ivani (Aliàs a Ivani chegou da casa deles ha uma semana. Coisas de irmãos!). E para lá foram, também aproveitaram para visitar parentes e amigos, como fizeram aqui. 


O que combina com férias?
Água de côco...
...fotos com os
sobrinhos-netos...
...fotos com
cachorro alheio...
...beijinhos da
irmã na careca e...
...família do Rio
Terminando as férias, hora dos sr/sra Souza voltarem para casa de Marylland-EUA e aos seus afazeres. O casal saiu do Rio por volta do meio dia e chegaram ao Aeroporto de Cumbica quase às sete e nós já aguardávamos. 

Chegar antes do horário nos lugares é um convite a novas amizades. Enquanto os falsos turistas não apareciam conhecemos Rebeca que estava cheia de medo do voo (sensação bastante íntima minha) e juntas conhecemos o tranquilíssimo Valter. Ambos coincidentemente seguiram para Salvador em horários diferentes. Quando todo mundo chegou tiramos fotos para a história.

O Valter ficou de visitar esta página, se
assim o fizer, agradeço a visita!

Rebeca, diga à terra da felicidade que
tenho saudades. Bom passeio!
Muito bom Lú e Geiza terem ficado este tempo aqui. Senti imenso prazer em beijá-los apertadamente! Na verdade Ivani pelo menos uma vez por ano está com eles e Ivone esteve lá em 2011, mas eu não os via pessoalmente há uns doze anos. Rumos que a vida oferece e escolhas que fazemos. Nós escolhemos ficar e eles decidiram ir! Agora têm oportunidades de voltar mais vezes ou aproximadamente.

Chegada no GRU
Pose para foto

Eu corto barriguinha dos outros em
fotos, isto chama-se solidariedade.
 Mas tem gente que não merece.
Motivo da foto abaixo...

Hora do check-in. 

Despedidas
Abraços pra cá...
...beijos pra cá...
...mais beijos...
...mais cheiros...
...e tchau tchau.
Até o ano que vem!
Mi – Cps, 10/01/2013