e-mail na íntegra que recebi de minha Tata e de amiga Gilda Vaughan
Segunda-feira, 12 de Julho de 2010 19:02
O JIPE
Um jovem cumpria o seu dever cívico prestando serviço ao exército, mas era ridicularizado por ser cristão.
Um dia o seu superior hierárquico, na intenção de humilhá-lo na frente do pelotão, pregou-lhe uma peça...
- Soldado Coelho, venha até aqui!
- Pois não Senhor.
- Segure essa chave. Agora vá até aquele jipe e o estacione ali na frente.
- Mas senhor, o senhor sabe perfeitamente que eu não sei dirigir.
- Soldado Coelho, eu não lhe perguntei nada. Vá até o jipe e faça o que eu lhe ordenei...
- Mas senhor, eu não sei dirigir!
- Então peça ajuda ao seu Deus. Mostre-nos que Ele existe.
O soldado não temendo, pegou a chave das mãos do seu superior e foi até o veículo. Entrou, sentou-se no banco do motorista e imediatamente começou sua oração. "Senhor, tu sabes que eu não sei dirigir. Guie as minhas mãos e mostre a essas pessoas a sua fidelidade. Eu confio em Ti e sei que podes me ajudar. Amém"
O garoto, manobrou o veículo e estacionou perfeitamente como queria o seu superior. Ao sair do veículo, viu todo o pelotão chorando e alguns de joelhos...
- O que houve gente? - perguntou o soldado.
- Nós queremos o teu Deus, Coelho. Como fazemos para tê-lo? Perguntou o seu superior.
- Basta aceitá-lo como seu Senhor e Salvador. Mas porquê todos decidiram aceitar o meu Deus?
O superior pegou o soldado pela gola da camisa, caminhou com ele até o jipe enxugando suas lágrimas. Chegando lá, levantou o capô do veículo e o mesmo estava sem o motor!
DEUS CUIDA DOS SEUS E NÃO PERMITE QUE NINGUÉM NOS HUMILHE.
SEJA VOCÊ TAMBÉM UMA SEMENTE DE JESUS E VOCÊ SEMPRE COLHERÁ O BEM!
No tempo de Deus (que não é o nosso) aquilo que tanto almejamos ser-nos-à dado.
Se você está passando por provas, não se desespere. O Senhor está formando nosso caráter...
e no tempo certo Ele nos dará a vitória.
Amém.
DEUS É DEUS......
sábado, 17 de julho de 2010
quinta-feira, 15 de julho de 2010
Jejuar nos erros
Muitas vezes jejuamos dos alimentos que mais gostamos, porém gostamos das coisas erradas também. Então, porque não privarmos destes nossos erros?
Ter um esforço maior em evitá-los é muito melhor. Exemplos:
● Abstermo-nos em julgar o outro, de palavras mordazes, torpes, críticas (nenhuma é construtiva), descontentamento, irritação, cólera, ódio, pessimismo, preocupações desnecessárias, lamentações, lamúrias, tristeza, amargura, egoísmo, rancores, pensamentos de fraquezas como os vícíos;
● Enchemo-nos de palavras purificadoras, gratificantes, de mansidão e paciência, de otimismo e esperança, de confiança em Deus, de coisas simples da vida, alegria, compaixão, atitudes de reconciliações, de silêncio para escutar o outro e de promessas inspiradoras.
Jejuamos de tudo que nos separa de Deus e enchemo-nos de tudo que nos aproxime dEle. Jejuar e fazê-lo de maneira com que repercuta naqueles que nos rodeiam a validade do sacrifício será considerável, além de melhorar o relacionamento entre nós.
Nem podemos considerar uma restrição, mesmo porque está nos fazendo melhor, transformando nosso jeito de agir, além de darmos aos outros, oportunidade de ter o mundo melhor. Atitudes desdobradora por nos capacitar de educação.
Deixamos de alimentos que gostamos e ficamos mal humorados, de que vale então o sacrifício?
Cadê a ponte entre a restrição e o desdobramento da restrição?
E entre a obrigação e o crescimento?
E se aprendermos, algo de bom acontecerá em nós. Ninguém pode ser grande se não passar por sacrifícios.
A atitude do jejum é fazê-lo, sem querer "mostrar" alguém religioso. Crescer interiormente deve ser nosso objetivo social, não nas aparências exteriores.
Fazer por fazer em nada adianta.
Mi - Bse: FM - Cps. 15/07/10
Ter um esforço maior em evitá-los é muito melhor. Exemplos:
● Abstermo-nos em julgar o outro, de palavras mordazes, torpes, críticas (nenhuma é construtiva), descontentamento, irritação, cólera, ódio, pessimismo, preocupações desnecessárias, lamentações, lamúrias, tristeza, amargura, egoísmo, rancores, pensamentos de fraquezas como os vícíos;
● Enchemo-nos de palavras purificadoras, gratificantes, de mansidão e paciência, de otimismo e esperança, de confiança em Deus, de coisas simples da vida, alegria, compaixão, atitudes de reconciliações, de silêncio para escutar o outro e de promessas inspiradoras.
Jejuamos de tudo que nos separa de Deus e enchemo-nos de tudo que nos aproxime dEle. Jejuar e fazê-lo de maneira com que repercuta naqueles que nos rodeiam a validade do sacrifício será considerável, além de melhorar o relacionamento entre nós.
Nem podemos considerar uma restrição, mesmo porque está nos fazendo melhor, transformando nosso jeito de agir, além de darmos aos outros, oportunidade de ter o mundo melhor. Atitudes desdobradora por nos capacitar de educação.
Deixamos de alimentos que gostamos e ficamos mal humorados, de que vale então o sacrifício?
Cadê a ponte entre a restrição e o desdobramento da restrição?
E entre a obrigação e o crescimento?
E se aprendermos, algo de bom acontecerá em nós. Ninguém pode ser grande se não passar por sacrifícios.
A atitude do jejum é fazê-lo, sem querer "mostrar" alguém religioso. Crescer interiormente deve ser nosso objetivo social, não nas aparências exteriores.
Fazer por fazer em nada adianta.
Mi - Bse: FM - Cps. 15/07/10
Crer é ter certeza
Saber das obrigações a cumprir sobre o que temos crido faz parte do nosso processo de crescimento. Saber que há um detalhe transformador no todo da vida é saber que precisamos batalhar para honrar este compromisso. A fé não é preguiçosa e espera de nós uma resposta concreta de mobilização. Identificarmos com pessoas que caminham na fé do jeito certo é uma luta (falamos de fé, não de igrejas). Influência é exercício humano que nos apressa a ser igual o outro ou até mesmo superar, mas o filtro que colocamos é determinante para apressar a identificação. Na condição de aprendizado somos todos iguais, agora a busca para alcançarmos a superação, depende do que cremos como obrigação.
Mi - Base: FM - Cps, 15/07/10
Mi - Base: FM - Cps, 15/07/10
terça-feira, 13 de julho de 2010
sobre a raiva
Textos orientais dizem:
- pessoas conscientemente evoluídas conservam a raiva por um minuto;
- as comuns por meia hora;
- aquelas desprovidas de consciência evoluída, por um dia e uma noite;
- agora, pessoas cheias de mágoas, até o dia de morrer ainda lembram-se dela.
Sentir raiva é do humano e não dar vazão a ela também o é.
Se não permitirmos que a raiva entre em nós, também ficarão de fora a inquietude interior e a possibilidade de sermos vítima dela.
Se não a esquecemos, nos queima por dentro, deixa nossos pensamentos nebulosos, tira nossa paz e destorce nossa percepção.
Só nós somos culpados por sentir raiva, mesmo ela sendo parte de nós, porque a criamos e a mantemos conosco. A raiva guardada nos faz esquecer a essência de Deus.
Pessoas raivosas tornam-se: tristes, invejosas, descontentes, desconfiadas, odeiam os outros, vivem da alegria do outro por não criar as próprias.
A raiva assume outras facetas como:- aflição, ressentimentos, contrariedade, mau humor, aspereza, animosidade, rancor, ira, explosões, crises de choro.
A força da raiva, não envenena só o corpo, mas também a mente.
Ataques de raiva geram mau humor e sérios danos nas células do cérebro que causam:- envenenamento do sangue porque produzem toxinas negativas, desenvolvendo insônia, depressão, pânico.
Suprime a secreção de sulcos gástricos e feri os canais digestivos criando:- gastrites, úlceras, problemas cardíacos, prostração e velhice prematura encurtando a vida. Quando nos zangamos nossa mente fica perturbada refletindo em nosso corpo e agita todo sistema nervoso perdendo a energia, o vigor, o entusiasmo e a eficiência no agir.
A raiva é uma energia poderosa que precisa ser dissolvida para que possamos ser mais livres e saudáveis. Colocar a raiva para fora, agrava a emoção negativa e a faz.
Logo, se não a controlarmos, não reduzirá e nos destruirá.
É impressionante o quanto sabemos disso e pior, o quanto permitimos que a raiva nos emburreça. Falar e decidir na hora em que deixamos ser dominados por ela, nos prejudica dizendo mentiras e magoando terrivelmente pessoas amadas. E nem sempre temos oportunidade de corrigir o rastro de destruição que ela deixa.
Vivemos num mundo de completa irritabilidade desde muito cedo. Não tivemos tempo de desenvolver o ócio criativo que naturalmente dissolvia fardos pesados encontrados ao longo da vida. A evolução não dá tempo para fugas, tudo é muito rápido hoje.
Não conseguimos discernir e entregamo-nos facilmente ao nível de estresse muito mais alto derivando ainda a obesidade e hipertensão.
Poxa! Mais que raiva da raiva! Alem de tudo nos enfeia!
Mi - Base:FM
Cps, 13/07/10
- pessoas conscientemente evoluídas conservam a raiva por um minuto;
- as comuns por meia hora;
- aquelas desprovidas de consciência evoluída, por um dia e uma noite;
- agora, pessoas cheias de mágoas, até o dia de morrer ainda lembram-se dela.
Sentir raiva é do humano e não dar vazão a ela também o é.
Se não permitirmos que a raiva entre em nós, também ficarão de fora a inquietude interior e a possibilidade de sermos vítima dela.
Se não a esquecemos, nos queima por dentro, deixa nossos pensamentos nebulosos, tira nossa paz e destorce nossa percepção.
Só nós somos culpados por sentir raiva, mesmo ela sendo parte de nós, porque a criamos e a mantemos conosco. A raiva guardada nos faz esquecer a essência de Deus.
Pessoas raivosas tornam-se: tristes, invejosas, descontentes, desconfiadas, odeiam os outros, vivem da alegria do outro por não criar as próprias.
A raiva assume outras facetas como:- aflição, ressentimentos, contrariedade, mau humor, aspereza, animosidade, rancor, ira, explosões, crises de choro.
A força da raiva, não envenena só o corpo, mas também a mente.
Ataques de raiva geram mau humor e sérios danos nas células do cérebro que causam:- envenenamento do sangue porque produzem toxinas negativas, desenvolvendo insônia, depressão, pânico.
Suprime a secreção de sulcos gástricos e feri os canais digestivos criando:- gastrites, úlceras, problemas cardíacos, prostração e velhice prematura encurtando a vida. Quando nos zangamos nossa mente fica perturbada refletindo em nosso corpo e agita todo sistema nervoso perdendo a energia, o vigor, o entusiasmo e a eficiência no agir.
A raiva é uma energia poderosa que precisa ser dissolvida para que possamos ser mais livres e saudáveis. Colocar a raiva para fora, agrava a emoção negativa e a faz.
Logo, se não a controlarmos, não reduzirá e nos destruirá.
É impressionante o quanto sabemos disso e pior, o quanto permitimos que a raiva nos emburreça. Falar e decidir na hora em que deixamos ser dominados por ela, nos prejudica dizendo mentiras e magoando terrivelmente pessoas amadas. E nem sempre temos oportunidade de corrigir o rastro de destruição que ela deixa.
Vivemos num mundo de completa irritabilidade desde muito cedo. Não tivemos tempo de desenvolver o ócio criativo que naturalmente dissolvia fardos pesados encontrados ao longo da vida. A evolução não dá tempo para fugas, tudo é muito rápido hoje.
Não conseguimos discernir e entregamo-nos facilmente ao nível de estresse muito mais alto derivando ainda a obesidade e hipertensão.
Poxa! Mais que raiva da raiva! Alem de tudo nos enfeia!
Mi - Base:FM
Cps, 13/07/10
domingo, 11 de julho de 2010
Superar erros
A culpa nos deixa de joelhos para que fiquemos submissos a ela. Após passarmos por muitos erros e não querer mais esta situação já é o primeiro passo para sair dele. A necessidade agora é fortalecer este querer mudar, através de escolhas corretas a cada dia. Com pequenas metas, escolheremos o bem, para o nosso cotidiano, nossos sentimentos e atitudes corretas, ára irmos à direção da superação. Fazer o “certo” é uma atitude libertadora que nos reconstrói. Outra coisa não é senão algemar os erros do passado, para que eles não tenham mais poder e tãopouco influência sobre nós. Depende de nossa escolha querer ser pessoas de caráter. Se algemarmos o mal hoje, a possibilidade de ficar bem sempre será maior. Isso é uma verdade!
Mi – Base:FM
Cps, 11/03/10
Mi – Base:FM
Cps, 11/03/10
sábado, 10 de julho de 2010
Bom Combate
Nossa mente comporta apenas um pensamento dentre o bom e o mau, para abastecê-la e permitir que um deles se hospede é nossa responsabilidade. Vale lembrar: coisas boas nos corações prevalecem às ruins. Influencia negativa parece nos perseguir e sabemos do esforço para que tudo saia bem, até estabelecemos soluções para realidades que tentam nos estragar. A luta para estabelecer o bem é grande e de todos os dias. Manter nossa mente e nosso coração alimentado de coisas boas dá trabalho. Afastar as diversas realidades que geram males que nos entristecem, nos machucam, nos adoecem é ter consciência do que é “Combater o bom combate” e não deixar injustiças acontecerem.
Expressão um tanto complexa, cujo significado também esta em combater a nós mesmos, nossas limitações, dogmas pessoais e na acomodação de determinado momento da vida. Precisamos aprender a lidar com decepções e problemas que nos assolam sem perder a fé e nem a vontade de viver.
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| 2ª TIM 4:7ª |
Mi – Base:FM Cps,10/07/10
sexta-feira, 9 de julho de 2010
Lixo
Armazena toxina que impede de sermos bons e passa a nítida certeza que podemos decidir a vida do outro. Lixo impede que amemos e nos dificulta a capacidade de compreensão. Afastar do lixo é sinônimo de prudência e é nosso direito desvincular (e não matar ou morrer) deles que de todas as formas tentam nos prejudicar, principalmente por ter ascendência nociva sobre nós.
Cuidar para que influências diabólicas não nos atinjam também é de nossa responsabilidade. Somos nós que colocamos limites e controlamos o lixo tóxico que o mundo produz em alta escala, que quer adentrar em nosso relacionamento, em nossa vida. A verdade é que há neste mundo, uma grande quantidade de pessoas comprometidas com a maldade, com a injustiça, com o falso poder, que podemos compreender ser lixo.
Precisamos nos cuidar e muito do lixo produzido ao nosso lado e não estamos livres, porque onde há pessoas lá se produz lixos e não estamos livres de nos contaminarmos. O que vai fazer a diferença é o quanto nos envolvemos em diminuir lixos, porque quanto mais cresce o mal, mais crescem os necessitados de bondade.
Comecemos a pensar: Qual foi o lixo que produzimos hoje? Será que foi o ciúme, a mentira, a maledicência, a inveja? Será que consigo administrar a alegria do outro? Será que estou arquitetando algo contra o outro? Empecilho que negligenciam a nossa própria felicidade, se reconhecemos o erro já é o começo do acerto.
De uma coisa temos certeza, quem mais traz o mal (lixo) no coração é quem mais precisa da presença de Deus. Se isso for reconhecido será a chance de Deus acontecer na história impedindo assim, atrocidades, toxinas, para as Priscilas, Eloás, Izabelas, Mércias, Elizas, e tantas outras.
Mi – Base:FM - Cps,09/07/10
Cuidar para que influências diabólicas não nos atinjam também é de nossa responsabilidade. Somos nós que colocamos limites e controlamos o lixo tóxico que o mundo produz em alta escala, que quer adentrar em nosso relacionamento, em nossa vida. A verdade é que há neste mundo, uma grande quantidade de pessoas comprometidas com a maldade, com a injustiça, com o falso poder, que podemos compreender ser lixo.
Precisamos nos cuidar e muito do lixo produzido ao nosso lado e não estamos livres, porque onde há pessoas lá se produz lixos e não estamos livres de nos contaminarmos. O que vai fazer a diferença é o quanto nos envolvemos em diminuir lixos, porque quanto mais cresce o mal, mais crescem os necessitados de bondade.
Comecemos a pensar: Qual foi o lixo que produzimos hoje? Será que foi o ciúme, a mentira, a maledicência, a inveja? Será que consigo administrar a alegria do outro? Será que estou arquitetando algo contra o outro? Empecilho que negligenciam a nossa própria felicidade, se reconhecemos o erro já é o começo do acerto.
De uma coisa temos certeza, quem mais traz o mal (lixo) no coração é quem mais precisa da presença de Deus. Se isso for reconhecido será a chance de Deus acontecer na história impedindo assim, atrocidades, toxinas, para as Priscilas, Eloás, Izabelas, Mércias, Elizas, e tantas outras.
Mi – Base:FM - Cps,09/07/10
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