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segunda-feira, 19 de março de 2012

O lado bom da solidão

Chega uma hora que a solidão se instala definitivamente em nossas vidas, isso é um fato e nem adianta temer, ninguém conseguirá escapar dela. Para mim a solidão trás benefícios, me deixa inteira, leve, cheia de mim e assim consigo agir com o outro de um jeito certo. Ficar em casa àtoa, sem ter a sensação de culpa e observar sozinha o dia como um novo nascimento, me permite estar bem comigo, a saber o que sou e me ajuda a conviver com qualidade. Aquieto-me em meu espaço para administrar meus pensamentos e ter paz. Quanto mais se avança na vida, mais perto se está do isolamento. Tai a importância de investir na capacidade de ser só, situação muito pertinente para os dias de hoje, mesmo que tenhamos pessoas que nos rodeiam. O medo da solidão decorre da ansiedade, da insegurança, ou de uma maneira muito externa de viver. Ultimamente os meios de comunicação dizem o contrário, nos modificaram radicalmente e geraram sérias conseqüências. Tudo isso é fácil? Não de jeito nenhum! Agora, quando Deus está no controle de nossas vidas, a vulnerabilidade desaparece dando espaço para a alegria e satisfação de sermos que somos. Muito bom ter esta oportunidade com Ele!


Uma vez li num jornal assim:


"Solidão não é falta de gente para conversar, namorar, passear, fazer sexo...Isto é carência.
Solidão não é um sentimento que experimentamos pela ausência de entes queridos quando não podem mais voltar. Isto é saudade.
Solidão, não é o retiro voluntário que a gente se impõe às vezes para realinhar os pensamentos. Isto é equilíbrio.
Tampouco é o claustro involuntário que o destino nos impõe compulsoriamente, para que revejamos a nossa vida. Isto é um principio da natureza.
Solidão não é o vazio ao nosso lado. Isto é circunstância.
Solidão é quando nos perdermos de nós mesmos e procuramos em vão pela nossa alma."
(Fátima Irene Pinto)
Mi - Base: FM - Cps, 19/03/12

Cantar faz bem!

Se quem canta ora duas vezes imagino quem compõe então! É dom divino alguém dar vida a uma poesia musicada ou instrumental, a alma fala se expressa. Deus quando inspira os compositores Agracia a humanidade permitindo que as canções traduzam o que sentimos. Como não ser encontrada, não ser tocada pelos encantos de uma canção que nos transporta para nós, para alguém e na maioria das vezes á Deus?

Mesmo na rapidez que o tempo exige agora, ainda percebe-se a vida contribuindo com tudo que é inerente dela, para que as canções façam brotar em nós, um sorriso, o prazer. E isso agrada a Deus, porque Ele quer que tenhamos vida abundante. A vida fica quase sem vida se não entendermos a delicadeza de uma bela letra, melodia, interpretação. Quando as ouvimos, pronto! Transpassam fronteiras e algo inexplicável elimina a mesmice do tempo eternizando o acontecido.

Mi – Base: FM - Cps, 14/03/12

domingo, 18 de março de 2012

O que define o indivíduo?

Impossível definir um ser que cria padrão próprio para se comportar pensar e sentir, cujas particularidades como o afeto, resolução de problemas, forma de ver o outro ou de se relacionar sofrem influências culturais, educacionais e religiosas. Talvez lide bem com o medo e com a raiva nem tanto.

Mas uma coisa merece crédito: não se pode definir o indivíduo pelos erros cometidos e sim como os solucionam. O que o faz bonito? É a maneira como acredita em sua existência.
Mi – Base: FM – Cps , 17/03/12

sexta-feira, 9 de março de 2012

Ré confesso

Entre aflições e fé sou humana. O torpor no sorriso sem motivos não faz parte do meu cotidiano, contudo rendo-me a possibilidade do talvez onde minhas máculas não descansam. Sobretudo Deus exige de mim sensatez nunca absurdos, porque só Ele sabe que o meu referencial não vem dos mais santos, tampouco dos mais corretos. Erro sim, contudo ouso acreditar que Deus em sua infinita misericórdia a todo instante chega a mim sem glória, sem garbo e fala a língua que entendo para ensinar o significado do bem. O milagre é que Ele me enxergar ouro entre monturo que vivo, mas não me afasta das humilhações. Diariamente me recebo de Deus e a Ele quero me devolver tentando agir do jeito certo. Ouvi falar que lama também sai de água sagrada + terra santa e concordo. Usando de novo a fala do Fábio “Deus está de mim a uma oração de distância”.

Mi – Base:FM – Cps 09/03/12

quarta-feira, 7 de março de 2012

Evento UNIMED

O tempo pede flores
Sem medo de errar podemos apostar nos acessórios florais para completar o charme do nosso visual, porque as flores são mesmo as queridinhas. Elas vêem do século XIV variando de tamanho, quantidade e tipo. Aparecem em blusas, vestidos, saias, sandálias, rasteirinhas, sapatilhas e etc.

Agora, que o floral causa um carinho todo especial nos acessórios, isso causa mesmo!

Obrigada a todos que me colocaram em suas vidas. Que Deus nos permita bons e frutuosos encontros sempre.

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Feliz solteira? Claro!

Flávio Gikovate conta em seu livro “Uma história de amor... com final feliz”, que já vai longe o tempo onde os versos nas canções retratavam o amor dos sonhos, daqueles que buscam por final feliz. Hoje o ideal de amor que predomina o imaginário está minguando.

Gikovate apresenta uma proposta interessante para conservar a individualidade ou vínculos superficiais. Conforme ele, o “ficar” pode ser um bom método para atingir a maturidade em relacionamentos imaturos.

Segundo o autor, a relação na modernidade preserva a individualidade, o respeito e o prazer da companhia, sem responsabilizar o outro pelo seu bem-estar. Relacionamentos não sobrevivem quando uma das partes se sente sufocada.

A pessoa que aniquila a terrível idéia de que o amor tradicional seja remédio para a incompletude trabalha a sua individualidade e consegue viver bem sozinha. O sonho de casar ainda existe, mas o amor idealizado modificou. A independência da mulher anda criando maturidade na relação afetiva ainda que superficial.

A modernidade confirma muitos divórcios e muitos solteiros levando uma vida serena sem conflitos resolvendo suas vidas sem ajuda, ocupam mais tempo naquilo que gostam, cultivam bons amigos, boas leituras, fazem o que querem, driblam a solidão, têm planos, sonham, enfim existem.

Geralmente solteiros que sonham com um amor romântico típico modelo dos séculos passados que precisam do outro para ser feliz, ou ainda pensam como os pais e imaginam ter o casamento eterno, acabam tristes e deprimido(a)s. Sabemos muito bem que ninguém preserva esta fusão romântica diante de tantas possibilidades entendidas agora.  Utopia é associar amor+casamento+completude=felicidade.


Baseado em seus pacientes, Gikovate relata que só 5% dos casados são felizes. Nos outros 95%, um manda e o outro acata. Padrão que leva ao ressentimento, mágoa, sofrimento, mentira, traição e etc., por esperar que o outro lhe dê felicidade. Amor nunca foi sinônimo de casamento feliz até que a morte separe.


Frase do autor:
"Para os meus pacientes, eu sempre digo: se você tiver de escolher entre o amor e a individualidade, opte pelo segundo."
[... “O individualismo corresponde a um crescimento emocional. Quando a pessoa se reconhece como uma unidade, e não como uma metade desamparada, consegue estabelecer relações afetivas de boa qualidade. Por tabela, também poderá construir uma sociedade mais justa. Conhecem melhor a si próprio e, por isso, sabem das necessidades e desejos dos outros. O individualismo acabará por gerar frutos muito interessantes e positivos no futuro. Criará condições para um avanço moral significativo. ”...]
Impressionante como o Gikovate fala exatamente aquilo que eu sou! Moderna.
Mi - Cps, 09/03/12
http://is.gd/6g5x8t

domingo, 5 de fevereiro de 2012

A história das coisas

Estava procurando um artigo sobre economia mundial e deparei com um vídeo super interessante que deixa bem claro a máxima: contra fatos não há argumentos. O vídeo confirma o que sempre digo: o problena não é o capitalismo e sim a consequência da estupidez própria do humano em gastos fúteis e desnecessários precisando exibir quem sabe para ele mesmo (auto-afirmação). Pode até procurar por uma vida melhor e achar, mais o ranço do complexo de inferioridade fica grudado ofuscando a consiência. Então compra e joga, compra e joga... Realidade difícil de se ajeitar.