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quinta-feira, 22 de abril de 2010

Baal e os Cananeus

Baal e a religião dos cananeus
A religião dos cananeus estava já bem estabelecida na Palestina antes da Conquista Israelita sendo muito elaborada em seus ritos e perfeitamente identificada com os interesses e as ambições de uma população agrícola. Era identificada com a natureza e tinha como objetivo ensinar aos homens a cooperarem e controlarem o ciclo das estações. Entre as suas muitas divindades, Baal era o seu deus principal, o "Senhor da Terra", que também era o deus do tempo atmosférico. Astarote, mulher de Baal era a personificação do princípio reprodutivo da natureza, Istar era o seu nome babilônico; Astarte, seu nome grego e romano. Os templos de Baal e Astorete eram comumente próximos. Sacerdotisas eram prostitutas dos templos. Sodomitas eram homens prostitutos que também agiam nos templos. Existiam outros deuses cananeus e o culto a eles consistia em orgias para uma farta colheita. Os cananeus tinham como prática religiosa comum o sacrifício de crianças. Em escavações feitas por Macalister em Gezer, 1904-1909, foram encontradas ruínas de um "Lugar Alto", que tinha sido um templo, no qual ocorria a adoração de Baal e Astarote. Sob os detritos, neste local, foram encontrados uma grande quantidade de jarros contendo despojos de crianças recém-nascidas, que haviam sido sacrificadas a Baal. A área inteira se revelou como sendo cemitério de crianças. Em Meggido, Jericó e Gezer as escavações revelaram que era comum o "sacrifício dos alicerces"; quando se ia construir uma casa, sacrificava-se uma criança, cujo corpo era metido num alicerce, a fim de trazer felicidade para o resto da família. Israel é ordenado a não fazer aliança com os cananeus, não temê-los, não se misturar com eles em casamento, não seguir sua idolatria, não seguir seus costumes, destruí-los sem misericórdia e destruir todos os vestígios de sua idolatria. Fonte: wikipedia.org/wiki/Cananeu